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A Distribuição de Rendimentos no Brasil 1976/85
Sergei Soares, técnico da Disoc, fala sobre desigualdade de renda no Brasil
Jornal do Brasil (RJ): Fome no Brasil pode acabar em 20 anos, segundo Ipea  (CHAMADA DE CAPA) Pobreza no Brasil pode ser erradicada em 20 anos Estudo do Ipea aponta uma redução da desigualdade no país desde 2001 O Brasil poderá eliminar a pobreza em 20 anos, É o que aponta recente pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea). Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostragem Domiciliar (Pnad), o país vem reduzindo a desigualdade de renda desde 2001 e também o número de pessoas na linha de pobreza.    Segundo a análise do Ipea, desde 2003 a população abaixo da linha de pobreza está em forte queda. Tendo como base as pessoas que ganham meio salário mínimo (o equivalente a R$ 232, em 2009), a pobreza caiu 64%, quando comparada a de 1995.       Matematicamente falta pouco, mas isso não quer dizer que uma política pública para a eliminação da pobreza seja tão fácil assim. Temos muito espaço para melhorar, mas desigualdade zero é algo utópico  diz o técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea, Sergei S o a re s .          O levantamento mostra ainda que a desigualdade de renda caiu, entre 2001 e 2008, em média 0,7 ponto de Gini (medida que varia de zero a um, usada como referência para medir desigualdade de renda). Entre 2008 e 2009 houve uma desaceleração nessa queda, que foi de 0,54 ponto de Gini, causada pela crise financeira mundial.          Não foram grandes os efeitos da crise. Ela não chegou a aumentar a desigualdade de renda, o ritmo de queda foi que caiu um pouco. Caiu menos do que estava caindo. Os efeitos foram pequenos e temporários. Acredito que esses efeitos já devem ter passado no mercado de trabalho agora diz Soares.       Ricos afetados O estudo também mostra que os 5% mais ricos da população brasileira tiveram uma queda na renda, entre 2001 e 2005, de 1%.      Já a parcela da população que representa os 5% mais pobres teve um crescimento de 64% na renda. No período que vai de 2005 a 2009, os 5% mais ricos tiveram queda de 2% na renda e a parte da população que representa os 5% mais pobres teve um crescimento da renda de 20%. A pesquisa ainda revela que a metade mais rica teve um crescimento da renda entre 2005 e 2009 entre 13% e 30%, mas foi menor do que o crescimento registrado na metade mais pobre, onde a renda sofreu um aumento entre 31% e 35%. De acordo com o estudo, os dados caracterizam redistribuição de renda.  
Mr Zine (USA): Brazil: Lula's Labour Legacy by Janine Berg When Time magazine awarded Brazil's President Lula the most influential world leader spot in its 2010 ranking of most influential people, Michael Moore, who wrote the excerpt on Lula, heralded the creation of the Bolsa Familia programme as well as the expansion of public education and health care.  These are important achievements, but one of the great successes of Brazil of the past eight years that has gone largely unnoticed outside Brazil is the creation of 12.5 million formal jobs during his tenure.  During the 2000s, formal job growth outpaced informal job growth by a three-to-one ratio, reversing the trend of growing informality that had marked the 80s and 90s.  And all this occurred at the same time that the minimum wage doubled in real terms. Rising formality in Brazil -- as well as in its neighbour, Argentina -- is significant not only for future policy design in Brazil and larger debates within the country about the role of government, but also because it can shed light on several other debates in economic development.  First, debates on what economic model is best for economic growth and job creation.  Second, whether growth in and of itself is sufficient for improving working conditions, or whether government intervention is also needed.  And third, the debate -- or rather the neoclassical claim -- that labour market regulations impede job creation. Since 2003, economic growth has averaged 4.4 percent, and though not stellar, it has been more inclusive with the Gini coefficient falling from 0.59 at the beginning of the decade to 0.54 in 2009.  Two-thirds of the fall is attributed to the minimum wage and the rest to the social safety net, in particular the rural pension which provides benefits equal to the minimum wage to 8.3 million rural workers, the BPC which provides social benefits (also equal to the minimum wage) to 3 million elderly poor and disabled, and the Bolsa Familia programme which provides benefits, albeit meagre, to one-quarter of the population.  Fifty-two percent of Brazilian households are now considered to be in the "middle class" -- a growth of 22 percent over 2004.  The increase in incomes of the poor and middle classes has fuelled domestic demand, and because Brazil still has an important manufacturing base (despite liberalization in the 1990s), the growth in consumer demand has benefitted the economy and spurred job creation. Brazil has also benefitted from a decline in the number of youths in the population due to demographic transition as well as the expansion in secondary education that has helped to keep adolescents in school and out of the labour force.  There also have been a number of micro-level interventions that have aided formal job creation.  