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G1.Com.br: 59% dos salários eram de até 1,5 mínimo entre 2000 e 2009, diz Ipea
A maioria das vagas abertas anualmente se encontra nessa faixa salarial. Pesquisa analisa o mercado de trabalho nos últimos quarenta anos.
Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgada nesta quinta-feira (4) mostra que, na primeira década dos anos 2000, 59% dos trabalhadores tiveram remuneração mensal de até 1,5 salário mínimo. Outros 25% tiveram rendimento de 1,5 a 3 salários mínimos e, 16% acima de 3 salários mínimos mensai.
A pesquisa "Natureza e dinâmica das mudanças recentes na renda e na estrutura ocupacional brasileiras" analisa o mercado de trabalho nos últimos quarenta anos. Segundo o estudo, a maior expansão quantitativa de ocupações ocorreu no primeiro decênio do século 21, com saldo líquido 44% superior ao verificado no período de 1980 e 1990 e 22% superior à década de 1970.
O Ipea mostra que a grande parte dos postos de trabalhos gerados no período concentrou-se na base da pirâmide social, uma vez que 95% das vagas abertas tinham remuneração mensal de até 1,5 salários mínimos. Das 2,1 milhões de vagas abertas anualmente, em média, 2 milhões encontram-se nessa faixa salarial.
No segmento dos ocupados pertencentes à faixa de rendimento de 1,5 a 3 salários mínimos mensais houve a geração média anual de 616 mil postos de trabalho. Já nas faixas dos trabalhadores sem remuneração e dos acima de 3 salários mínimos mensais houve eliminação de ocupações, sendo de 108 mil vagas e de quase 400 mil, em média ao ano, respectivamente.
O estudo do Ipea mostra que na média das décadas de 1980 e 1990, todas as faixas de remuneração cresceram, sendo a de melhor desempenho relacionada às de rendimento acima de 3 salários mínimos mensais.
Segundo o Ipea, ocorreu uma alteração significativa da estrutura de remuneração dos ocupados brasileiros nos últimos 40 anos. De 1970 ao ano 2000 havia a trajetória de redução do segmento de remuneração na faixa de até 1,5 salário mínimo mensal, que passou de 77,1% para 45,8% de todos os postos de trabalho. Já a participação das ocupações de maior rendimento, como no caso daquelas com mais de 3 salários mínimos mensais, tinha saltado dos 9% de todas as vagas, em 1970, para 28,7% no ano 2000.
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Isto é Dinheiro: Trabalho com salário baixo ajuda a reduzir desigualdade
Glauber Gonçalves
A redução da desigualdade social no Brasil na década passada foi puxada por uma forte expansão dos postos de trabalho com remuneração mais baixa. Por outro lado, também foi resultado de uma redução de vagas mais bem remuneradas. Um estudo divulgado hoje pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta a criação média anual de 1,9 milhão de postos de trabalho com remuneração de até 1,5 salário mínimo, enquanto que, nas ocupações de três salários mínimos ou mais houve uma perda de quase 400 mil vagas por ano.
"As ocupações geradas são vinculadas a remunerações relativamente baixas. Elas representaram 95% dos postos de trabalho que o Brasil gerou na década de 2000", afirmou o presidente do Ipea, Marcio Pochmann. "Não estamos gerando empregos de maior remuneração. Empregos desse tipo dependem de inovação tecnológica, de competição global e de uma série de outros fatores".
Segundo Pochmann, essas transformações tem diversas causas. A principal, apontou, é a alteração da estrutura produtiva do País. De acordo com dados da pesquisa, o setor terciário, que engloba serviços, passou de uma participação de 50,7% no Produto Interno Bruto (PIB), em 1980, para 66,2%, em 2008. A estimativa do Ipea é de que esse porcentual deve atingir 80,9% em 2036. "Estamos nos transformando num país de serviços. Nas regiões metropolitanas, os serviços já representam 70% (da economia)", disse Pochmann.
