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R7 Notícias: Em 2040, população idosa vai superar número de jovens Brasil terá que repensar políticas públicas para dar qualidade de vida aos idosos
O Brasil está oficialmente ficando mais velho. Entre os anos de 1992 e 2009, a participação de idosos na população brasileira passou de 0,9% para 1,6%. Embora o percentual seja baixo, fala-se de 2,9 milhões de pessoas com 80 anos e mais. No entanto, o que mais impressiona vai ocorrer apenas por volta de 2040: o número de pessoas com mais de 50 anos vai superar os indivíduos de 0 a 30 anos, de acordo com análise divulgada nesta segunda-feira (13) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2009 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Pnad/IBGE).
- O envelhecimento populacional é, hoje, um fenômeno mundial, mas no Brasil ocorre de forma acelerada – afirma a técnica de planejamento e pesquisa do Ipea, Ana Amélia Camarana.
Desemprego cresce entre os mais pobres, indica estudo ...Com 80% do Censo concluído, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) já conseguiu traçar parte do retrato do país e apontou que o país está mais velho e com famílias menores.
Segundo Ana Amélia, o envelhecimento populacional é resultado da manutenção por um período razoavelmente longo de taxas de crescimento da população idosa superiores às da população mais jovem. Ou seja, as pessoas estão vivendo muito mais tempo enquanto o número de nascimentos está caindo.
Além do envelhecimento da população total, a proporção da população “mais idosa”, de 80 anos e mais, está aumentando também, alterando a composição etária no próprio grupo, ou seja, a população idosa também envelheceu. O resultado, de acordo com o levantamento, mostra que em 2040 a camada chamada de “idosa” terá pessoas de 60 a 100 anos de idade.
O processo de envelhecimento é muito mais amplo do que uma modificação de pesos de uma determinada população, já que altera a vida dos indivíduos, as estruturas familiares, a sociedade etc. Altera, também, a demanda por políticas públicas e a pressão pela distribuição de recursos na sociedade.
Essa nova realidade, segundo Fernando Arbache, professor de logística e infraestrutura da Fundação Getúlio Vargas (FGV), deverá vir acompanhada de nova mentalidade para receber esse contingente de forma adequada.
- É preciso mudar como as instituições públicas e privadas enxergam os idosos, principalmente em termos de políticas públicas. Se compararmos com o passado, o Brasil já melhorou bastante nas questões á acessibilidade, pois hoje já sabemos que é preciso conceder serviços já pensando nos deficientes e nos idosos, mas se compararmos com outros países, como Chile, Austrália, Nova Zelândia, Irlanda e Canadá, ainda temos um longo caminho a percorrer.
Por isso, de acordo com a técnica do Ipea, suas consequências têm sido, em geral, vistas com preocupação, por impor desafios ao Estado, ao mercado e às famílias.
- O primeiro desafio é certamente a questão previdenciária já que com mais idosos será preciso ter mais dinheiro para garantir a aposentadoria a todos. Uma segunda mudança importante que vai ocorrer é a acessibilidade. Por exemplo, o mercado imobiliário deve pensar moradias para idosos, com rampas, elevadores, calçadas rebaixadas, pisos antiderrapantes etc.
Segundo o levantamento, quatro são as políticas mais importantes para a população idosa: renda para compensar a perda da capacidade de garantir seu sustento por meio do trabalho– previdência e assistência social –, saúde, cuidados de longa duração e a criação de um entorno favorável – habitação, infraestrutura, acessibilidade, redução de preconceitos etc.
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R7 Notícias: 51,5% das adolescentes com filhos moram na casa dos pais Das mulheres de 15 a 19 anos, 6,2% são chefes de família
O número de adolescentes que tem filhos no Brasil continua caindo entre as mulheres com 15 a 19 anos, na comparação com 1992 e 2009. Apesar da fecundidade (estimativa do número médio de filhos que uma mulher teria até o fim de seu período reprodutivo, avaliado perto dos 50 anos) desse grupo etário nos anos 1990 ter crescido, desde 2000, esse processo foi revertido e se mantém em queda. Destas adolescentes, 51,5% ainda vivem com os pais ou outro parentes, enquanto o número de mães casadas passou de 55,8%, em 1992, para apenas 40,3%, em 2009.
Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (13) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2009 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Pnad/IBGE).
Vale ressaltar que aumentou o número de jovens que chefiava famílias, chegando a 6,2% em 2009, ou seja, 53,7 mil adolescentes eram mães e responsáveis por suas famílias.
Segundo a técnica de planejamento e pesquisa do instituto, Ana Amélia Camarana, a redução na fecundidade foi observada de maneira generalizada em todas as regiões do país e em todos os grupos sociais.
- A tendência na próxima década é de forte redução na fecundidade das adolescentes
Em 1992, para cada 1.000 mulheres de 15 a 19 anos, registrou-se 91 filhos nascidos vivos. Em 2009, esta taxa se reduziu para 63 filhos nascidos vivos por mil mulheres. A redução nessa faixa etária foi observada em todas as regiões do país, sendo que os decréscimos mais intensos foram verificados no sul e no nordeste.
O ritmo de redução do número de filhos caiu da região norte à sul, embora com ritmo diferenciado. Entre os anos de 1992 e 2009, a diferença entre a fecundidade das mulheres nordestinas (taxa mais elevada naquele ano) e a das residentes na região sudeste caiu de 1,2 filho para 0,3 filho. Esses diferenciais também estão caindo na comparação entre as camadas de renda. Em 1992, as mulheres com renda mais baixa tinham 3,4 filhos a mais do que aquelas de renda mais alta. Em 2009, o diferencial havia caído para 2,4 filhos.
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R7 Notícias: População brasileira deve somar 206,8 milhões em 2030 Em 1970, Brasil vivia o medo de explosão populacional; hoje receio é faltar mão-de-obra
A população brasileira deve atingir o pico em 2030, somando 206,8 milhões de pessoas. A partir de então, a expectativa é que comece a diminuir em números absolutos, e em 2040 seja de 204,7 milhões, de acordo com análise divulgada nesta segunda-feira (13) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2009 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Pnad/IBGE).
A técnica de planejamento e pesquisa do instituto, Ana Amélia Camarana informou que esta desaceleração do ritmo de crescimento da população do país é verificada desde a década de 1970 mas se acentuou nos últimos 10 anos.
- Em 1970, projetávamos 200 milhões de habitantes para o ano 2000, hoje apostamos que esse valor seja atingido pouco depois de 2020.
De acordo com a análise do Ipea, essa conclusão pode ser explicada pela redução da mortalidade infantil acompanhada da queda na fecundidade (estimativa do número médio de filhos que uma mulher teria até o fim de seu período reprodutivo, avaliado perto dos 50 anos). Em 1993, a taxa de nascimentos apontava 2,8 filhos para cada mulher, em 2010, esse número ficou em 1,8. Este resultado, de acordo com Ana Amélia, está abaixo do necessário para manter o número de brasileiros constante – perto de 2,0 -, implicando em dois cenários para o Brasil.
- O primeiro efeito será sentido na força de trabalho, reduzindo a oferta de mão de obra. O segundo será um superenvelhecimento da população em níveis verificados apenas em países desenvolvidos, necessitando de nova visão social com essa faixa etária.
O estudo ressalta que esse movimento ocorre no Brasil em “velocidade acelerada”, reproduzindo a experiência de vários países da Europa Ocidental, da Rússia, do Japão etc. A técnica citou ainda os casos da Grécia e da França, que vive neste exato momento protestos com relação à reforma da previdência (que elevaria a idade mínima para que os franceses se aposentem).
Migração do Nordeste para o Sudeste recua ...Os técnicos do Ipea estimam ainda para esta década uma taxa média de crescimento da população de 0,9% ao ano, menos de um terço da observada para o período 1950-1970 (3,0% ao ano), quando a população brasileira registrou as mais elevadas taxas de crescimento.
