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O Estado de S.Paulo (SP): Notas desconfiadas É claro que há a propaganda oficial, feita de discursos oportunistas e pesquisas enviesadas, e o brasileiro em geral é muito suscetível a ela. Mas o denominador final é a situação concreta, cotidiana.Por exemplo:os políticos brasileiros gostam de dizer, como Dilma disse, que “Lula criou 14 milhões de empregos”. Lula não criou nada, ou melhor, o governo é responsável por uma parte menor dessa geração de empregos dos últimos oito anos. Se o número é esse, foi gerado pela sociedade produtiva, pela economia de mercado. O fato, no entanto, é que o desemprego está abaixo de 7% do PIB e, por mais que a informalidade e a baixa qualidade sejam amazônicas, o que as pessoas veem no dia a dia são as oportunidades aparecendo. E, mesmo que a classe média não seja exatamente aquilo que diz o Ipea, a maioria está consumindo bem mais. Volto a afirmar: estamos vivendo o vigor do capitalismo. Quem diria.
Correio Braziliense On Line (DF): Dilma terá de pagar R$ 3,8 bi para mudar vida de brasileiros miseráveis Izabelle Torres O Brasil que elegeu Dilma Rousseff tem 5% da população cuja renda mensal familiar não passa de R$ 50. A esse pedaço do país é que mais interessa a promessa da sucessora de Lula de erradicar a miséria nos próximos quatro anos. O desafio já tem conta calculada. E não é tão custosa quanto indicavam as primeiras avaliações. Para atingir apenas os 9,5 milhões de brasileiros que vivem na mais absoluta miséria, devem ser gastos R$ 3,8 bilhões por ano. Na prática, a equipe calcula gastar cerca de R$ 1,66 por mês para cada brasileiro na guerra contra a extrema pobreza. A conta foi feita por especialistas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). "Essa é a base de linha de renda mais baixa. É uma abordagem que avalia apenas os aspectos mais graves da pobreza. Daí, o número de pobres ser menor do que o de outras análises e o valor previsto para tirá-los da miséria também. Seria apenas um ponto inicial de abordagem", explica Sergei Soares, técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea. É nesse grupo de miseráveis que se inclui a vendedora de panos de prato Iasmin Tenório. Moradora do município de Novo Gama (GO), ela não sabe como se cadastrar no programa Bolsa Família e acredita ter sido esquecida pelo poder público. Ela sustenta o marido com problemas de saúde e um filho com R$ 40 por mês. "A gente vive nesse barraquinho. Às vezes falta comida. Sempre falta o resto. Nem sei como fazer para receber a ajuda do governo", diz. É para gente como a vendedora Iasmin que o Brasil administrado pela nova presidente vai precisar trabalhar se quiser acabar pelo menos com os índices extremos de miséria. Brasileiros como a vendedora do Novo Gama elegeram a nova presidente e agora vivem da expectativa por dias melhores. Não por acaso. Em seu primeiro discurso depois do resultado da eleição, Dilma foi taxativa: "Não podemos descansar enquanto houver brasileiros com fome, enquanto houver famílias morando nas ruas, enquanto crianças pobres estiverem abandonadas à própria sorte". Ação global Se o custo do investimento para combater a miséria levando em conta apenas os muito miseráveis é de menos de R$ 4 bilhões por ano, o preço de um investimento real no combate à pobreza supera a casa dos R$ 20 bilhões anuais, segundo o especialista da Fundação Getulio Vargas (FGV) Marcelo Neri. Para ele, a avaliação sobre a miséria não deve levar em conta apenas a falta da comida, mas também as condições básicas de existência dos brasileiros. "Avaliamos que uma família, para não ser miserável, deve ganhar pelo menos R$ 120 por mês. Para viver melhor, R$ 144. Não é um custo muito alto para o governo. É uma meta possível, se for bem administrada", afirma. Atualmente, o governo gasta por ano cerca de R$ 13 bilhões com os beneficiários do programa Bolsa Família. Para Neri, a grande dificuldade do Estado para acertar o passo no combate à miséria é conseguir mapear os brasileiros que precisam de mais ajuda e diferenciá-los dos que precisam de menos dinheiro. Além disso, segundo ele, as regiões brasileiras também precisam receber tratamento diferenciado dos programas sociais. "O governo federal gasta em média 21% do PIB na área social. Creio que investir R$ 20 bilhões - que é menos de 1% da riqueza do país - para erradicar a pobreza é uma conta pequena e fácil de ser cumprida", diz o professor. De acordo com os critérios do especialista, se forem levadas em consideração as condições básicas de vida de uma pessoa, o número de pobres no país ultrapassa 28 milhões. "É muito, mas é menos do que já existiu. Além disso, as coisas melhoraram e o custo por habitante para erradicar a pobreza é menor hoje do que em anos anteriores", ressalta. Segundo estudos da FGV, o combate à miséria custava R$ 23 por dia em 1993 por brasileiro. Em 1995, depois da implantação do Plano Real, o custo caiu para R$ 17. Agora, se a ideia for combater apenas a pobreza extrema, o investimento diário possível é de cerca de R$ 0,10 por brasileiro. "Além da exigência financeira mais baixa, o país agora tem o cadastro de quem são os pobres. Anos atrás, não era possível nem achá-los pelo país. Creio que, se o governo acertar o passo e gastar o dinheiro da forma correta, será possível fechar essa conta e erradicar a miséria. Nem que seja usando o parâmetro mais baixo de renda", conclui o especialista. Critérios variados Os números da pobreza variam de acordo com os critérios usados por cada processo de avaliação. Conforme o IBGE, são 21 milhões de pobres. Na última sexta-feira, o Pnud divulgou estudo no qual a avaliação das condições de existência, como o acesso a saneamento básico e a saúde, mostram que a pobreza no país atinge 8,5 % dos brasileiros, ou seja, 16 milhões de pessoas. Segundo os critérios usados pela FGV, são 28 milhões.    