Small businesses can more easily register their businesses and their taxes have been lowered and with the expansion of credit in the economy (albeit at high interest rates) there is more of an incentive to be formal. The ratio of labour inspectors to employed population is half of ILO standards, but there have been improvements in the way inspection is undertaken and increases in the number of workers formalized as a result of inspection (see the work of Roberto Pires and Mansueto Almeida of Ipea for a discussion of improvements in inspection). Finally, there seems to be greater legal awareness and thus more claims made for a respect of rights among some workers that have typically been excluded.  Here, I refer to the case of domestic workers.  While only 27 percent have formal labour contracts now, at the beginning of the 1990s, only 19 percent did.  One of every six women in Brazil is employed as a domestic worker, but until the Constitution of 1988 they had practically no rights.  An active union and the media attention received by a number of labour courts cases in which domestics sued former employers have helped to change attitudes and behaviour.   There is still a long way to go, but progress is being made. The experience of Brazil in the 2000s -- in contrast with the 1990s -- demonstrates the profound role of government policy in ensuring that workers reap the gains from economic growth.  It shows the importance of pursuing domestic-demand-led growth, how wage policies contribute to fuelling demand (and how wage increases can create jobs), the importance of a social safety net, how micro-level policy interventions are also needed, and how a labour force more educated about its rights can help to alter behaviour.  Formal workers in Brazil enjoy important benefits and protections -- pension, sickness, disability and death benefits, paid annual leave, parental leave, restrictions on working hours and a guaranteed minimum wage -- that informal workers are not guaranteed and must continuously negotiate with their employers if and when they are granted.  Even then, they are excluded from social security benefits, which in the case of sickness, disability or death can easily bring about financial ruin in families.  It is thus extremely welcome that the economy is creating jobs and that the majority of these jobs are formal.
Diário do Nordeste On Line: Desigualdade cai em menor ritmo O declínio menor na desigualdade entre 2008 e 2009 foi consequência dos efeitos negativos no mercado de trabalho A crise econômica mundial de 2008 provocou recuo no ritmo da queda da desigualdade no Brasil, segundo um estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgado ontem. O estudo, feito com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), indica que a queda menor na desigualdade entre 2008 e 2009 foi temporária, como consequência dos efeitos negativos da crise sobre o mercado de trabalho. Segundo o Ipea, o coeficiente Gini, usado para medir a desigualdade, apresentou uma queda média de 0,0053 ponto entre 2008 e 2009, ante uma queda média de 0,0070 ponto entre 2001 e 2008 e ainda mais acentuada, de 0,0072, entre 2005 e 2008. O instituto calculou o coeficiente de Gini em 0,544 em 2008 e de 0,538 em 2009. Em 2001, o coeficiente era de 0,592, e em 2005, 0,565. O Coeficiente de Gini, com uma variação entre 0 (menos desigual) e 1 (mais desigual), mede a relação entre a concentração de renda entre os mais ricos e os mais pobres. Segundo a análise, a renda do trabalho tem um peso muito maior sobre a queda da desigualdade do que outras fontes, como renda previdenciária ou programas de transferência, o que explica a razão pela qual o ritmo da queda na desigualdade caiu mesmo com as ações do governo para mitigar os impactos da crise global. O estudo do Ipea indica ainda que a queda da pobreza no país vem se mantendo em um ritmo acelerado desde 2003 e acontece de maneira mais acentuada entre os mais pobres. A análise considera três linhas de pobreza diferentes - com renda abaixo de meio salário mínimo, abaixo de R$ 100 mensais (corrigidos a partir da base de 2004) e R$ 50 mensais (corrigidos a partir de 2004). ANÁLISE 3 linhas da pobreza são consideradas no estudo realizado pelo Ipea, com base nos dados do IBGE. São elas: renda abaixo de meio salário, abaixo de R$ 100 e R$ 50 mensais      
Sergei Soares, técnico da Disoc, fala sobre o Comunicado do Ipea nº 63  
DCI Diário do Comércio e da Indústria Online (SP): Crise reduziu ritmo de queda da desigualdade, mostra Ipea A crise econômica mundial de 2008 provocou uma queda no ritmo da redução da desigualdade no Brasil, segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgado ontem. O estudo, feito com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indica que a menor diminuição na desigualdade entre 2008 e 2009 foi temporária, como consequência dos efeitos negativos da crise sobre o mercado de trabalho. Segundo o Ipea, o coeficiente Gini, usado para medir a desigualdade, apresentou uma queda média de 0,0053 ponto entre 2008 e 2009, ante um recuo médio de 0,0070 ponto entre 2001 e 2008 e ainda mais acentuada, de 0,0072, entre 2005 e 2008. O instituto calculou o coeficiente de Gini em 0,544 em 2008 e de 0,538 em 2009. Em 2001, o coeficiente era de 0,592, e em 2005, 0,565. O Coeficiente de Gini, com uma variação entre 0 (menos desigual) e 1 (mais desigual), mede a relação entre a concentração de renda entre os mais ricos e os mais pobres. Segundo a análise do Ipea, a renda do trabalho tem um peso muito maior sobre a queda da desigualdade do que outras fontes, como renda previdenciária ou programas de transferência de renda, o que explica a razão pela qual o ritmo da queda na desigualdade caiu entre 2008 e 2009 mesmo com as ações do governo para mitigar os impactos da crise financeira global. O estudo do Ipea indica ainda que a queda da pobreza no país vem se mantendo em um ritmo acelerado desde 2003.    