- O Censo de 2010 vai sem dúvida mostrar que a população brasileira cresceu menos de 1% nesta década. Enquanto na metade do século XX viveu-se o medo de explosão demográfica, agora caminhamos para exatamente o medo oposto, da redução da população brasileira e necessidade de encontrar formas alternativas para suprir o mercado de trabalho.
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Comunicado nº 64 também aponta que a população diminuirá a partir de 2030 após pico de 206,8 milhões
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Folha de S.Paulo (SP): Ipea defende elevação da idade mínima para a aposentadoria
Para instituto, empresas devem investir em trabalhador idoso
Por Janaina Lage, do Rio
Diante do ritmo acelerado de envelhecimento da população, o país deveria discutir a elevação da idade mínima de aposentadoria, defendeu ontem a coordenadora de população e cidadania do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), Ana Amélia Camarano. "É bom, é importante não só para a questão fiscal, como para o próprio indivíduo não sair do mercado de trabalho", disse. Camarano destacou que esse não é um debate presente apenas no Brasil, e citou a França, que tem enfrentado greves e protestos contra o plano que prevê a elevação da idade mínima de aposentadoria de 60 para 62 anos. Ela lembrou ainda o Japão, que aprovou um aumento de 60 para 65 anos da idade mínima, válido a partir de 2013. Estudo apresentado ontem pelo instituto com base nos dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) mostra que a população brasileira atingirá o pico em 2030, quando chegará a 206,8 milhões de pessoas. Com a queda da natalidade e a tendência de envelhecimento, o instituto afirma que os novos empregos no futuro deverão se concentrar na população maior de 45 anos, que será responsável por 56,3% da futura população em idade ativa. Nos últimos anos, os idosos têm aumentado sua participação na população. Em 1992, representavam 7,9% do total. No ano passado, esse percentual subiu para 11,4%. Segundo Camarano, uma das consequências do processo de envelhecimento da população é que as empresas terão de se adaptar e oferecer melhores condições de trabalho a fim de reter funcionários na ativa pelo maior número possível de anos. Ela ressalta que é preciso reduzir o preconceito em relação ao trabalho dos idosos e investir na capacitação para que eles acompanhem as mudanças tecnológicas. "A própria aposentadoria compulsória aos 70 anos é fruto de preconceito. A sociedade e os empregadores terão de rever essa atitude."
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4166. Zero Hora On Line (RS): Envelhecimento da população vai exigir adequações no mercado de trabalho
Zero Hora On Line (RS): Envelhecimento da população vai exigir adequações no mercado de trabalho
A parcela dos brasileiros com menos de 15 anos caiu de 33,8% para 24% de 1992 até 2009
A população brasileira pode estar 'superenvelhecida' em algumas décadas, caso o nível de fecundidade, estimado em 1,8 filho por mulher, não aumente. Segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2009 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Pnad/IBGE), entre os anos de 1992 e 2009, a população idosa (com idade superior a 60 anos) pulou de 7,9% para 11,4% dos brasileiros. Por outro lado, a parcela dos brasileiros com menos de 15 anos caiu de 33,8% para 24% no mesmo período.
A expectativa, de acordo com os técnicos do Ipea, é que a partir de 2030 os únicos grupos populacionais que devam apresentar crescimento positivo sejam os com idade superior a 45 anos.
Para a coordenadora de População e Cidadania do instituto, Ana Amélia Camarano, o impacto dessa tendência na composição da população em idade ativa vai exigir adequações no mercado de trabalho. Ela acredita que, a exemplo do que vem ocorrendo em países como França e Japão, o Brasil pode adiar a idade mínima para a aposentadoria compulsória, hoje estabelecida em 70 anos, como forma de amenizar as pressões no sistema previdenciário. De acordo com o estudo, nas próximas décadas, os brasileiros com mais de 45 anos deverão responder por 56,3% da futura população em idade ativa.
- Vários países do mundo estão assumindo que o adiamento da idade mínima para se aposentar seja um dos caminhos para se resolver a questão do déficit previdenciário [em função do impacto do envelhecimento da população na força de trabalho]. É uma tendência geral e pode ser um caminho para o Brasil também. Não sei se será adotado aqui, mas é um caminho que está sendo discutido e adotado em vários países e é importante, não apenas para a questão fiscal, mas também para o indivíduo não sair do mercado de trabalho - afirmou.