ESTADÃO.COM (SP): Analistas divergem sobre papel da CPMF Primeiro confronto é entre os que acham que a saúde precisa de mais dinheiro e os que veem a má gestão como principal problema Lourival Sant'Anna - O Estado de S.Paulo A discussão acerca da volta da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) é um caminho cheio de bifurcações. A primeira separa os que acreditam que a saúde no Brasil precisa de mais dinheiro dos que preferem melhor gestão. Mais adiante, os que concordam que precisa de mais dinheiro também se dividem, entre os que acreditam que o Estado precisa arrecadar mais e os que acham que ele deve cortar gastos noutras áreas e destinar o excedente à saúde. Há ainda os que gostam da CPMF e os que a consideram um tributo ruim. Sepultada numa votação histórica no Senado em dezembro de 2007, a CPMF, nascida em 1996 para supostamente custear a saúde, voltou a assombrar o contribuinte brasileiro. Sua sepultura foi reaberta na quarta-feira, na primeira entrevista coletiva de Dilma Rousseff como presidente eleita, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Lula introduziu o assunto de forma biliar, demonstrando que continua atravessada na sua garganta a derrota para a oposição. Dilma lavou as mãos e apresentou a demanda como sendo dos governadores. "O problema do setor da saúde, nos níveis federal, estadual e municipal, não é de escassez de recursos, mas de sua má alocação, de gestão", rechaça Marcelo Piancastelli, especialista em finanças públicas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), do governo federal. "Os Estados não estão precisando, mas querendo mais dinheiro. Acho absurdo." O pesquisador observa que o setor não adota ferramentas de gestão e planejamento: não há sistemas de controles de preços, comparações de custos de procedimentos, medicamentos e equipamentos. Cada Estado e até cada hospital paga preços inteiramente discrepantes entre si, sem referências de mercado. "Pagam-se preços exorbitantes. É o setor com mais desperdício de recursos", diz Piancastelli. O consultor Clóvis Panzarini acredita que essas deficiências se estendem aos outros setores da administração pública, nos vários níveis. "Falta gestão, responsabilidade no gasto, porque o custeio cresce muito mais que o PIB (Produto Interno Bruto), com desperdício, contratação de pessoal, publicidade, corrupção, festas esportivas e construção de estádios", critica Panzarini, coordenador da Administração Tributária da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo entre 1995 e 2002, nos governos de Mario Covas e Geraldo Alckmin. A economia deve crescer 7,5% este ano e a arrecadação, entre 17% e 18%. "Com esse aumento estupendo de arrecadação, falar em aumentar a carga tributária é escandaloso." "Claro que existe um problema fiscal nos Estados, mas é por conta da absoluta liberalidade", analisa o consultor e professor Everardo Maciel. Secretário da Receita Federal também entre 1995 e 2002, no governo Fernando Henrique Cardoso, Maciel aponta a autonomia dos Poderes Judiciário e Legislativo nos Estados - assim como no nível federal: "Mandam a conta que for, e que se busquem os recursos para resolver." Ele diz também que as "competências concorrentes" entre União, Estados e municípios, sobretudo na saúde, educação e, de forma crescente, na segurança pública, abrem as torneiras dos gastos. Barganhas. "Se um prefeito do interior quer construir uma escola, em vez de usar dinheiro do orçamento, pode conseguir uma emenda e gastar o recurso próprio com outra coisa, que não é tão necessária", exemplifica Maciel. Se a partilha de responsabilidades e receitas entre os três níveis fosse bem definida, os gastos seriam orientados por "critérios objetivos", em vez de "barganhas políticas". Maciel é contra a vinculação de verbas orçamentárias, como prevê, por exemplo, a Emenda 29, que espera regulamentação, e destina 12% das receitas dos Estados e 15% das dos municípios para a saúde. Ele acha que os gastos deveriam ser definidos pelas necessidades e os recursos, transferidos segundo a capacidade de cada município de cumprir metas. "Faltam as duas coisas: dinheiro e gestão", recusa o dilema o médico Gilson Carvalho, consultor do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). "Com mais dinheiro sem gestão e com melhor gestão sem dinheiro vai ter dificuldades de qualquer maneira." Comparando-se o gasto per capita com saúde no Brasil e noutros países, diz ele, constata-se que é preciso aumentá-lo. Em dados de 2006, o Brasil gasta US$ 367 per capita por ano com saúde; Colômbia, US$ 534; Argentina, US$ 758; Portugal, US$ 1.494; Inglaterra, US$ 2.434; França, US$ 2.833; Estados Unidos, US$ 3.074. Em 2009, o gasto brasileiro subiu para US$ 442. Piancastelli, do Ipea, contesta esse argumento: ele diz que a comparação não pode ser feita com países de população bem menor, já que o Brasil tem uma rede muito maior e o ganho de escala lhe permite gastar menos per capita. "O único com população e gasto per capita maiores que o nosso são os Estados Unidos, mas é o país mais rico do mundo", diz o pesquisador. "Se trouxer dinheiro a mais para a saúde, a CPMF será bem-vinda", condiciona Carvalho. "Se for para sacrificar a população com mais um imposto e substituir fontes de receita, não valerá a pena." Os recursos da União para a saúde são calculados sobre o montante do ano anterior mais o crescimento nominal do PIB. Foi por isso que o fim dos R$ 40 bilhões ao ano de receita da CPMF, a partir de 2008, não reduziu o orçamento da saúde, que continuou crescendo, junto com a economia (ver gráfico acima). É de R$ 66,9 bilhões este ano. Apunhalada. O deputado federal Marcus Pestana (PSDB), secretário da Saúde de Minas nos sete anos de governo de Aécio Neves, concorda que o setor precisa de recursos, mas considera uma "apunhalada nas costas do eleitor" querer recriar a CPMF logo depois de uma campanha presidencial na qual se falou em reduzir a carga tributária. Ele acha que antes é preciso aprovar a Emenda 29, e que a CPMF só pode ser discutida no contexto de um novo "pacto federativo" e de uma reforma tributária e fiscal - que reveja os papéis do Estado e entregue à iniciativa privada o que ela pode fazer com mais eficiência. O consultor Amir Khair, secretário de Finanças da prefeita Luiza Erundina (na época no PT) entre 1989 e 1992, assegura: "A saúde precisa de mais do dobro dos recursos." Ele acredita que a CPMF é um tributo justo, cobrado dos que têm mais dinheiro e destinado aos que têm menos. Para Khair, a contribuição é rejeitada pela classe média e alta, que movimenta dinheiro em banco e tem plano de saúde, ou seja, não está entre os 80% de brasileiros que utilizam exclusivamente o Sistema Único de Saúde (SUS). Esse é um dos motivos pelos quais Isaías Coelho, do Núcleo de Estudos Fiscais da Fundação Getúlio Vargas, não gosta da CPMF. Para ele, o pagamento de imposto confere "dignidade" e "cidadania" aos pobres: "O povo precisa criar a consciência de que o governo não está dando nada para ninguém, que paga para ele fazer o serviço." Mas até essa premissa é contestada por Everardo Maciel: "É um equívoco achar que os pobres não pagam CPMF porque não movimentam dinheiro em banco. Ela incide em cascata sobre os preços dos produtos, que têm peso maior sobre quem ganha menos." Ao abrir o túmulo da CPMF, Lula e Dilma desenterraram muitos problemas não resolvidos.    