BANDNEWS - FM: ENTREVISTA COM MARCELO NERY SOBRE ESTUDO DIVULGADO PELO IPEA      Marcelo Nery concede entrevista sobre estudo que revela que a desigualdade na distribuição de renda no Brasil manteve o ritmo de queda em 2009, mas de forma mais lenta que em anos anteriores. O Instituto explica que os efeitos da crise econômica global provocaram a redução no ritmo de queda.   
Sergei Soares, técnico da Disoc, fala sobre o Comunicado do Ipea nº 63  
VALOR - ON LINE (SP): País pode eliminar pobreza em 20 anos, mostra Ipea O Brasil poderá eliminar a pobreza em 20 anos, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostragem Domiciliar (Pnad) analisados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo o levantamento, o Brasil vem reduzindo a desigualdade de renda desde 2001 e também o número de pessoas na linha de pobreza. "Matematicamente falta pouco, mas isso não quer dizer que uma política pública para a eliminação da pobreza seja tão fácil assim. Temos muito espaço para melhorar, mas desigualdade zero é algo utópico", diz Sergei Soares, técnico de planejamento e pesquisa do Ipea. Segundo a análise feita pelo Ipea, a população abaixo da linha de pobreza está em forte queda desde 2003. Tendo como base as pessoas que ganham meio salário mínimo (o equivalente a R$ 232, em 2009), a pobreza caiu 64%, quando comparada ao índice de 1995. A pesquisa mostra ainda que a desigualdade de renda caiu, entre 2001 e 2008, em média 0,7 ponto de Gini (medida que varia de zero a um, usada como referência para medir desigualdade de renda). Entre 2008 e 2009, houve desaceleração nessa queda (0,54 ponto de Gini), causada pela crise financeira mundial. "Não foram grandes os efeitos da crise mundial. Ela não chegou a aumentar a desigualdade de renda, o ritmo de queda foi que caiu um pouco. Ela caiu menos do que estava caindo. Os efeitos foram pequenos e temporários. Acredito que esses efeitos já devem ter passado no mercado de trabalho agora", disse o técnico do Ipea. O estudo também mostra que os 5% mais ricos da população brasileira tiveram uma queda na renda, entre 2001 e 2005, de 1%. Já a parcela da população que representa os 5% mais pobres teve um crescimento de 64% na renda. No período que vai de 2005 a 2009, os 5% mais ricos tiveram queda de 2% na renda e a parte da população que representa os 5% mais pobres teve um crescimento da renda de 20%. A pesquisa divulgada pelo Ipea ainda revela que a metade mais rica teve, entre 2005 e 2009, um crescimento da renda entre 13% e 30%, inferior ao crescimento registrado na metade mais pobre da população, cuja renda sofreu incremento entre 31% e 35%. De acordo com o estudo, os dados caracterizam redistribuição de renda.    