Ana Amélia destacou, ainda, que esse novo panorama vai exigir adaptações das empresas, que precisarão adotar medidas voltadas para a saúde ocupacional, além de adequar sua estrutura física para permitir a mobilidade dos funcionários, promover capacitação para que os trabalhadores acompanhem as inovações tecnológicas, e incentivar a redução dos preconceitos com relação ao trabalho dos idosos.
A coordenadora do Ipea também ressaltou a importância da vinculação do benefício social ao salário mínimo, prevista na Constituição Federal de 1988, na redução da pobreza entre os idosos, já que entre os anos de 1992 e 2009 o percentual de idosos pobres caiu tanto entre homens (de 24,7% para 12,3%) quanto entre mulheres (de 20,8% para 11,4%).
O levantamento aponta, no entanto, que a seguridade social representa a parcela mais importante da renda dos idosos. Os rendimentos vindos do trabalho também são expressivos, em especial entre os homens (32,6%). Para as mulheres, a contribuição foi de 11,9%.
Com a melhor situação dos idosos, o estudo aponta também o aumento na proporção dos que chefiam famílias - esta era a situação de 13,8 milhões de pessoas em 2009. Nesses lares, os chefes contribuíam com 54,8% da renda familiar.
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BLOG DO PLANALTO (DF): Folha faz interpretação equivocada dos objetivos de seminário da SAE
A Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) divulgou nota nesta quinta-feira (14/10) contestando as informações publicadas pelo jornal Folha de S. Paulo sobre o seminário Visão Estratégica da Amazônia, organizado em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e apoio do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Segundo a nota, o jornal "interpretou de forma equivocada" os objetivos do seminário, ao dizer que haveria intenção de rever o Plano Amazônia Sustentável (PAS).
"A avaliação consensual dos Ministérios encarregados da execução do PAS é que as diretrizes adotadas na época de sua aprovação (08/05/2008) se demonstraram acertadas", diz a nota.
Leia abaixo a íntegra da nota:
O jornal Folha de São Paulo interpretou, de forma equivocada, os objetivos do seminário "Visão Estratégica da Amazônia" organizado pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) em parceria com o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e com apoio do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Ao contrário do que sugere o texto publicado na edição de hoje, não há intenção de rever o Plano Amazônia Sustentável (PAS). A avaliação consensual dos Ministérios encarregados da execução do PAS é que as diretrizes adotadas na época de sua aprovação (08/05/2008) se demonstraram acertadas.
O PAS tem obtido resultados significativos nas mais diversas áreas de atuação governamental, tais como: redução expressiva do desmatamento, regularização fundiária, prevenção e compensação adequadas para os efeitos ambientais de projetos na área de transportes e energia, com significativa redução dos impactos originalmente previstos.
O seminário se propõe a examinar, exclusivamente em nível técnico, as ações para o desenvolvimento sustentável da Amazônia, refletindo também sobre outras políticas públicas complementares. Conta com a participação exclusiva de especialistas, acadêmicos e funcionários de diversos Ministérios e agências federais com ação importante na Amazônia.
Os debates focalizam os seguintes temas: Desenvolvimento Industrial na Amazônia; Cidades, Desenvolvimento Agropecuário e Recuperação de Áreas Degradadas; Conhecimento sobre a Amazônia; Infraestrutura da Amazônia (transportes, telecomunicações e energia).
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4168. Chamada Pública nº 087/2010 - Projeto "O Papel da Defesa na Inserção Internacional Brasileira"
Chamada Pública nº 087/2010
Chamada Pública nº 087/2010 - Projeto "O Papel da Defesa na Inserção Internacional Brasileira" Vagas: 09 (nove) bolsas Doutor Prazo de inscrição: 08 de setembro a 08 de outubro de 2010 Prorrogação de inscrições: até 22 de outubro de 2010. Resultado: A partir de 04 de novembro de 2010 Início das bolsas: novembro de 2010 Chamada Pública nº 087/2010 Extrato de Publicação Chamada Pública nº 087/2010 (Prorrogação) Acesse aqui para cadastrar seu currículo
Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública.
Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
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Chamada Pública nº 087/2010
Chamada Pública nº 087/2010 - Projeto "O Papel da Defesa na Inserção Internacional Brasileira" Vagas: 09 (nove) bolsas Doutor Prazo de inscrição: 08 de setembro a 08 de outubro de 2010 Prorrogação de inscrições: até 22 de outubro de 2010. Resultado: A partir de 04 de novembro de 2010 Início das bolsas: novembro de 2010 Chamada Pública nº 087/2010 Extrato de Publicação Chamada Pública nº 087/2010 (Prorrogação) Chamada Pública PROCIN nº 002/2010 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo
Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública.
Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
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SBT: POPULAÇÃO SÓ VAI CRESCER ATÉ O ANO 2030 Estudo apresentado ontem pelo Ipea com base nos dados da Pnad mostra que a população brasileira atingirá o pico em 2030, quando chegará a 206,8 milhões de pessoas. Mas, a partir deste ponto a taxa de fecundidade deve ficar estável até que o número de nascimentos seja menor do que de mortes.
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Rádio CBN: ENTREVISTA COM JOSÉ CECHIN, EX-MINISTRO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL José Cechin, ex-ministro da Previdência Social, fala sobre a pesquisa divulgada ontem pelo Ipea e comenta sobre a elavação da idade mínima de aposentadora.
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O Estado de S.Paulo (SP): Desemprego seletivo No mercado de trabalho, o crescimento econômico tem mostrado uma distorção que, se não eliminada por meio de políticas públicas adequadas, ampliará as desigualdades de renda no País. Embora o desemprego entre todos os trabalhadores brasileiros venha diminuindo gradualmente desde 2004, quando se examina separadamente o que ocorreu com a faixa dos 20% mais pobres da população economicamente ativa, constata-se que, nessa faixa, o desemprego aumentou, tanto proporcionalmente como em números absolutos. É claro que, se a economia não crescesse, os índices de desemprego dos mais pobres seriam piores, como seriam piores suas condições de vida. O que esses números mostram é que, para uma parcela significativa de brasileiros, o crescimento econômico não está sendo tão benéfico como para as demais. Entre agosto de 2004 e agosto deste ano, a taxa de desemprego entre os 20% mais pobres (com renda per capita familiar de até R$ 203,30 mensais) nas seis principais regiões metropolitanas do País passou de 20,7% para 26,27%, como mostrou reportagem de Marcelo Rehder publicada terça-feira pelo Estado. Já o desemprego entre os 20% mais ricos (com renda per capita familiar superior a R$ 812,30 mensais) caiu de 4,04% para apenas 1,4% no mesmo período. Nesses seis anos, o total de desempregados nas regiões metropolitanas caiu de 2,4 milhões para 1,6 milhão, mas o número de pobres sem emprego aumentou de 652,1 mil para 667,7 mil. Os dados são de um levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão do governo federal, com base na pesquisa mensal de emprego do IBGE. O levantamento do Ipea é mais uma comprovação de que o mercado de trabalho brasileiro está se tornando cada vez mais exigente, incorporando, em primeiro lugar, os trabalhadores que tenham maior tempo de escolaridade, melhor qualificação profissional e, se possível, mais experiência. São, também, os trabalhadores habilitados a auferir renda mais alta. Assim, os trabalhadores com menor grau de preparação vão sendo preteridos e engordam a lista dos desempregados. Eles só são admitidos quando as empresas não têm escolha. Preocupadas com a baixa qualificação dos profissionais disponíveis no mercado, empresas privadas e associações empresariais já desenvolvem programas específicos de preparação de trabalhadores para a execução de algumas tarefas menos complexas. Isso ocorre até mesmo na indústria da construção, que, até há alguns anos, era a porta de entrada do mercado para trabalhadores de baixa qualificação ou sem nenhum preparo profissional. Em certos casos, canteiros de obras se transformaram em centros de formação profissional. São soluções para problemas emergenciais, mas não resolvem um problema que se tornou estrutural. As dificuldades dos trabalhadores de baixa renda para encontrar um emprego são diretamente proporcionais a seu nível de escolaridade. O estudo do Ipea constatou que, entre os trabalhadores mais