Revista Istoé Dinheiro: O Brasil que ela encontra Dilma Roussef herda de Lula um país com melhores indicadores econômicos, financeiros e sociais do que ele encontrou em 2003. Ano de seu primeiro mandato. Por Redação da DINHEIRO A classe média já é a maioria da população e forma um mercado consumidor cobiçado, que estimula novos investimentos e atrai dinheiro do mundo todo. O futuro já começou Moeda forte 5,5% foi a queda do dólar americano diante do real em 12 meses, até 29 de outubro, para R$1,70. Motivo: o País atrai investimentos estrangeiros diretos ( que procuram ganhos diante do crescimento robusto da economia) e financeiros (que aprovam os juros mais altos) US$ 10 Bilhões é quanto os turistas brasileiros devem gastar no Exterior a mais do que os estrangeiros devem gastar no Brasil este ano US$ 280 Bilhões é o saldo das reservas internacionais do País. O maior da história. Comércio exterior As exportações chegaram ao pico de US$ 198 bilhões em 2008. A crise global reduziu os embarques e os preços lá fora. Este ano, as vendas devem alcançar US$ 193 bilhões. As importações também cresceram e reduziram pela metade o saldo comercial, que chegou a US$ 46 bilhões em 2006. Mas o resultado ainda é positivo para o Brasil. Em 2010, o superávit comercial será de US$ 15,5 bilhões Contas públicas 39,6% do PIB é a projeção oficial da dívida pública para 2010. Em 2002, primeiro ano do governo Lula, essa relação chegou a 60,6%. O endividamento caiu e o déficit público nominal também: saiu de 4,4% em 2002 para 1,9% em 2010 R$ 46 bilhões é a projeção do déficit da Previdência Social para 2010, causado principalmente pelas aposentadorias rurais. Nos benefícios urbanos, entra mais dinheiro di que sai: superávit de R$ 5,9 bilhões até agosto Crédito 46,2 % do PIB é o volume total de crédito no País, que chegou a R$ 1,6 trilhão em agosto. Os empréstimos para a compra de automóveis e da casa própria para as pessoas físicas atingiram R$ 541 bilhões Emprego 6,2% foi o índice de desemprego medido pelo IBGE em setembro, o menor da série histórica. Em 2003, era de  12,4%. Os novos empregos com carteira assinada devem passar de 2,2 milhões em 2010, estima o Ministério da Fazenda. 36% dos domicílios no Brasil têm computador e 27% deles têm acesso à internet. o índice de conectividade da população é maior quando se leva em conta a utilização de computadores nas empresas, nas lan houses e nas escolas. 3,4 milhões é a produção prevista de veículos automotores no Brasil este ano, segundo a Anfavea Classe média 103 milhões de brasileiros já são da classe C. Desde 2002, cerca de 25 milhões subiram para o centro da pirâmide social. Em 2010, o poder de consumo das classes C e D (59% da massa de renda) supera o das classes A e B (40%) Pobreza 4% é a população que vive em extrema pobreza. Antes do Bolsa Família, programa que benficia 49 milhões de pessoas, esse índice era três vezes maior: 12 % Salário mínimo R$ 510 por mês é o valor do salário mínimo em 2010. Medido em dólares é o maior valor real dos últimos 20 anos. A política de aumentos reais do mínimo explica parte da ascensão social das classes D e E E o Brasil que ela pode deixar... Inúmeras variáveis nacionais e estrangeiras podem influenciar a gestão econômica e social do governo de Dilma Roussef até 2014, para o bem ou para o mal. A maioria dos analistas prevê uma continuidade dos avanços, com a melhoria gradual dos indicadores. A seguir, as projeções oficias (com a fonte citada) e do Banco Santander (as demais). Moeda forte R$ 2,05 poderá ser a cotação do dólar no final de 2014 US$ 167 bilhões em investimentos diretos estrangeiros serão atraídos pelo Brasil de 2011 a 2014. A média anual será de US$ 41,8 bilhões acima dos US$ 32 bilhões recebidos nos último quatro anos Comércio exterior As exportações do Brasil devem crescer 18% no ano que vem e 10% ao ano nos seguintes. Com isso atingirão US$ 319 bilhões em 2014 e US$ 466,3 bilhões em 2018. As importações irão aumentar quase 30% no primeiro ano do governo acomodando-se em 10% ao ano nos anos seguintes. Com isso, chegarão a 311 bilhões em 2014 e a US$ 457 bilhões em 2018. O superávit da balança comercial será mantido, mas em nível menor, entre US$ 7 bilhões e US$ 9 bilhões ao ano Contas públicas A dívida líquida do setor público continuará em queda como proporção do PIB, estabilizando-se em tono de 36,5% de 2012 em diante, segundo Santander. Para o Banco Central, atingirá 27,8 bilhões do PIB em 2014. Receitas e despesas estarão equilbradas em 2014 e o déficit nominal poderá sair de 1% do PIB para 0% em 2014, segundo o Ministério da Fazenda 0,5% do PIB é quanto pode crescer a fatia do investimento público em quatro anos, saindo de 3,3% para 3,8%, segundo o Ipea Risco País 200 Pontos base é o nível em que o risco-país deve se manter até 2015. Isso representa um custo de captação no Exterior de dois pontos percentuais acima dos juros dos títulos do Tesouro dos EUA 6,9% é o patamar da taxa de desemprego medida pelo IBGE esperada para os próximos quatro anos, em relação à população economicamente ativa. O crescimento sustentado do PIB deve gerar os postos de trabalho necessários para a população que atinge a idade produtiva e o crescimento da massa salarial deve sair de 2,2% em 2011 para 4% em 2014 R$ 5,2 Trilhões poderá ser o valor nominal do PIB em 2014, o equivalente a US$ 2,6 trilhões 199,5 milhões de habitantes será a população em quatro anos 6 milhões de veículos. É quanto as montadoras poderão produzir anualmente em 2014. A atual capacidade instalada é de é 4,2 milhões, mas há US$ 12 bilhões em investimentos anunciados para os próximos três anos Classe média 153 