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Estadão. com.br (SP): Trabalho com salário baixo ajuda a reduzir desigualdade
Segundo estudo, ocupações com remuneração de até 1,5 salário mínimo representaram 95% dos postos de trabalho que o Brasil gerou na década de 2000
Glauber Gonçalves
A redução da desigualdade social no Brasil na década passada foi puxada por uma forte expansão dos postos de trabalho com remuneração mais baixa. Por outro lado, também foi resultado de uma redução de vagas mais bem remuneradas. Um estudo divulgado nesta quinta-feira, 4, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta a criação média anual de 1,9 milhão de postos de trabalho com remuneração de até 1,5 salário mínimo, enquanto que, nas ocupações de três salários mínimos ou mais houve uma perda de quase 400 mil vagas por ano.
"As ocupações geradas são vinculadas a remunerações relativamente baixas. Elas representaram 95% dos postos de trabalho que o Brasil gerou na década de 2000", afirmou o presidente do Ipea, Márcio Pochmann. "Não estamos gerando empregos de maior remuneração. Empregos desse tipo dependem de inovação tecnológica, de competição global e de uma série de outros fatores".
Segundo Pochmann, essas transformações tem diversas causas. A principal, apontou, é a alteração da estrutura produtiva do País. De acordo com dados da pesquisa, o setor terciário, que engloba serviços, passou de uma participação de 50,7% no Produto Interno Bruto (PIB), em 1980, para 66,2%, em 2008. A estimativa do Ipea é de que esse porcentual deve atingir 80,9% em 2036. "Estamos nos transformando num país de serviços. Nas regiões metropolitanas, os serviços já representam 70% (da economia)", disse Pochmann.
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7204. Correio Braziliense (DF): Serviços respondem por mais de 70% do emprego nas regiões metropolitanas
Correio Braziliense (DF): Serviços respondem por mais de 70% do emprego nas regiões metropolitanas
Os serviços respondem por mais de 70% do número de empregos nas regiões metropolitanas. A constatação é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que divulgou um estudo que trata do tema nesta quinta-feira (4/8). O estudo mostrou que o país criou, em média, 2,1 milhões de postos de trabalho, na última década, dos quais a maioria (1,99 milhão) com até 1,5 salário mínimo mensal.
Na contramão deste crescimento está o setor primário (agricultura) e o secundário (indústria) que perderam espaço. O estudo do Ipea indicou que na década passada o setor secundário gerou 5,1 milhões de empregos, número inferior ao de décadas anteriores, enquanto o primário perdeu 2,7 milhões de empregos. Já o setor terciário gerou na década passada 11,7 milhões de empregos.
"Estamos cada vez mais nos transformando em um país de serviços. Nas regiões metropolitanas, principalmente, os serviços já respondem por mais de 70% da mão de obra", disse o presidente do Ipea, Marcio Pochmann.
"A grande parte dos postos de trabalhos gerados concentrou-se na base da pirâmide social, uma vez que 95% das vagas abertas tinham remuneração mensal de até 1,5 salários mínimos. O que significou o saldo líquido de 2 milhões de ocupações abertas ao ano, em média, para o segmento de trabalhadores de salários de base", relata o documento do Ipea.
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Monitor Mercantil Digital: Renda do trabalho no PIB cresceu 14,4%
A participação do rendimento do trabalho na renda nacional aumentou 14,4%, entre 2004 e 2010. Isso foi possível porque a renda per capita anual dos brasileiros cresceu em média 3,3% e houve melhora do índice da situação geral do trabalho a um ritmo de 5,5% ao ano.
A constatação é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que divulgou nesta quinta-feira o estudo Natureza e Dinâmica das Mudanças Recentes na Renda e na Estrutura Ocupacional Brasileira, que também constatou uma queda de 10,7% no grau de desigualdade na distribuição da renda do trabalho no período.
O estudo cobre um período de 50 anos, abrangendo as transformações na estrutura social brasileira a partir dos anos 1960 até o atual momento, destacando as características das mudanças, suas causas e efeitos e a singularidade do momento recente. Analisou o comportamento do emprego e da renda no país, dividido em três períodos: 1960 a 1970, 1981 a 2003 e a partir de 2004.