TV Brasil: Ibope revela que nova classe média brasileira é jovem, negra e magra  APRESENTADORA KATIUSCIA NERI: E outra pesquisa feita pelo Ibope revela que a nova classe média brasileira é jovem, negra e magra. A pesquisa mostra também que cresce o poder da mulher da classe C. Ela já comanda três de cada dez famílias. A pesquisa ouviu cerca de 20 mil pessoas com mais de 12 anos, nas nove principais regiões metropolitanas do país. REPÓRTER: São 100 milhões de pessoas na nova classe média brasileira, a chamada classe C. Uma pesquisa revelou que a maioria é jovem e negra. Em Salvador, são quatro em cada dez. Já em Brasília, a quantidade de negros da classe C cai pela metade. A pesquisa mostrou também que as pessoas da classe média são mais saudáveis. Apenas 27% estão acima do peso, resultado de menos excessos na alimentação e uma vida menos sedentária. Mas os homens da nova classe média vivem menos. As mulheres têm mais poder na família. De cada dez lares, três são comandadas por elas. São as mulheres que também decidem o que vão consumir em casa. REPÓRTER MANUELA CASTRO (AO VIVO): Um bom dia a todos. O Ibope traçou o perfil da classe C, pessoas com renda concentrada entre 600 e R$ 2.100,00. De acordo com o levantamento, essas pessoas estão com um maior poder aquisitivo. Trinta e sete por cento pretendem comprar um imóvel nos próximos meses e 30% programam a compra de um carro. Ao meu lado, Sergei Soares, pesquisador do Ipea: - Bom dia. A pobreza diminuiu, a desigualdade social também, classe média com maior poder aquisitivo, mas a desigualdade social, agora, está diminuindo num ritmo mais lendo lento. Por quê? PESQUISADOR Ipea/SERGEI SOARES: Certamente, a desigualdade continua caindo, mas o ritmo diminuiu um pouco. A razão disso é, basicamente, a crise financeira de 2009 e seus impactos sobre o mercado de trabalho. Ou seja, são efeitos idiossincráticos e temporários da crise financeira. Não é o início de uma nova tendência, digamos, preocupante, em termos de queda da desigualdade. Espera-se que a queda da desigualdade retome o seu ritmo, inclusive, se espera que ela já esteja caindo, agora, num ritmo mais elevado, o mesmo ritmo que anterior à crise. REPÓRTER MANUELA CASTRO (AO VIVO): Mas essa diminuição que nós já estamos observando não pode afetar esses bons resultados de diminuição da pobreza? PESQUISADOR Ipea/SERGEI SOARES: Ainda não. É claro que há outros fatores que podem, eventualmente, intervir, mas o fator que levou à redução do ritmo da queda da desigualdade foi especificamente a crise de 2009, que é uma crise que, do ponto de vista do Brasil, já passou. Então, não vai afetar os bons resultados que nós estamos vendo desde 2004, 2005. REPÓRTER MANUELA CASTRO (AO VIVO): O que se observa no Brasil é que, à medida em que o poder aquisitivo vai aumentando, o endividamento também cresce. Isso aí não prejudica os índices também? PESQUISADOR Ipea/SERGEI SOARES: A gente ainda está olhando isso na pesquisa de orçamentos familiares. A gente não tem uma análise completa a respeito do endividamento das famílias. O que eu posso dizer é que o endividamento das famílias brasileiras ainda é muito inferior, em termos de porcentagem da sua renda, que o endividamento das famílias europeias ou americanas. Então, um certo endividamento não é uma coisa ruim, e o crédito tem sido uma parte fundamental da dinâmica macroeconômica positiva que a gente observado. Agora, endividamento explosivo é um problema, nós não sabemos se isso está acontecendo. REPÓRTER MANUELA CASTRO (AO VIVO): Ainda há muita diferença na desigualdade social na zona rural e na zona urbana? PESQUISADOR Ipea/SERGEI SOARES: Muita diferença. Mas, a gente está vendo última convergência. As taxas de pobreza urbanas e rurais estão caindo, ambas, mas a taxa de pobreza rural está caindo mais rapidamente. Então, as diferenças ainda são grandes, mas, são menores do que já foram. REPÓRTER MANUELA CASTRO (AO VIVO): O Distrito Federal ainda é o local com maior desigualdade social? PESQUISADOR Ipea/SERGEI SOARES: De longe. Não só o Distrito Federal é a unidade da Federação mais desigual, como é a única unidade da Federação onde a desigualdade não cai. Ela cai em quase todos os outros estados, mas no Distrito Federal não cai, permanece extremamente elevada. REPÓRTER MANUELA CASTRO (AO VIVO): Muito obrigada pelas informações. PESQUISADOR Ipea/SERGEI SOARES: Eu que agradeço. REPÓRTER MANUELA CASTRO (AO VIVO): Voltamos ao estúdio. Katiuscia. APRESENTADORA KATIUSCIA NERI: Obrigada, Manuela.  