milhões de pessoas serão das classes C e D em 2014. A população deve continuar a subir na pirâmide social, segundo as projeções do IBGE, da FGV e da consultoria LCA Crédito R$ 2,754 trilhões deve ser a carteira total de crédito em 2014. É um crescimento de 74% sobre o volume atual, para 52,7% do PIB Cara miséria Na ponta do lápis: R$ 15,4 bilhões para acabar com essa praga. A promessa da presidente eleita Dilma Rousseff de eliminar a extrema pobreza animou os 9,5 milhões de brasileiros (5% da população) que lutam pela sobrevivência com renda familiar mensal de apenas R$ 50. Segundo cálculos de especialistas do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), pode custar menos do que se pensa o cumprimento dessa meta até o fim de 2014: R$ 3,8 bilhões por ano. Os candidatos a sair da miséria vivem na periferia das grandes cidades e no interior do país. O Estado de Minas ouviu de vários deles as principais expectativas: saúde, saneamento e, principalmente, emprego e renda. Combate à miséria  
Revista Istoé Dinheiro: Erradicar a miséria é possível O governo Dilma terá uma meta-síntese: zerar o número de brasileiros abaixo da linha de pobreza. E ela acredita que isso pode ser alcançado até 2014 Por Rosenildo Gomes Ferreira De Getúlio Vargas a Luiz Inácio Lula da Silva, todos os presidentes da República chegaram ao poder com um objetivo. O primeiro deles implantou as leis trabalhistas. Juscelino Kubitschek interiorizou o desenvolvimento econômico, com a construção de Brasília.   Collor tentou, com apenas um ippon, aniquilar a inflação. Essa tarefa acabou sendo conseguida por Fernando Henrique, o presidente do Plano Real. Lula, por sua vez, foi quem mais apostou na inclusão social. E Dilma Rousseff? Bem, a primeira mulher a ocupar o cargo mais importante da nação tem objetivos bem concretos para seu mandato. O principal deles é acabar com a extrema pobreza, jargão usado pelos economistas para falar de miséria. E não parece ser uma tarefa impossível. Estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) indicam que é possível eliminar essa chaga social até 2016 ao todo, são 18 milhões de brasileiros nessa condição.   Dilma, porém, se mostra mais ambiciosa. Acredita que dá para finalizar a tarefa já em 2014. Mantido o padrão de distribuição de renda e crescimento econômico do governo Lula, a previsão do Ipea é factível. Contudo, acho que devemos ser mais ousados, afirma. Trata-se de uma grande evolução nesse debate.   Especialmente quando o confrontamos com as correntes majoritárias do pensamento econômico das décadas de 1970 e 1980 que pregavam ser necessário, primeiro, ampliar o bolo para depois dividi-lo. Nos últimos oito anos, ficou claro que havia alternativa. O fim da inflação e a adoção de políticas sociais mais vigorosas fizeram emergir um contingente de novos consumidores, que faziam parte da classe C. São mais de 42 milhões de brasileiros, o equivalente a uma Espanha, que até bem pouco tempo atrás estavam à margem do consumo.   Com mais dinheiro no bolso, eles trataram de mobiliar a casa, investir na educação dos filhos e consumir itens até então inimagináveis. Viajar de avião deixou de ser um sonho distante. Estudo da consultoria Data Popular indica que 54% das pessoas que usaram esse meio de transporte, em 2009, pertenciam à classe C. E mais. O estudo aponta que 2,4 milhões de brasileiros de baixa renda deverão entrar em um avião pela primeira vez em 2011. A classe C é o motor do crescimento do Brasil, aponta Renato Meirelles, sócio-diretor da Data Popular, empresa de pesquisa especializada em consumo popular.   O setor de aviação, na verdade, é uma das últimas atividades a se beneficiar do voraz apetite da classe C. A maior abertura do crédito também abriu as portas desse mundo para os integrantes de um nível abaixo da pirâmide: a classe D. Mais importante que beneficar pessoas individual-mente, a ampliação da renda teve impacto direto no desenvolvimento da economia.   Os setores industrial, comercial e de serviços cresceram graças a brasileiros como a paulistana Altina Cristina dos Santos, 36 anos. Casada e mãe de três filhos, ela exibe orgulhosa o computador que deu de presente ao caçula. Mas quem enfeita a sala de sua casa, no Jardim São Luís, periferia da zona sul de São Paulo, é uma vistosa tevê de plasma de 50 polegadas. Paga em suaves prestações. Esses mimos foram obtidos com o dinheiro ganho no salão de beleza improvisado que ela montou no quintal da residência. Minha vida melhorou muito nos últimos anos, diz Altina, que, agora, atende uma clientela limitada para poder passar mais tempo com o netinho que acaba de nascer.   Os números mostram que existem milhares de Altinas espalhadas pelo País. Gente que se beneficiou de uma política de distribuição de renda que começou a ser tocada de forma mais vigorosa a partir do governo Lula. No período 1985-2010, o gasto social subiu de 13% do PIB para 23%.  "Trata-se de um patamar semelhante ao de países ricos. Mas ainda há muito a ser feito, destaca Márcio Pochmann, presidente do Ipea.   O economista Marcelo Neri, do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas, concorda. Defende, no entanto, uma abordagem mais vigorosa, que priorize apenas quem está abaixo da linha da miséria. O governo, em todas as esferas, poderia ter feito muito mais, caso tivesse focado suas ações sociais somente na base da pirâmide, pontua Neri. Pelas contas do economista, o custo de medidas desse porte é plenamente aceitável: Bastaria destinar R$ 21 bilhões por ano a programas de complementação de renda, diz o economista.  Independentemente da fórmula, existe um consenso de que essa luta é possível.