Para o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, o padrão de transformação social vivido pelo Brasil é positivo devido a redução da desigualdade e ampliação da participação dos salários na renda nacional, com a elevação do emprego, especialmente o formal.
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Portal UOL: Ipea:Postos de trabalho gerados na última década têm baixa remuneração
A redução da desigualdade social no Brasil foi impulsionada pela geração de postos de trabalhos atrelados ao setor de serviços, com baixa remuneração, informou pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). As vagas de baixo salário representam 95% dos postos de trabalho gerados na década de 2000. E a estimativa é de que nas próximas décadas esse modelo, baseado nos serviços, se mantenha. Por isso, para o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, é necessário que os próximos governos mantenham políticas voltadas à valorização do salário mínimo. O que garantiu que houvesse melhora do nível de desigualdade foi uma combinação de políticas públicas com o tipo de ocupação que foi gerada, e essas ocupações estão fortemente atreladas ao valor do salário mínimo.
"Se o salário mínimo não tiver uma trajetória forte de crescimento, nós poderemos ter geração de postos de trabalhos com renda muito baixa. Com isso, não teremos a capacidade de reduzir ainda mais a desigualdade, que ainda é muito grande no Brasil, e ao mesmo tempo não teremos capacidade de reduzir a pobreza, algo que ainda é muito necessário", afirmou. O estudo realizado pelo Ipea baseia-se em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foram criados 1,9 milhão de postos de trabalho com remuneração de até 1,5 salário mínimo. Já nas ocupações com três salários mínimos ou mais, houve perda de quase 400 mil vagas anuais. Pochmann acredita já haver sinais crescentes de escassez de mão de obra qualificada pelo país, embora ainda não se trate de um problema nacional, mas pontual, que pode vir a ser pior caso o Brasil não tenha condições de tomar medidas para a qualificação dos seus trabalhadores. Essas mudanças são reflexo de uma transformação na estrutura produtiva do país, que na década de 1960 tinha uma participação maior do agronegócio, sendo substituído nas décadas seguintes pela indústria, e agora quem mais cresce são os serviços. Esse setor passou de uma participação de 50,7% no Produto Interno Bruto (PIB) em 1980 para 66,2% em 2008. A estimativa do Ipea é de que essa participação deva alcançar 80,9% em 2036. Segundo o presidente do Ipea, é possível compreender por que houve redução da desigualdade da renda com a redução dos postos de maior renda e aumento dos postos de menor renda. "Estamos tendo estrutura de remuneração ao redor do salário de base, não somos economia que está gerando altos salários", acredita.
"Num país onde o setor tradicional não cresce, o setor de serviço que mais cresce está condicionado a pessoas, onde a renda é muito baixa. Num país onde a indústria cresce, é possível fazer serviços vinculados à produção, e nesse caso a renda consegue ser maior", adicionou.
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7207. Agencia Brasil: Participação do trabalho na renda nacional cresceu 14% entre 2004 e 2010, diz Ipea
Agencia Brasil: Participação do trabalho na renda nacional cresceu 14% entre 2004 e 2010, diz Ipea
Nielmar de Oliveira
A participação do rendimento do trabalho na renda nacional aumentou 14,4%, entre 2004 e 2010. Isso foi possível porque a renda per capita anual dos brasileiros cresceu em média 3,3% e houve melhora do índice da situação geral do trabalho a um ritmo de 5,5% ao ano.
A constatação é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que divulgou nesta quinta-feira (4) o estudo Natureza e Dinâmica das Mudanças Recentes na Renda e na Estrutura Ocupacional Brasileira, que também constatou uma queda de 10,7% no grau de desigualdade na distribuição da renda do trabalho no período.
O estudo cobre um período de 50 anos, abrangendo as transformações na estrutura social brasileira a partir dos anos 1960 até o atual momento, destacando as características das mudanças, suas causas e efeitos e a singularidade do momento recente. Ele analisou o comportamento do emprego e da renda no país, dividido em três períodos: 1960 a 1970, 1981 a 2003 e a partir de 2004.