Sergei Soares, técnico da Disoc, fala sobre o Comunicado do Ipea nº 63
Correio Braziliense On Line (DF): Inflação castiga os mais pobres A mobilidade social no Brasil, que proporcionou a entrada de 30 milhões de pessoas no mercado consumidor, está cobrando um preço alto de quem tem pouco. A inflação para os de baixa renda tem sido implacável. Os preços de produtos indispensáveis a essa população, com rendimentos de até 2,5 salários mínimos, subiram 4,18% entre janeiro e setembro, segundo o IPC-C1. Para o restante dos brasileiros, o aumento foi mais ameno, de 3,82% (IPC-S). O custo de vida para os mais pobres também supera com folga os 3% registrados neste ano pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) - usado pelo governo para medir a carestia(1). Os números expõem a dura vida de uma parcela da população que trabalha praticamente para comer. O contingente antes relegado à margem do consumo está comprando como nunca e tem demandado fortemente o setor produtivo. Com isso, um choque entre procura e oferta vem elevando os preços e, nos últimos meses, com a quebra das safras de itens importantes na mesa do brasileiro, o custo de vida da baixa renda disparou. "A inflação para esses brasileiros é maior porque os alimentos têm um peso grande no orçamento deles e são justamente esses preços que têm registrado alta", explicou Aquiles Rocha de Farias, professor de economia da Faculdade Ibmec DF. O trabalhador rural Clédison Figueiredo, 30 anos, é um dos consumidores que têm se incomodado com os preços elevados. "As coisas estão subindo muito e, com certeza, comida é o que mais está pesando lá em casa", disse. Ele, a mulher Maria de Jesus, 34, e o filho Wanderson, 7, foram ontem ao mercado na Vila Estrutural. O objetivo era fazer a compra do mês. Mas, com os preços elevados, o carrinho de compras ficou mais vazio que o de costume e a família consumiu menos do que esperava. "A carne subiu muito. Dá até para comer todo dia, mas é preciso diminuir a porção, para que o salário dure o mês todo. Hoje, acho que não vou levar", disse, desanimado. Demanda Para o professor do Ibmec, os preços em alta devem-se a um problema de demanda excessiva. No caso dos alimentos, a entressafra para alguns produtos, somada a questões climáticas em determinadas regiões do Brasil, reduziu a oferta e consequentemente aumentou os preços. "A princípio, isso é passageiro. Não é um choque permanente", avaliou Farias. "Para alguns itens, é possível fazer a substituição do consumo. É possível trocar o feijão pela lentilha, por exemplo, que é bem mais barata. Esse processo de troca também contribui para que os preços voltem a um ponto de equilíbrio", ensinou. De acordo com os dados da FGV, a cesta de alimentos, que em agosto havia registrado queda de 1,19% nos preços, ficou 0,56% mais cara em setembro. Em 12 meses, esse custo explodiu. Subiu 4,21%. Entre os itens que mais aumentaram, os destaques ficaram para as carnes bovinas, que registraram alta de 4,8% no mês passado. Em agosto, a proteína de origem animal já havia encarecido 2,16%. Na esteira dos produtos com preços nas alturas, aparecem ainda o limão (com elevação de 35,05%), o pãozinho francês (1,57%), o feijão carioquinha (4,99%), o acém (5,17%) e a carne moída (3,09%). A dona de casa Sandra Maria Fernandes, 33 anos, abandonou as compras mensais. Passou a ir ao mercado mais vezes à procura de promoções. "Com esses preços altos, o consumidor tem de ser esperto e comprar só em dia de oferta", ensinou. Ontem, em uma volta rápida pelo mercado próximo de sua casa, Sandra apontou uma série de produtos que ficaram mais caros desde a última vez em que esteve no estabelecimento. "Sabão, fralda, feijão e arroz, todos eles estavam mais baratos na semana passada", relatou. "Meu marido tira R$ 600 por mês. Com esse salário, tenho de fazer milagre. Nossa renda até aumentou, mas os preços cresceram muito mais." 1 - Roupas mais caras Com a mudança das coleções nas lojas em função da troca de estação, os preços das roupas dispararam. Segundo levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV), os vestuários, no geral, ficaram 1,20% mais caros em setembro. Até agosto, com o fim do inverno e as liquidações, as peças haviam apresentado queda de preços de 0,19%. Com os estoques renovados para a primavera, no mês seguinte, o produto voltou a encarecer. Nos últimos 12 meses, somando todas as mudanças de estação, vestir-se no Brasil ficou 4,76% mais caro. Os preços desse grupo de produtos foi o segundo que mais subiu, de acordo com a pesquisa da FGV. Só ficou atrás do custo do transporte aos consumidores que, entre outubro de 2009 e setembro deste ano, elevou-se em 8,30%. Combate à pobreza A despeito da imensa desigualdade que ainda assola o Brasil, pesquisadores do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) afirmam que o país eliminará a pobreza em 20 anos. Com o uso de políticas públicas, como a de distribuição de renda e de expansão do acesso ao crédito, foi possível alçar 30 milhões de brasileiros à classe C nos últimos anos, mas ainda assim, falta muito, pelo menos a mesma quantidade de pessoas que ainda vive na linha de pobreza. "Temos muito espaço para melhorar ainda, mas desigualdade zero é algo utópico", ponderou o técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea, Sergei Soares. Com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), o instituto concluiu que o Brasil vem reduzindo, de forma gradual, o número de pessoas na linha da pobreza. Em uma avaliação da parcela de brasileiros com renda de até meio salário mínimo, o Ipea afirma que a miséria foi reduzida em 64% nos últimos 15 anos. "Matematicamente falta pouco, mas isso não quer dizer que uma política pública para a eliminação da pobreza seja tão fácil assim", disse Soares.    