Observador Global.com (Espanha): Os desafios de Dilma Rousseff a sucesora de Lula, quien asumirá la presidencia el 1° de enero de 2011, va a gobernar un país que contiene 191,4 millones de habitantes. A pesar del buen comportamiento de la economía y de los avances en el combate de la pobreza, Brasil tiene muchos problemas sociales, una fuerte desigualdad en la distribución de las rentas y deficiencias en la educación. Para el 2011, no se descarta un ajuste fiscal. Además, el país tendrá que desarrollar la infraestructura para seguir creciendo y organizar dos mega eventos: la Copa del Mundo de Fútbol de 2014 y las Olimpíadas de 2016. La heredera política de Lula ganó las elecciones en Brasil con el 56% de los votos, frente al 44% de su rival, José Serra - APEl Gobierno de Lula logró avances en el combate de la pobreza, pero la tarea no está completa y su sucesora tendrá que continuar las políticas sociales. El Instituto de Investigación Económica  Aplicada (Ipea) estima la pobreza extrema, formada por familias con renta per cápita por debajo de un cuarto del sueldo mínimo, sólo podría ser eliminada en 2016 en todo el país. El desafío de la futura presidente Dilma Rousseff también será desarrollar la infraestructura adecuada –aeropuertos, rutas y servicios– para que el PBI siga creciendo. Felipe Sato, economista de la consultora Tendencias, dice que la presidenta tendrá que hacer un ajuste fiscal en su primer año de gobierno: “En los últimos dos años, empeoró la gestión fiscal. Bajaron las inversiones y aumentaron los gastos públicos”. El analista político de MCM Consultores, Ricardo Ribeiro, coincide: “Ella tendrá que corregir la trayectoria explosiva de aumento de los gastos del sector público, invertir en la infraestructura y en la educación”. Datos de la Confederación Brasileña de Fútbol (CBF) y de la Fundación Getúlio Vargas (FGV), estiman inversiones superiores a los 18 mil millones de dólares en infraestructura y servicios en 12 ciudades, desde la construcción de estadios y remodelación de aeropuertos, rutas y hoteles hasta entrenamiento de personal y sistemas de seguridad. La expectativa es la generación de miles de empleos y la exposición masiva de la imagen del país en el ámbito internacional. Sato considera que sería mejor si el Gobierno redujera sus gastos para invertir en infraestructura. Aún no se puede precisar, pero se supone que el presupuesto nacional tendrá que disponer de millones de dólares para hacer frente a las nuevas obras, que deben ser concluidas en junio de 2013 para la Copa de las Confederaciones, evento internacional que antecede el mundial de fútbol. El Banco Nacional de Desarrollo Económico y Social (BNDES) ya ofrece casi 3 mil millones de dólares de crédito para la remodelación o construcción de estadios y otros 600 millones de dólares para el sector hotelero. Sato agregó que el Gobierno aumentó la emisión de títulos públicos para repasar dinero al BNDES. Las cifras para la realización de las Olimpíadas son igualmente impresionantes. Fuentes oficiales estiman que será necesario invertir 14,4 mil millones de dólares en el planeamiento y construcción de las instalaciones deportivas y obras generales de infraestructura. El monto se equipara al que lleva invertido Londres para las Olimpíadas de 2012 y es muy inferior al que se consumió en Pekín en 2008: 40 mil millones de dólares. El negocio es atractivo. Según informaciones del Gobierno, los Juegos podrán traer ganancias por 51,1 mil millones de dólares y generar 120 mil empleos directos durante la fase preparatoria. Las recientes campañas electorales no tocaron algunos temas cruciales que la futura presidenta tendrá que abordar, como el real sobrevaluado, las elevadas tasas de intereses y el proyecto del tren rápido entre las ciudades de Río de Janeiro y Campinas (a 100 km de San Pablo). La valorización del real, cotizado a 1,7 ante el dólar, afecta la competitividad de los productos brasileños en el exterior. El país exporta alrededor de 200 mil millones de dólares por año. “Necesitamos de elevadas inversiones en infraestructura. La logística puede comprometer el futuro de las ventas externas”, admite el secretario de Comercio Exterior del Ministerio del Desarrollo, Weber Bahal. Con el dólar barato la economía atrajo inversores extranjeros, los cuales buscan las elevadas tasas de intereses pagadas por el Gobierno. Sato sostuvo que después del ajuste fiscal, sería importante reducir las tasas de intereses para que el sector privado pueda invertir más. El costo del tren rápido, el cual recorrerá 518 km., está estimado en 20,3 mil millones de dólares. Es al mismo tiempo el más ambicioso y caro proyecto de la agenda nacional, e importante para mejorar el transporte entre las dos regiones más pobladas del país. La expectativa es que el tren empiece a funcionar en 2016, cuando se realizarán los Juegos en Río de Janeiro. Además, el presidente del BNDES, Luciano Coutinho, estima que las inversiones de la cadena productiva de petróleo y gas sumarán 202,2 mil millones de dólares hasta 2013. El banco será el gran financiador y el país se podrá convertir en un gran exportador de petróleo y sus derivados. El primer descubrimiento de reservas de crudo en rocas del presal fue en el litoral brasileño, y son las más grandes ubicadas hasta el momento. Petrobras estima que el presal tendrá una producción diaria superior a 1 millón de barriles de petróleo en 2017. La exploración comercial empezó en octubre, en el pozo Tupi. El presidente de la empresa, José Sérgio Gabrielli de Azevedo, afirmó que no se puede olvidar que el país aún enfrenta graves problemas de seguridad pública, salud y educación, y que la sucesora de Lula no podrá hacer la vista gorda. Una encuesta realizada por el diario brasileño O Globo, señaló que el principal desafío del próximo presidente es la educación. Las cifras oficiales muestran una cruda realidad: el 33% de los votantes no completaron la enseñanza básica y apenas 3,7% tiene el curso superior completo. Otros temas que también preocupan a los brasileños son la seguridad, la salud, el trabajo y la cultura.  En el escenario internacional, el Gobierno deberá continuar con su política de acercamiento a Venezuela e Irán, a pesar de las polémicas que se han generado, aseguró Ribeiro. El analista no tiene mayores expectativas con relación al rol que el país juega en el Mercosur, dado que el bloque “no avanzó” en los últimos 8 años. De todos modos, él piensa que la importancia económica y política de Brasil garantizan al país una participación importante en el mundo.  