pobres desempregados, apenas 41,8% frequentaram escola por 11 anos ou mais; entre os que ganham mais, a proporção sobe para 86,1%. "É educando a população, principalmente a mais jovem", que o Brasil conseguirá enfrentar esse problema, diz o economista José Márcio Camargo, da PUC do Rio de Janeiro. Para isso, o País precisa melhorar a qualidade das escolas públicas, principalmente a pré-escola, o ensino fundamental e o ensino médio, reduzindo também as diferenças de qualidade do ensino. Foi isso que fez a maioria dos países que conseguiram reduzir as desigualdades de renda e crescer com regularidade. "Mas o governo brasileiro gasta sete vezes mais por aluno do ensino superior do que por aluno do ensino fundamental e da pré-escola", observa Camargo. Se o governo federal não mudar sua política, os salários dos mais ricos continuarão a crescer mais depressa do que os dos mais pobres, e estes terão cada vez menos oportunidades no mercado de trabalho.
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O Estado de S.Paulo (SP): terá de rever idade de aposentadoria, diz Ipea
O envelhecimento da população brasileira deve levar o País a aumentar a idade mínima para a aposentadoria e acabar com a aposentadoria compulsória, disse ontem a técnica de planejamento e pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) Ana Amélia Camarano. "É importante acabar com a aposentadoria compulsória. Ela é fruto de preconceito", disse durante a divulgação do Comunicado Pnad 2009: Primeiras Análises - Tendências Demográficas. "É importante que as pessoas vejam o trabalho do idoso com menos preconceito, até porque, senão, não haverá gente para trabalhar (no futuro)", acrescentou. O comunicado do Ipea prevê que a população brasileira deve parar de crescer por volta de 2030, quando atingirá o pico de 206,8 milhões de habitantes. A tendência, diz o documento, é resultado da combinação da queda da mortalidade com redução da fecundidade. O estudo mostra que a população idosa (60 anos ou mais), que era de 7,9% da população brasileira em 1992, passou a ser de 11,4% em 2009. Ana Amélia afirmou que o envelhecimento da população vai requerer outras medidas, como a revisão da idade mínima para aposentadoria. "Estamos vendo isso na França, que está praticamente parada, e também é uma tendência para o Brasil." Segundo ela, esse tipo de medida é positiva para a Previdência e também para os idosos, que se beneficiariam da maior permanência no mercado de trabalho. "Principalmente para o homem, a saída do mercado de trabalho significa desintegração social. Com isso, aumentam os índices de alcoolismo, de depressão e até de suicídios", comenta. Segundo a técnica, o País tem avançado na redução da pobreza entre os idosos e uma das causas é o fato de o piso da aposentadoria ser o salário mínimo. O estudo mostra que em 6,2 milhões de famílias em que o idoso era chefe ou cônjuge havia filhos adultos residindo. Nessas residências, os idosos contribuíam com 54,8% da renda familiar. E 1,9 milhão de idosos moravam na casa de filhos, genros ou outros parentes, contribuindo com 23,1% da renda familiar.
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Valor Econômico (SP): A importância do setor externo na evolução do IPCA
Em uma economia aberta e com elevada mobilidade de capitais, como a brasileira, a inflação depende, fundamentalmente, de três fatores macroeconômicos: a demanda agregada (ou o nível de atividade econômica), a oferta agregada e a taxa de câmbio. Partindo dessa premissa, analisamos empiricamente o processo de formação de preços na economia brasileira, durante o regime de metas de inflação. Foram utilizadas as seguintes variáveis: 1) Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do IBGE; 2) taxa de câmbio média real/dólar, fornecida pelo Banco Central; 3) índice da produção física (quantum) da indústria, calculado pelo IBGE e usado como indicador do comportamento da demanda agregada; e 4) índice de preço das commodities, formulado pelo Ipea e utilizado como indicador das condições de oferta (este índice refere-se a uma cesta de commodities, divididas em três grupos: metálicas; não metálicas; e energéticas. Ele reflete a estrutura de custos do setor produtivo. Isto é, uma elevação dos preços das commodities constitui um choque negativo de oferta, com impactos inflacionários inequívocos. Seu uso justifica-se especialmente em face da internacionalização dos processos produtivos, verificada após meados dos anos 1990).