EBAND.COM: Brasil poderá acabar com a pobreza em 20 anos, diz Ipea O Brasil poderá eliminar a pobreza em 20 anos, segundo dados da (Pesquisa Nacional por Amostragem Domiciliar) analisados pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada). De acordo com o técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea, Sergei Soares, o Brasil vem reduzindo a desigualdade de renda desde 2001 e também o número de pessoas na linha de pobreza. "Matematicamente falta pouco, mas isso não quer dizer que uma política pública para a eliminação da pobreza seja tão fácil assim. Temos muito espaço para melhorar, mas desigualdade zero é algo utópico", afirmou. Segundo a análise feita pelo Ipea, desde 2003, a população abaixo da linha de pobreza está em forte queda. Tendo como base as pessoas que ganham meio salário mínimo (o equivalente a R$ 232, em 2009), a pobreza caiu 64%, quando comparada a de 1995. Índices A pesquisa mostra ainda que a desigualdade de renda caiu, entre 2001 e 2008, em média 0,7 ponto de Gini (medida que varia de zero a um usada como referência para medir desigualdade de renda). Entre 2008 e 2009 houve uma desaceleração nessa queda, que foi de 0,54 ponto de Gini, causada pela crise financeira mundial. "Não foram grandes os efeitos da crise. Ela não chegou a aumentar a desigualdade de renda, o ritmo de queda foi que caiu um pouco. Ela caiu menos do que estava caindo. Os efeitos foram pequenos e temporários. Acredito que já devem ter passado no mercado de trabalho agora", disse Soares. O estudo também mostra que os 5% mais ricos da população brasileira tiveram uma queda na renda, entre 2001 e 2005, de 1%. A parcela da população que representa os 5% mais pobres teve um crescimento de 64% na renda. No período que vai de 2005 a 2009, os 5% mais ricos tiveram queda de 2% na renda e a parte da população que representa os 5% mais pobres teve um crescimento da renda de 20%. A pesquisa ainda revela que a metade mais rica teve um crescimento da renda entre 2005 e 2009 entre 13% e 30%, mas foi menor do que o crescimento registrado na metade mais pobre, cuja renda sofreu um incremento entre 31% e 35%. De acordo com o estudo, os dados caracterizam redistribuição de renda.    
O Ipea - Quem Somos Quem Somos Quem é Quem Missão Planejamento Estratégico Metas Institucionais Estrutura Organizacional Galeria de Presidentes Legislação Pertinente Plano de Trabalho Relatório de Atividades Relatório de Entregas O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) é uma fundação pública federal vinculada ao Ministério da Economia. Suas atividades de pesquisa fornecem suporte técnico e institucional às ações governamentais para a formulação e reformulação de políticas públicas e programas de desenvolvimento brasileiros. Os trabalhos do Ipea são disponibilizados para a sociedade por meio de inúmeras e regulares publicações eletrônicas, impressas, e eventos. Acesse o Estatuto do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada Acesse o Regimento Interno do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
Monitor Mercantil (RJ): Rico no clube dos 28 que menos paga IR (MANCHETE DO JORNAL) Segundo BC, entre 81 países, Brasil é apenas o 54º na taxação das elites Segundo estudo divulgado pelo Banco Central, a alíquota máxima do imposto de renda no Brasil é apenas a 54ª mais alta entre 81 países analisados. Ou seja, o país é 28º que menos cobra impostos dos ricos. Além disso, a alíquota máxima do imposto de renda no Brasil, de 27,5%, incide sobre um rendimento mensal de apenas R$ 3.743,19. "E nada tem sido feito para mudar esse quadro", salienta o economista Paulo Passarinho, conselheiro do Corecon-RJ, acrescentando que, se a renda está aumentando no país, o governo deveria acionar o princípio da progressividade tributária. "Quem ganhasse até R$ 2 mil, que é o salário mínimo constitucional, deveria estar totalmente isento de qualquer Imposto de Renda. Hoje, além de começar num piso baixo, a alíquota é alta", advoga, lembrando que, no topo da pirâmide, a alíquota é muito baixa em relação a Europa, por exemplo. "O ideal seria começar a partir de um valor bem mais alto com alíquotas mais baixas, que, no entanto, poderiam ir até 50% de acordo com a renda de cada indivíduo". O economista lembra que, até os anos 70, havia isso no Brasil. Para ele, através dos impostos se chega mais rapidamente a uma melhor distribuição de renda. "Atribuir à Educação o papel de melhorar distribuição de renda é acreditar que através do mercado teremos melhor alocação da mão-de-obra qualificada, o que não é verdade, conforme diversos estudos sobre o tema, o mais recente feito pelo Instituto de Política Econômica Aplicada (Ipea)", observa. A Suécia é o país com a maior alíquota (56,6%), seguido por Dinamarca (55,4%), Holanda (52%), Áustria, Bélgica e Grã-Bretanha (todos com alíquota máxima de 50%). Na América Latina, o Chile é o país com a alíquota máxima mais alta (40%). Já no Bric, o Brasil tem a 3ª maior alíquota máxima, atrás dos 45% da China e dos 30% da Índia. A Rússia tem alíquota única de 13% para qualquer rendimento.