JORNAL DA TARDE (SP) IBGE ‘reduz’ população de SP Levantamento do órgão mostra que a capital tem 378 mil pessoas a menos do que o estimado CRISTIANE BOMFIM A capital não chegou em 2010 à marcados11milhões de habitantes, como estimado no ano passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Levantamento preliminar do Censo 2010 apresentado ontem pelo mesmo órgão mostra que a população paulistana é de 10.659.386 habitantes, o que dá uma diferença de pouco mais de 378 mil pessoas. É quase a população de Mogi das Cruzes, na região metropolitana. Os números oficiais serão apresentados no dia 29. O IBGE não comenta os dados. Até o dia 21,cerca de196 mil domicílios da cidade, onde os moradores não foram encontrados, serão revisitados pelo recenseadores. Muitos moradores reclamam não ter recebido visita dos pesquisadores. “Meu escritório é na minha residência. Passo a maior parte do tempo aqui e ninguém do Censo tocou minha campainha”, afirma o publicitário Gildo Morbin, de 58 anos. Morador da Rua Alves Guimarães,na zona sul, ele conta que gostaria de fazer parte da estatística.“As informações são muito importantes para o planejamento de políticas públicas”, diz Morbin. No total, 113 dos 645 municípios de São Paulo apresentaram redução populacional. Os dados indicam que houve migração interna, porque a população do Estado cresceu 7,8% no período,chegando a 39.924.091 este ano. O porcentual, porém, ficou abaixo da média nacional, de 9,3%. Para especialistas, a diferença entre o estimado e o constatado é normal.“A estimativa é um cálculo aproximado, com base no comportamento da natalidade, mortalidade e migração nas décadas anteriores. Além disso, o levantamento não acabou”, diz Lúcia Bogus, professora do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da PUC-SP e coordenadora do Observatório das Metrópoles. A população atual do País também é menor que a estimada. Hoje, somos 185.712.713 brasileiros, ante 191 milhões projetados pelo IBGE em 2009. “Essa discrepância é normal. Agora temos o dado real,contado”,diz a pesquisadora Ana Amélia Camarano, coordenadora de População e Cidadania do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). “No dia em que a estimativa acertar na mosca, a gente não precisa mais gastar R$ 1,5 bilhão como Censo.” Tendência Lúcia Bogus diz que a queda no número de habitantes na capital é explicada por fatores como a mudança no comportamento reprodutivo da população – hoje com menos filhos–,o processo de valorização imobiliária e a redução migratória. “São Paulo ainda recebe gente de fora, mas a maioria mora nas cidades da região metropolitana, por causa do preço. Além disso, as classes média e alta estão saindo da capital e indo para condomínios fechados em cidades vizinhas, em busca de segurança e qualidade de vida.” Colaboraram Felipe Werneck e Márcia Vieira  
Processo Seletivo Simplificado PROCIN nº 004/2010 Processo Seletivo Simplificado PROCIN nº 004/2010, Projeto "Aperfeiçoamento em Desenvolvimento e Políticas Públicas Data Limite para impugnação: 08 de novembro de 2010 Início da bolsa:  Novembro de 2010 Processo Seletivo Simplificado PROCIN nº 004/2010 PROCESO SELECTIVO SIMPLIFICADO IPEA/PROCIN nº 004/2010 Extrato de Publicação do Resultado do Processo Seletivo Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Processo Seletivo Simplificado PROCIN nº 003/2010 Processo Seletivo Simplificado PROCIN nº 003/2010, Projeto "Aperfeiçoamento em Desenvolvimento e Políticas Públicas Data Limite para impugnação: 08 de novembro de 2010 Início da bolsa:  Novembro de 2010 Processo Seletivo Simplificado PROCIN nº 003/2010 PROCESO SELECTIVO SIMPLIFICADO IPEA/PROCIN nº 003/2010 Extrato de Publicação do Resultado do Processo Seletivo Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Processo Seletivo Simplificado PROCIN nº 002/2010 Processo Seletivo Simplificado PROCIN nº 002/2010, Projeto "Aperfeiçoamento em Desenvolvimento e Políticas Públicas Data Limite para impugnação: 08 de novembro de 2010 Início da bolsa:  Novembro de 2010 Processo Seletivo Simplificado PROCIN nº 002/2010 PROCESO SELECTIVO SIMPLIFICADO IPEA/PROCIN nº 002/2010 Extrato de Publicação do Resultado do Processo Seletivo Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Chamada Pública nº 092/2010 Chamada Pública nº 092/2010 - Projeto "Entrada de genéricos, concorrência e diversificação nos mercados de medicamentos" Vagas: 01 (uma) bolsa Assistente de Pesquisa I (Graduado) Prazo de inscrição: 01 de outubro a 18 de outubro de 2010 Resultado: A partir de 22 de outubro de 2010 Início das bolsas:  Novembro de 2010 Chamada Pública nº 092/2010 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Chamada Pública nº 090/2010 Chamada Pública nº 090/2010 - Projeto "Táticas Locais e Estratégias Internacionais: a política social do Bolsa-Família e as relações de gênero, raça/etnia no estado  de Santa Catarina, Brasília, Moçambique, Filipinas, Cuba e França"  Vagas: 16 (dezesseis) bolsas Auxiliar de Pesquisa (Graduando), 01 (uma) bolsa Assistente de Pesquisa II (Mestrando), 02 (duas) bolsas Assistente de Pesquisa III (Mestre) e 03 (três) bolsas Doutor. Prazo de inscrição: 16 de setembro a 01 de outubro de 2010. Resultado: A partir de 13 de outubro de 2010. Início das bolsas:  Novembro de 2010. Chamada Pública nº 090/2010 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Chamada Pública nº 089/2010 Chamada Pública nº 089/2010 - Projeto "Intervenção Urbanística no Complexo do Alemão (Rio de Janeiro)’’  Vagas: 01 (uma) bolsa Assistente de Pesquisa I (Graduado) e 01 (uma) bolsa Assistente de Pesquisa III (Mestre) Prazo de inscrição: 17 de setembro a 04 de outubro de 2010 Reabertura de inscrições: 08 a 15 de outubro de 2010 Resultado: A partir de 22 de outubro de 2010 Início das bolsas:  Novembro de 2010 Chamada Pública nº 089/2010 Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
Chamada Pública nº 068/2010 Chamada Pública nº 068/2010 - Projeto "Estabelecimento de Metodologia para Elaboração e Atualização da Função do Custo do Déficit" Vagas: 03 (três) bolsas Auxiliar de Pesquisa (graduando), 03 (três) bolsas Assistente de Pesquisa III (Mestre) e 02 (duas) bolsas Doutor Prazo de inscrição: 28 de julho a 12 de agosto de 2010 Reabertura de inscrições: 28 de setembro a 13 de outubro de 2010. Resultado: A partir de 22 de outubro de 2010 Início das bolsas: Novembro de 2010 Chamada Pública nº 068/2010 Extrato de Publicação Chamada Pública nº 068/2010 (Prorrogação) Chamada Pública nº 068/2010 (Reabertura) Clique aqui para ver o Resultado Acesse aqui para cadastrar seu currículo Informações básicas: Obs: Este texto é apenas informativo e não substitui o conteúdo da Chamada Pública. Atenção: Os candidatos que apresentarem proposta para os processos de seleção em aberto, quando do cadastramento do currículo, devem mencionar no campo "Projeto de atuação pretendido no Ipea" o nome do projeto ao qual desejam concorrer à bolsa.