O estudo constatou, por exemplo, que na década de 1960, embora o país apresentasse um ritmo de expansão da renda per capita extremamente forte, média de 4,6% ao ano, a participação do rendimento do trabalho na renda nacional caiu 11,7%, enquanto o grau de desigualdade ns distribuição da renda do trabalho aumentou 21,9%.
O período de 1981 a 2003 apresentou uma renda praticamente estagnada para o conjunto da população, com média anual de apenas 0,2% de alta, o mesmo ocorreu com a distribuição de renda que apresentou redução de 0,1%.
Para o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, o padrão de transformação social vivido pelo Brasil é positivo devido à redução da desigualdade e ampliação da participação dos salários na renda nacional, com a elevação do emprego, especialmente o formal.
Na avaliação de Pochmann, as transformações estão associadas a razões diversas que incluem alterações na estrutura produtiva do país. "Hoje o setor terciário responde pela principal fatia da geração de emprego. No entanto, estas ocupações geradas são ocupações vinculadas a remunerações relativamente baixas - em torno do salário mínimo - e chegam a responder por 95% dos postos de trabalho que o Brasil gerou na década de 2000".
Pochmann ressaltou, no entanto, que foi exatamente o aumento do nível de emprego em torno do valor do salário mínimo que exerceu influência positiva na redução da pobreza. "Nós tivemos uma ampliação do número de postos de trabalho com salário menor, em torno do salário mínimo, e foi este conjunto de vagas que permitiu a entrada no mercado, do trabalhador oriundo de uma condição de extrema pobreza. É preciso lembrar, ainda, que o salário mínimo teve uma recuperação real, permitindo que esses trabalhadores e suas famílias saíssem da condição de extrema pobreza".
Ele alertou, porém, para o fato de que a sustentação dessas "transformações exitosas" que o Brasil vive no período recente, depende, cada vez mais, da preparação e qualificação da mão de obra para a ocupação dos postos de trabalhos, mas também da capacidade de antecipar quais setores gerarão mais empregos, "porque se não tivermos bons empregos, muitas vezes a qualificação da mão de obra não será suficiente para manter este padrão de redução das desigualdades e ampliação da participação da renda do trabalho no conjunto da renda nacional".
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O Povo Online: 37% perdem mais de meia hora até o trabalho
Pesquisa revela que 37% dos moradores da Grande Fortaleza perdem mais de 30 minutos no trânsito quando se deslocam para o trabalho. Pesquisador diz que situação tende a piorar
Na Grande Fortaleza, sair para o trabalho toma a segunda menor quantidade de tempo no trânsito das nove maiores Regiões Metropolitanas do País. Somente 37.1% dos moradores da RM da Capital cearense gastam mais de 30 minutos no trajeto casa-emprego.
Segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 62.9% da população residente na Região Metropolitana leva menos de meia hora para chegar ao serviço. A situação só não é melhor do que em Porto Alegre (RS), onde 67.2% perdem até 30 minutos no trajeto.
O estudo tomou como base a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2009. O tempo da volta para casa não foi considerado. "Isso significa que Fortaleza não vive um problema muito crônico. Contudo, ter 11% das pessoas gastando mais de uma hora não é algo desprezível", avalia o pesquisador do Ipea, Carlos Henrique Ribeiro de Carvalho.
É o caso da auxiliar de cobrança Liliane Araújo, 25. "Eu acordo cedo e pego o ônibus às 6h15min para ir sentada. Chego às 7h30min ou 7h40min. Mas a volta é pior. Já saí às 18h30min e cheguei em casa às 21h. Com esse tempo, eu poderia estudar, fazer algum esporte, ir à missa...", projeta.
De acordo com Carlos Henrique, Fortaleza ficou em situação confortável no ranking do deslocamento casa-trabalho por ter uma Região Metropolitana menor em relação às outras oito analisadas.