JUSBRASIL: Porto Alegre sedia seminário nacional sobre previdência pública Presidente da Ajuris João Ricardo Costa entregou convite à defensora pública-geral do Estado Jussara Acosta O presidente da Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris), João Ricardo dos Santos Costa, convidou, hoje, 6, oficialmente a defensora pública-geral do Estado, Jussara Acosta, para o seminário Justiça Previdenciária Os Rumos da Previdência Pública Brasileira, que será realizado dias 14 e 15 deste mês, em Porto Alegre. O evento é uma promoção da Associação dos Magistrados Brasileiros, em parceria com a Ajuris, Associação dos Juízes Federais (Ajufe) e Associação Nacional dos Magistrados Trabalhistas (Anamatra). Participaram do encontro o defensor público-chefe de Gabinete, José Patrício, e o juiz assessor da Ajuris, Ronaldo Barão. O seminário nacional irá debater temas como autossustentabilidade financeira do(s) regime(s) próprio(s) de previdência dos servidores públicos, financiamento público estatal do regime próprio de previdência dos servidores públicos, privatização da previdência do servidor público, experiência de privatização chilena e argentina, e o déficit previdenciário, entre outros. O encontro deve reunir magistrados de todo o país, e integrantes das carreiras de Estado, servidores públicos e entidades representativas da sociedade civil. O assunto é de extrema importância e o momento é oportuno para o debate. Precisamos nos posicionar sobre o tema e a participação dos defensores públicos é fundamental, afirma a defensora pública-geral. A chefe da instituição lembra que, atualmente, há uma incerteza em relação ao futuro da previdência da classe. O presidente da Ajuris ressalta que é preciso mobilizar as carreiras públicas em relação ao tema previdência, especialmente, junto ao Congresso Nacional. Temos plena consciência que a previdência integral e pública é viável, diz. Entretanto, Costa lembrou que, para a área não ser deficitária, os recursos gerados devem ser aplicados especificamente ao fim a que se destina. As inscrições para o seminário Justiça Previdenciária Os Rumos da Previdência Pública Brasileira são gratuitas e podem ser realizadas por meio de formulário disponível em http://www.amb.com.br/previdencia. PROGRAMAÇAO Dia 14 de outubro 19h - ABERTURA Presidente da AMB - Mozart Valadares Pires Presidente da AJURIS - João Ricardo dos Santos Costa Presidente da AJUFE - Gabriel Wedy Presidente da ANAMATRA - Luciano Athayde Chaves 19h30 - PALESTRA A PREVIDÊNCIA DA MAGISTRATURA BRASILEIRA Cláudio Baldino Maciel - Desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) Dia 15 de outubro 9h - 1º PAINEL A AUTO-SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA DO(S) REGIMES(S) PRÓPRIO(S) DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS Delúbio Gomes Pereira da Silva - Diretor do Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público, do Ministério da Previdência Social. Benedito Cláudio Passos - Coordenador do Núcleo Atuarial de Previdência da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Denise Gentil - Doutora em Economia e Professora da UFRJ e Diretora-adjunta de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea.11h - 2º PAINEL FINANCIAMENTO PÚBLICO ESTATAL DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS Senador Paulo Paim Deputado Arnaldo Faria de Sá Deputado Vieira da Cunha 12h30 - INTERVALO 14h - 3º PAINEL A PRIVATIZAÇAO DA PREVIDÊNCIA DO SERVIDOR PÚBLICO Jefferson Kravchicynsky - advogado e Conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Aymoré Roque Pottes de Mello - Desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS). 15h30 COFFEE-BREAK 16h - PALESTRA A EXPERIÊNCIA DE PRIVATIZAÇAO CHILENA E ARGENTINA Milko Matijascic - Doutor em Economia pela UNICAMP e Chefe da Assessoria Técnica da Presidência do IPEA 17h - 4º PAINEL DÉFICIT PREVIDENCIÁRIO OU FISCAL? MITO OU REALIDADE? Cláudio Salvadori Dedecca - Doutor em Economia e professor do Instituto de Economia da Unicamp. Eduardo Fagnani - Doutor em Economia e Professor da Unicamp Maria Lucia Teixeira Werneck Vianna - Doutora em Ciência Política e Professora do Instituto de Economia da UFRJ Floriano José Martins - Diretor de Institutos da Anapar - Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão 18h30 - CARTA DA JUSTIÇA PREVIDENCIÁRIA 19h - PALESTRA DE ENCERRAMENTO      