O GLOBO (RJ): Desigualdade de gênero impõe perdas ao país A participação das mulheres no mercado de trabalho é muito inferior à dos homens. Mortalidade materna também é alta Martha Beck, Letícia Lins e Cássia Almeida Considerada pelas Nações Unidas (ONU) como o maior entrave ao desenvolvimento humano, a desigualdade entre homens e mulheres no mundo chega a provocar perdas de até 85% no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos países. No Brasil, a queda chega a 63% e faz com que o país perca até sete posições no ranking geral, passando da 73ª para a 66ª posição. Nesse indicador de desigualdade, quanto mais à frente no ranking, mais desigual é o país. Para se ter uma ideia do desafio brasileiro, o Índice de Desigualdade de Gênero (IDG) médio das dez nações mais equitativas do mundo é de 0,233 — o nosso é de 0,631. Segundo o economista do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Flávio Comim, embora as mulheres brasileiras tenham participação maior que os homens no ensino médio, esse movimento não se reflete no mercado de trabalho. Elas respondem por apenas 64% da força de trabalho, contra 85,2% dos homens: — Os ganhos que as mulheres brasileiras obtêm na educação não aparecem no mercado nem na remuneração. O Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH) 2010 traz, pela primeira vez, uma tentativa de mensurar os efeitos que a desigualdade de gênero provoca sobre os países. Com base em indicadores de saúde, educação, além de participação na sociedade, foi elaborado o IDG. Ele mostra que as perdas para o desenvolvimento humano são elevadas, principalmente nos países que investem pouco na saúde reprodutiva da mulher. De forma geral entre os países, a taxa de mortalidade materna chega a 273 para cada 100 mil nascimentos, subindo para 2.100 em Serra Leoa. Na Noruega, ela é de sete mortes por 100 mil nascimentos. No Brasil, a taxa de mortalidade materna chega a 110 para cada 100 mil nascimentos, muito acima da registrada no Chile, onde o indicador é de 16 para 100 mil. A taxa de fertilidade entre adolescentes brasileiras também é elevada: 75,6 nascimentos para cada mil mulheres entre 15 e 19 anos. Entre os chilenos, esse número é de 59,6. Rafael Osório, sociólogo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), diz que os números usados pelo relatório diferem do último levantamento da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre o tema: — Nesse relatório publicado em setembro, o índice é de 58 por cem mil nascimentos. Mas a gravidez na adolescência é uma realidade muito presente no Nordeste. Jaqueline Maria da Silva, de 15 anos, está no oitavo mês de gestação. Por isso, abandonou a escola, mas pretende voltar. — Depois que aconteceu, o que eu podia fazer?  
O GLOBO (RJ): Educação agrava a situação  de pobreza no país Martha Beck, Cássia Almeida e Letícia Lins O mundo tem hoje 1,75 bilhão de pessoas que vivem na pobreza aguda, segundo o Relatório de Desenvolvimento Humano 2010. Com base num novo indicador — Índice de Pobreza Multidimensional (IPM) — o número inclui indivíduos que, além de não terem renda, não têm acesso a educação ou saúde ou a condições de vida decentes (como água, luz e saneamento). Essa população é bem superior àquela que vive com menos de US$ 1,25 por dia: 1,44 bilhão. No Brasil, 8,5% da população vivem em privação, sendo a mais crítica delas a educação. — O IPM é importante para mensurar o impacto que privações têm na qualidade de vida das pessoas. O percentual de uma população com renda baixa não dá toda a dimensão que a pobreza tem no desenvolvimento humano — afirmou o coordenador geral do relatório, Francisco Rodríguez. Para Rafael Osório, sociólogo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), considerando outros indicadores além da renda, era esperado um índice maior: — O número é até baixo considerando que na pobreza extrema o percentual é de 5,2%. Isso me surpreendeu. De acordo com o IPM, pode ser classificado como pobre qualquer indivíduo privado de pelo menos três de um total de dez indicadores considerados importantes para se ter qualidade de vida: nutrição, baixa mortalidade infantil, anos de escolaridade, crianças matriculadas em escolas, energia para cozinhar, toalete, água, eletricidade, moradia digna e renda. Quando se considera apenas a população que vive com menos de US$ 1,25 por dia no país, o percentual de pobreza é menor: 5,2%. Segundo o economista do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Flávio Comim, o elemento que mais pesa no cálculo no Brasil é a educação. Na decomposição do IPM brasileiro, nota-se que 20,2% da população sofrem de privação nessa área. Na saúde, o indicador de pobreza aponta que 5,2% da população sofrem privação, enquanto a falta de um padrão de vida decente afeta 2,8% dos brasileiros. Dirceu Andrade, Josilene Ribeiro e os três filhos moram em um barraco em uma favela do bairro de Afogados, na periferia do Recife, onde sobrevivem com R$ 134 do Bolsa Família. Eles não tem água em casa, nem banheiro e o único eletrodoméstico é um ventilador que foi doado. A palafita, de apenas um vão, não tem uma janela. O telhado é de zinco, as paredes são de madeira e papelão, e a latrina está separada do resto do imóvel por uma cortina de pano. — Dormimos num beliche. Nós ficamos em cima e as crianças embaixo — diz Josilene.  