Com isso, podem-se separar os condicionantes macroeconômicos do IPCA em dois: 1) domésticos, que se refletem na demanda agregada; e 2) externos, que se expressam nas condições de oferta agregada e a taxa de câmbio. O câmbio é, isoladamente, o componente mais relevante na determinação do IPCA, seguido pelas condições de oferta e, finalmente, pelo nível de atividade econômica. Isso robustece um fato estilizado da economia brasileira após o Plano Real: a importância do câmbio na determinação dos preços. O coeficiente de repasse cambial estimado (da ordem de 6% a 7%) é expressivamente maior do que o impacto da demanda agregada sobre o IPCA (entre 2% a 5%, dependendo da metodologia empregada). Essa constatação também se verifica quando se decompõe a variância do IPCA (veja quadro). A maior parcela da variância do IPCA (12%) é explicada pela variância do câmbio (ao final de 12 meses). Já a variância da oferta, contribui para 2,5% da variação da inflação. A demanda agregada, por sua vez, explica apenas 1% da variância do IPCA. É possível comparar e até mesmo estabelecer uma hierarquia entre os condicionantes domésticos e externos da inflação. Em conjunto, a taxa de câmbio e as condições de oferta explicam mais de 14% da variância da inflação. O nível de atividade responde por somente 1% da variância do IPCA. Vale dizer, a evolução dos preços é substancialmente mais sensível aos fatores externos do que aos condicionantes domésticos. A evolução dos preços é substancialmente mais sensível aos fatores externos do que aos fatores domésticos A evidência empírica indica, portanto, a existência de forte e patente assimetria entre a relevância dos fatores de ordem doméstica e os de caráter externo na determinação do IPCA. Por um lado, é muito alto o peso dos condicionantes externos (taxa de câmbio e preço das commodities) na evolução da inflação. Por outro lado, os condicionantes internos (nível de atividade econômica) explicam parcela reduzida da inflação. Em poucas palavras, os fatores externos se sobrepõem largamente ao comportamento da demanda agregada na determinação dos preços. Esse resultado traz relevantes implicações de política econômica. Ele reforça a tese de que há problemas no mecanismo de transmissão da política monetária: uma contração da demanda agregada tem reduzido impacto deflacionário. A existência de problemas na transmissão da política monetária implica que, em última instância, a taxa básica de juros (Selic) é pouco potente para conter os preços. Ou seja, o BC, ao aumentar os juros, pode até contrair a demanda agregada; entretanto, o desaquecimento da economia não se transmite "integralmente" para os preços. Como os condicionantes externos são preponderantes na evolução dos preços, a política monetária - que, por sua natureza, atua sobre os fatores domésticos - torna-se pouco eficaz para combater a inflação no Brasil. Esta é uma das principais razões para explicar o excesso de rigidez que tem marcado a política monetária: como o BC utiliza um instrumento pouco potente, ele se vê "forçado" a exagerar na dose. É por isso que, apesar de praticarmos a maior taxa de juros (real) do mundo, a inflação resiste a cair abaixo de 5% ao ano. (no período 1999-2009, o IPCA ficou abaixo desse patamar em apenas duas ocasiões, e sua média aproximou-se de 7%). É verdade que, ao aumentar a taxa Selic, o BC torna os ativos financeiros domésticos mais rentáveis estimulando a entrada de capitais externos e, assim, contribuindo para valorizar o real. Como o repasse cambial é alto, os efeitos da política monetária se transmitem para os preços pelo canal do câmbio. O problema é que a autoridade monetária não pode contar apenas com esse canal por uma razão muito simples: a política monetária, por si só, não é capaz de determinar a taxa de câmbio. Essa variável depende de uma gama de outros fatores, além da taxa de juros, que estão completamente fora do controle do BC. O câmbio é influenciado, por exemplo, por: 1) termos de troca; 2) demanda por exportações, intimamente relacionada com o nível de renda dos nossos parceiros comerciais; 3) aversão a risco dos investidores internacionais; e 4) condições internacionais de liquidez. Consequentemente, o BC acaba se tornando refém das condições externas. Quando os ventos vindos do exterior são favoráveis, a política monetária é potencializada e, portanto, as metas de inflação são cumpridas com maior facilidade. Quando a situação externa é desfavorável, a política monetária tem sua eficácia comprometida e, assim, o BC tem dificuldade para atingir seu objetivo primordial, a estabilidade de preços. André de Melo Modenesi é professor do Instituto de Economia da UFRJ e autor do livro "Regimes monetários: teoria e a experiência do real" *Eliane Cristina de Araújo é professora do Departamento de Economia da Universidade Estadual de Maringá.