O Ipea verificou também que cidades periféricas crescem numa escala maior que as capitais. Os empregos, no entanto, ainda estão concentrados nas sedes. "No caso de Porto Alegre, há uma maior distribuição dos empregos pela Região. Lá também tem um ótimo sistema de transporte de ônibus, com corredor exclusivo. Nas cidades que não têm isso, os ônibus ficam presos no trânsito", compara Carvalho.
Vai piorar
Mas a situação aqui tende a pior. Por um motivo simples: a venda de carros e motocicletas só aumenta para uma margem larga de população (66.7%) que ainda não possui veículo próprio e depende do transporte público para ir de um lugar a outro.
Por isso, o técnico do Ipea alerta para uma velha cantilena: as prefeituras precisam investir maciçamente em infraestrutura de trânsito e qualidade do transporte coletivo. "Se, hoje, já está tendo problema, imagina quando dobrar a frota de carros. O trânsito vai ficar caótico. As cidades têm que se preparar. No caso de Fortaleza, investir no Metrofor que, quando sair, já terá que se pensar na ampliação", frisa Carvalho.
Veículo particular só deveria ser utilizado em fins de semana ou viagens longas. "Na Europa, por exemplo, mesmo que tenham automóveis, as pessoas usam transporte público no dia a dia", completa.
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Parcela expressiva de trabalhadores saiu da pobreza. Desafio agora é criar empregos com maior remuneração
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TD 1508 - Tópicos em Econometria Espacial Para Dados Cross-Section
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TD 1511 - Estimações de Entrada de Medicamentos Genéricos no Brasil Usando Modelos de Contagem Versus Modelos Ordenados
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Extra (RJ): Petrobras já planeja novo concurso público
Um dos grandes sonhos dos concurseiros, a Petrobras já planeja sua próxima seleção. Com a previsão de contratar 17 mil funcionários até 2015 para sustentar seu crescimento, a empresa deve realizar um novo concurso até, no máximo, o início de 2012.
A notícia foi divulgada, ontem, pelo gerente de gestão de Recursos Humanos da Petrobras, Lairton Corrêa. De acordo com ele, o plano de negócios da companhia até 2015 prevê investimentos de US$ 224,7 bilhões, devido à demanda crescente na exploração de petróleo e gás natural.
Para viabilizar a seleção, o departamento de RH está analisando com cada setor da companhia as necessidades de mão de obra.
- Também verificamos dados do IPEA e do Ministério da Educação, além da curva de formandos do país. Nesse planejamento estratégico tem variáveis internas e externas - explicou ele, que afirmou que as novas vagas devem ser voltadas para as áreas de Engenharia, Geologia e Geofísica, além de cursos técnicos em diversas especialidades.
Experiência
Como a Petrobras forma todos os funcionários numa universidade corporativa, nenhum dos profissionais precisa ter experiência nas funções para ser contratado por meio dos concursos. As seleções vão levar em conta apenas a formação específica dos candidatos.
A última seleção da empresa, iniciada em julho, ofereceu 590 vagas em cargos dos níveis técnico e superior. As provas deste concurso serão aplicadas no próximo dia 28.
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Site PortoGente: Ipea divulga nova edição do Conjuntura em Foco
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulga a quinta edição de 2011 do boletim Conjuntura em Foco em coletiva de imprensa na próxima quarta-feira (17), às 11h, na representação do Ipea no Rio de Janeiro (Avenida Presidente Antonio Carlos, 51, Centro, auditório do 10º andar).
O documento será apresentado pelo coordenador do Grupo de Análise e Previsões do Ipea (GAP), Roberto Messenberg. Nesta edição, a análise temática aborda a instabilidade dos fluxos de capitais internacionais e seus impactos macroeconômicos no Brasil.
A publicação traz ainda diversos números da conjuntura, como Produto Interno Bruto (PIB), desempenho da atividade nos setores industrial e comercial, dinâmica do emprego no mercado de trabalho, apreciação cambial e perfil dos saldos comerciais, papel do investimento externo direto e a fragilidade do balanço de pagamentos, comportamento do crédito, das taxas de juros e os rumos da política monetária, a evolução do investimento público e o ajustamento fiscal.