O Estado do Maranhão On Line (MA): Ministro Fernando Haddad participa de reunião da Andifes na UFMA O ministro da Educação, Fernando Haddad, estará presente na reunião da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e do Conselho Pleno da Universidade Federal do Maranhão, que será iniciada hoje e se estende até sábado. O encontro faz parte da seqüência de reuniões de universidades federais e abordará temas importantes para o futuro da educação superior nacional. Na oportunidade, serão discutidos os temas prioritários da Andifes que foram entregues ao presidente Lula na audiência realizada no dia 19 de julho. Hoje, haverá discussão sobre o projeto de lei da carreira docente. O documento prevê salário, Gratificação de Encargos de Atividade de Preceptoria (GAP) e Gratificação de Atividade de Coordenação de Cursos (GCC). O texto também aborda a compensação para professor visitante e professor visitante estrangeiro. O diretor de Programas e Bolsas da Capes, Emídio Cantidio, e o professor César Barreto (UFMG) falarão sobre o Plano Nacional de Pós Graduação (PNPG). O PNPG é um documento que sintetiza as diretrizes que norteiam as políticas públicas de qualificação de pessoal em nível de mestrado e doutorado. O plano é editado a cada seis anos e faz um diagnóstico da pós-graduação nacional. A partir dessa avaliação, apresentam-se propostas de diretrizes, cenários de crescimento do sistema, metas e orçamento para a execução de ações. A versão atual do PNPG compreende o período de 2005 a 2010. A suplementação do orçamento de custeio para 2010 das universidades federais é um dos tópicos do segundo dia da reunião. A suplementação necessária é de R$150 milhões e o Conselho já concordou, em reuniões prévias, que o montante dos recursos da suplementação deve ser distribuído pela a matriz de OCC. Universidade - Pela abrangência dos temas que serão abordados, outros setores do governo também estarão presentes e contribuindo para o debate. O presidente do Ipea, Marcio Porchmann, por exemplo, realizará uma palestra em um seminário sobre o papel da universidade nos próximos 10 anos. Para o presidente da Andifes, reitor Edward Brasil, esse é um bom exemplo da forma que especialistas podem acrescentar à produção de um documento com o papel da universidade para o desenvolvimento do país. O professor José Fernandes de Lima, membro do Conselho Nacional de Educação (CNE), também confirmou presença na reunião e abordará o tema: diretrizes curriculares do ensino médio. O presidente da Andifes, reitor Edward Brasil, enfatizou a importância do tema. "Os alunos do ensino médio hoje são os universitários de amanhã. O nosso objetivo é transmitir conhecimento e formar o cidadão", declarou Brasil. Mais O Ministro da Educação, Fernando Haddad, vai participar amanhãda inauguração da unidade de ressonância magnética do Hospital Universitário Presidente Dutra, da Universidade Federal do Maranhão (UFMA). O evento acontecerá às 10h, com a presença do Natalino Salgado Filho e dirigentes da instituição de ensino superior.    
Chamada Pública nº 087/2010 Chamada Pública nº 087/2010 - Projeto "O Papel da Defesa na Inserção Internacional Brasileira"  Vagas: 09 (nove) bolsas Doutor Prazo de inscrição: 08 de setembro a 08 de outubro de 2010 Prorrogação de inscrições: até 22 de outubro de 2010 Resultado: A partir de 04 de novembro de 2010 Início das bolsas:  novembro de 2010 Chamada Pública nº 087/2010 Extrato de Publicação Chamada Pública nº 087/2010 (Prorrogação) Clique aqui para ver o resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.

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