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Jornal do Commercio (RJ): Envelhecimento deve elevar idade mínima
O envelhecimento da população brasileira deve levar o País a aumentar a idade mínima para a aposentadoria e acabar com a aposentadoria compulsória. A avaliação é da coordenadora de População e Cidadania do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Ana Amélia Camarano. "É importante acabar com a aposentadoria compulsória. Ela é fruto de preconceito", disse, durante a divulgação do Comunicado do Ipea nº 64 – Pnad 2009: Primeiras Análises – Tendências Demográficas, no Rio. Ana Amélia afirmou que o envelhecimento da população vai requerer outras medidas, como a revisão da idade mínima para aposentadoria.
Segundo ela, esse tipo de medida é positiva para a Previdência e também para os idosos, que se beneficiariam da maior permanência no mercado de trabalho.
"É importante do ponto de vista da questão previdenciária e fiscal, e do ponto de vista do indivíduo. Principalmente para o homem, a saída do mercado de trabalho significa desintegração social”, avaliou.
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4176. BANDNEWS - FM: ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO VAI EXIGIR ADEQUAÇÕES NO MERCADO DE TRABALHO, APONTA IPEA
BANDNEWS - FM: ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO VAI EXIGIR ADEQUAÇÕES NO MERCADO DE TRABALHO, APONTA IPEA A população brasileira deve atingir o pico de crescimento em 2030 e depois começar a envelhecer. A marca será de 206 milhões de habitantes, de acordo com o Ipea. A coordenadora de populção do Ipea, Ana Amélia Camarano, revela que os novos empregos deverão se concentrar nas pessoas com mais de 45 anos, o que vai exigir mudanças nas empresas.
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Chamada Pública nº 096/2010
Chamada Pública nº 096/2010 - Projeto " Propriedade Intelectual e Aspectos Concorrenciais" Vagas: 01 (uma) bolsa Assistente de Pesquisa I (Graduado). Prazo de inscrição: 18 de outubro a 03 de novembro de 2010. Resultado: A partir de 08 de novembro de 2010. Início das bolsas: Dezembro de 2010. Chamada Pública nº 096/2010 Acesse aqui para cadastrar seu currículo
Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública.
Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
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Chamada Pública nº 095/2010
Chamada Pública nº 095/2010 - Projeto "Sistema de Indicadores Econômicos e Sociais" Vagas: 02 (duas) bolsas Auxiliar de Pesquisa (Graduando), 01 (uma) bolsa Assistente de Pesquisa I (Graduado) e 01 (uma) bolsa Incentivo a Pesquisa III (Modalidade I). Prazo de inscrição: 14 a 29 de outubro de 2010. Resultado: A partir de 08 de novembro de 2010. Início das bolsas: Novembro de 2010. Chamada Pública nº 095/2010 Clique aqui para ver o resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo
Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública.
Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
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4179. Panorama Ipea, edição 11
Panorama Ipea - edição 11
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programa_panorama11_radio
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Code tem entrada franca e reunirá vários pensadores. Inscrição poderá ser feita na Secretaria do evento
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