O boletim Conjuntura em Foco é uma publicação mensal realizada pelo Grupo de Análise e Previsões da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas (DIMAC), que faz acompanhamento sistemático dos temas relevantes para a macroeconomia brasileira.
Ipea - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
www.ipea.gov.br
Fundação pública vinculada à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada fornece suporte técnico e institucional às ações governamentais - possibilitando a formulação de inúmeras políticas públicas e programas de desenvolvimento brasileiro - e disponibiliza, para a sociedade, pesquisas e estudos realizados por seus técnicos.
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Época Negócios Online: Veto retira de aposentado aumento real em 2012
Dilma Rousseff vetou artigo da Lei de Diretrizes Orçamentárias que previa reajuste acima da inflação a aposentados e pensionistas do INSS que recebem benefício com valor superior ao do salário mínimo
Agência Estado
Para mostrar rigor fiscal e impedir pressão por aumento de gastos, a presidente Dilma Rousseff vetou artigo da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que previa reajuste acima da inflação a aposentados e pensionistas do INSS que recebem benefício com valor superior ao do salário mínimo.
Esse foi apenas um dos 32 artigos que a presidente retirou da LDO, atendendo recomendação da equipe econômica. Outros artigos vetados estabeleciam limites aos gastos públicos. "Não há como dimensionar previamente o montante de recursos a serem incluídos no projeto de Lei Orçamentária anual para 2012, uma vez que, até seu envio, a política (de reajuste) em questão poderá ainda não ter sido definida", justificou o Palácio do Planalto, ao vetar o artigo do INSS.
Com o veto, os aposentados e pensionistas do INSS receberão a variação da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
A decisão, publicada ontem no Diário Oficial da União (DOU), foi aplaudida por alguns, pois segura o aumento dos gastos em um ano que promete ser mais difícil para o País por causa da crise em países ricos.
"Achei a decisão correta. Tem de preservar o poder de compra, mas não repassar ganho real. Não tem como sustentar isso no logo prazo", disse o economista Marcelo Caetano, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e especialista em previdência. Ele ressaltou que, num cenário de instabilidade econômica, a presidente Dilma precisa mostrar compromisso fiscal.
Sensibilidade
Para o senador Paulo Paim (PT-RS) e para o presidente da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap), Warley Martins, o veto à negociação de um aumento real só demonstra a falta de sensibilidade política.
Martins frisou que foi pego de surpresa com a notícia. "Os aposentados estão de luto. Na LDO havia a previsão de negociação, mas não estava nada definido. Na era Collor, os caras pintadas iam para rua. Na era Dilma, será a vez dos caras enrugadas", disse o presidente da Cobap.
A LDO de 2011, formulada no ano eleitoral de 2010, também foi aprovada com um artigo que permitia a negociação de ganho real para os aposentados e pensionistas que recebem mais que um salário mínimo.
Na ocasião, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não vetou o artigo, mas, apesar das pressões dos beneficiários do INSS, o reajuste dado foi de apenas 6,47% - a variação do INPC em 12 meses. Desde 1997, o governo tem garantido ao aposentado a correção do benefício pela inflação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Diário do Nordeste (CE): Gastos somam 14,9% do PIB
Em 2011, as transferências públicas de assistência e previdência e subsídios (TAPS) atingiram o patamar de 14,9 % do PIB, o que se aproxima do recorde de 15,2% do PIB verificado em 2009. A análise feita pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) no comunicado "A dinâmica recente das transferências públicas de assistência e previdência social", apresentado ontem.
O estudo aponta que a despesa com os benefícios do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) é o principal componente do total destas transferências, o que representa cerca de 40% destas e 6% do PIB.
O segundo maior componente seria as transferências de assistência e previdência de estados e municípios, destinados na maioria a servidores públicos estaduais e municipais aposentados e herdeiros (2,3% do PIB e 15,4% das TAPS totais).
Ainda tratando dos componentes das TAPS, o estudo aponta para os pagamentos de aposentadorias e pensões dos servidores públicos da União (1,9% do PIB e 12,8% das TAPS totais) e os saques do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS, 1,4% do PIB e 9,3% das TAPS totais). Há ainda alguns componentes menores que têm aumentado consideravelmente sua participação nos últimos anos, como os benefícios pagos com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), os benefícios da Lei Orgânica de Assistência (LOAS) e a Renda Mensal Vitalícia (RMV), o programa Bolsa-Família, e as transferências públicas às instituições privadas sem fins lucrativos (IPFSL).
Estabilidade
Após crescerem nos primeiros cinco anos da última década, as TAPS agregadas se estabilizaram em um patamar pouco inferior a 15% do PIB desde 2007. O mesmo aconteceu em relação às despesas com o pagamento de benefícios da RGPS - que atendem 25 milhões de brasileiros e se estabilizaram na casa dos 6% do PIB a partir de 2007.
No caso dos saques do FGTS, houve flutuação de 1,3% do PIB na última década. E as despesas com o pagamento de servidores públicos aposentados e pensionistas caiu até 2005, estabilizando-se em um patamar próximo dos 4% do PIB.
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Folha de S. Paulo (SP): Filiais mandam mais dinheiro para o Brasil Para Ipea, remessas para as matrizes refletem busca por ganhos financeiros no país CIRILO JUNIOR As empresas brasileiras estão segurando os investimentos no exterior e passaram a repatriar cada vez mais capital, indica levantamento do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), baseado em dados do Banco Central do Brasil. De janeiro a junho, a remessa de lucro de filiais no exterior para suas as matrizes no Brasil subiram 155%, para US$ 4 bilhões. Já as amortizações de dívidas das filiais com as matrizes aumentaram 179%, para US$ 14 bilhões. Na prática, esses pagamentos entram como devolução de recursos que tinham sido enviados para as subsidiárias no exterior, como empréstimos. Para Roberto Messenberg, coordenador do Grupo de Análises e Previsões do Ipea, o investimento em outros países está sendo desmobilizado porque o Brasil tem se mostrado mais atraente. O principal motivo, segundo o especialista, são as altas taxas de juros no país, que dão rentabilidade maior às aplicações financeiras. "Há indícios de que esse capital está entrando disfarçado de investimento, mas, na verdade, é investimento em carteira [financeiro]", diz. PREOCUPAÇÃO O economista afirma que existem sinais de que "não há variação significativa na taxa de investimento [produtivo] do país". Com a crise externa e as baixas taxas de juros no exterior, Messenberg espera que o movimento se intensifique.
Outra preocupação é com a taxa de investimentos. Segundo os técnicos do Ipea, a parcela aplicada pelo setor público está caindo. Ontem, o BC divulgou que a entrada de dólares no país superou as saídas em US$ 7,57 bilhões em agosto, até o dia 12.
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TD 1509 - Mídia e Poder: Elementos Conceituais e Empíricos Para o Desenvolvimento da Democracia Brasileira
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O Globo Online: Aumento do superávit não vai reduzir gasto social, diz Paes de Barros
O aumento da meta do superávit primário pelo governo anunciado nesta semana não deve ter impacto sobre os gastos sociais do governo, acredita o secretário de Ações Estratégicas da Presidência da República, Ricardo Paes de Barros. Com a melhoria dos métodos de aplicações desses recursos, ele acredita que será possível continuar melhorando os índices de redução da pobreza.
No entanto, para o ex-diretor do Banco Central Edmar Bacha, apesar de o anúncio de aperto fiscal ser positivo, ainda faltaria instituir uma meta de inflação de longo prazo, além da redução da relação entre dívida pública e o Produto Interno Bruto (PIB).
"Mesmo que não aumentemos o gasto público, conseguimos atingir as metas do Brasil Sem Miséria e várias outras metas sociais. É possível alcancar metas sociais com melhorias do gasto público sem qualquer aumento substancial de gasto público", disse Paes de Barros. Ele participou da comemoração de 40 anos da Revista Pesquisa e Planejamento Econômico, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
O economista defende ser possível melhorar a qualidade do gasto e aumentar sua eficácia. "E às vezes com o mesmo gasto dá para ter impacto maior". Uma forma seria melhrorar o foco da concessão do Bolsa Família, além de coordenar diferentes políticas.
Já Bacha acredita que o anúncio do aumento do superávit pode ter um impacto positivo sobre a inflação, já que gastos menores do governo poderiam reduzir a pressão sobre o setor de serviços.
No entanto, ele afirmou que gostaria de ver mais medidas. "Eu gostaria de ver isso complementado. São dois complementos. Um, para que alcancemos até 2020 uma relação dívida/PIB não maior do que 20%. Dado esse compromisso, e o Congresso aprovando eses limites, o próximo passo é anunciar uma meta de inflação de longo prazo", disse.
Para o ex-diretor do BC, se o setor privado está pressionando a demanda, a única maneira de não coibir o nível de atividade do setor privado é o governo encolher sua estrutura, para abrir espaço para o setor privado consumir e investir. "Mas essa é uma batalha que não se ganha do dia para a noite. É importante colocá-la, porque isso não ressoa no Congresso, com inúmeras propostas para aumentar gasto sem dizer de onde vem a receita."
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Brasil Econômico (SP): Governo projeta expansão de 7% nos investimentos
Enquanto os estilhaços da crise externa não afetam diretamente a economia brasileira, a alta dos investimentos segue de acordo com a trajetória traçada pelo governo.
Simone Cavalcanti
O Ministério da Fazenda projeta uma expansão de 7% da Formação Bruta de Capital Fixo (FBKF) no primeiro semestre deste ano em relação a igual etapa de 2010.
Segundo Julio Alexandre da Silva, secretário-adjunto de Política Econômica, máquinas e equipamentos foram o fator impulsionador desse aumento. Além de virar capacidade instalada de forma quase imediata, os bens de capital elevam a produtividade dos investimentos.
"Nesse começo de ano a construção civil não ajudou muito, pois a base de comparação, o ano passado, era muito alta".
Para o segundo trimestre, dado que ainda será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a estimativa do governo é de aumento de 1% em relação aos três primeiros meses do ano. Nesse período, a elevação foi de 1,2% na comparação com o final de 2010.
"O importante é que o ritmo de expansão esteja sendo mantido", disse. "Mas foi por causa da importação, pois a produção não foi tão forte", disse Silva.
Nacionais em baixa
De fato, entre janeiro e junho, enquanto a produção geral de bens de capital no país cresceu 6,3%, as compras externas foram ampliadas em 28,5%. "Ainda não está claro que isso seja uma tendência", afirmou o economista do governo.
Mário Bernardini, assessor econômico da presidência da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), discorda frontalmente. Ele lembra que, há não muito tempo, a cada dez máquinas consumidas no Brasil, seis eram nacionais e quatro importadas. Hoje, essa relação é exatamente inversa.
"Se estivéssemos importando da Alemanha produtos de alta tecnologia, tudo bem. O problema é que os equipamentos vêm da China. O que vale é preço mesmo", disse, projetando crescimento de 5% neste ano da FBKF.
O problema, esclarece Mansueto Almeida, economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), é que, como o governo não tem espaço fiscal para elevar sua poupança e investir mais, a ampliação geral das inversões será seguida pela ampliação do déficit em conta corrente.
Seja importando ou produzindo internamente, o governo quer fazer com que o investimento cresça sempre a uma velocidade maior que o Produto Interno Bruto (PIB) para elevar a capacidade produtiva e não ter mais problemas de inflação pela frente.
Aliás, essa será uma das diretrizes do Plano Plurianual (PPA), que a área econômica está preparando para lançar em breve. O PPA estabelece as medidas, gastos e objetivos a serem seguidos pelo governo federal ao longo de quatro anos.
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TD n° 1512 - Políticas Anticíclicas na Indústria Automobilística: Uma Análise de Cointegração dos Impactos da Redução do IPI Sobre as Vendas de Veículos
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