UOL: Brasileiros consideram momento atual bom para o consumo de bens duráveis A maior parte dos brasileiros acredita que o momento atual é propício para a aquisição de bens de consumo duráveis, conforme mostra o IEF (Índice de Expectativas das Famílias) divulgado na última quarta-feira (3). Enquanto 53,6% das famílias ouvidas pelo Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas) em outubro deste ano afirmaram que o momento é bom para comprar essas mercadorias, 40,8% não consideram o momento atual propício para consumo de duráveis. Pouco mais de 5% não souberam ou não responderam. O otimismo é maior na região Nordeste, com 59,4% das famílias acreditando ser este um bom momento para o consumo de tais bens. As regiões Sudeste e Sul possuem menos famílias otimistas: 53,5% e 39,3%, respectivamente. Na região Centro-Oeste, o índice foi de 57,5%, enquanto que no Norte do País foi de 56%. Dívidas No que diz respeito às dívidas, 51,4% das famílias brasileiras estavam endividadas em outubro, sendo que pouco mais de 8% se consideram muito endividados. Por região, o estudo mostra que os entrevistados que vivem no Norte do País são os mais endividados. Nesta região, 78% afirmaram ter dívidas. Em contrapartida, a região Sudeste foi a que apresentou o menor grau de endividamento: 45,7%. A pesquisa, realizada em 3.810 domicílios distribuídos por 214 municípios em todas as unidades da federação.    
Diário do Grande ABC (SP): Número de habitantes aumenta 15 milhões no Brasil O  Brasil tem 185.712.713 habitantes, segundo resultado preliminar do Censo 2010, divulgado ontem pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O número oficial será conhecido no dia 29, após análise de eventuais contestações apresentadas por municípios insatisfeitos com a contagem. Estimativa divulgada em agosto do ano passado pelo instituto apontou número maior da população, de 191,5 milhões de pessoas - 5,8 milhões a mais. "Essa discrepância é normal. Agora temos o dado real, contado", disse a pesquisadora Ana Amélia Camarano, coordenadora de População e Cidadania do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). "No dia em que a estimativa acertar na mosca, a gente não precisa mais gastar R$ 1,5 bilhão com o Censo", acrescentou Ana Amélia. Ela lembrou que o dado divulgado ainda é parcial, e avalia que provavelmente o resultado final será um pouco maior, perto de 188 milhões, com eventual acréscimo de domicílios não incluídos na contagem. Para Ana Amélia, o resultado mostra que a taxa de fecundidade caiu mais do que se previa no Brasil e que a população vai começar a diminuir mais cedo do que se pensava, antes das estimativas que são entre 2030 e 2035. Como a população oficial contada pelo IBGE determina a participação no fundo de municípios, a "gritaria é normal", diz a pesquisadora. As prefeituras têm até dia 24 para apresentar suas avaliações e eventuais contestações sobre os números divulgados pelo IBGE. (da AE)  
A Tribuna Santos (SP): Pais já tem 185,7 milhões de habitantes O Brasil tem 185.712.713 de habitantes, segundo resultado preliminar do Censo 2010, O número oficial, porém, será conhecido somente no dia 29, após eventual análise de contestações apresentadas por municípios insatisfeitos com a contagem. Estimativa divulgada em agosto do ano passado pelo instituto apontara população maior, de 191,5 milhões de pessoas, ou seja, 5,8 milhões a mais. "Essa discrepância é normal. Agora temos o dado real, contado", diz a pesquisadora Ana Amélia Camarano, coordenadora de População e Cidadania do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). "No dia em que a estimativa acertar na mosca, a gente não precisa mais gastar R$ 1,5 bilhão com o Censo", acrescenta Ana Amélia. Para Ana Amélia, o resultado mostra que a taxa de fecundidade caiu mais do que se previa no Brasil. "A população vai começar a diminui mais cedo do que pensávamos. Nossas estimativas indicam que isso deveria ocorrei entre 2030 e 2035, mas provavelmente começará a diminuir antes disso", completou. Como a população oficia contada pelo IBGE determina a participação no fundo de municípios, a "gritaria é normal", diz a pesquisadora. "É uma grita por recursos." A partir de hoje, as prefeituras têm prazo de 20 dia; para apresentar suas avaliações e eventuais contestações sobre os números divulgados pelo IBGE. O economista Marcos Mendes defende uma mudança no cálculo do Funde de Participação dos Municípios. "A divisão é problemática porque os municípios são divididos em faixas da população”. (AE) Migração afeta 113 cidades paulistas Além de Santos e Guarujá, outras 111 cidades paulistas apresentaram redução populacional nos últimos dez anos. Os dados do IBGE indicam que houve migração interna, porque a população do Estado cresceu 7,8% no período, chegando a 39.924.091 este ano. O porcentual, porém, ficou abaixo da média nacional, de 9,3%. Na Capital, que atingiu a marca de 10.659.386 de habitantes em 2010, o aumento foi de 2,15%. Para a pesquisadora Ana Amélia Camarano, coordenadora de População e Cidadania do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o desmembramento de municípios também pode ter influenciado, além da migração. "Essa migração em geral ocorre por uma questão econômica, a busca por melhores oportunidades. Muitas vezes, as pessoas estão mudando de bairro." Dados nacionais mostram que, entre os estados, o maior crescimento foi registrado no Amapá (35,9%), e o menor no Rio Grande do Sul (3,8%) Os municípios das regiões; Norte e Centro-Oeste apresentaram aumento populacional que a média nacional de 20% e 17%, respectivamente.(9,3%). (Agência Estado)  
ESTADÃO.COM (SP): População caiu em 17% das cidades paulistas Como o nº de habitantes cresceu 7,8%, dados indicam que houve migração interna FELIPE WERNECK e MÁRCIA VIEIRA Resultado preliminar do Censo 2010 mostra que 113 (17,5%) dos 645 municípios de São Paulo tiveram redução populacional nos últimos dez anos. Os dados indicam que houve migração interna, porque a população do Estado cresceu 7,8% no período, chegando a 39.924.091 este ano. O porcentual, porém, ficou abaixo da média nacional, de 9,3%. Na capital, que atingiu a marca de 10.659.386 de habitantes em 2010, o aumento foi de 2,15%. O município de Balbinos teve o maior crescimento populacional (199,4%) no período em São Paulo, passando de 1.313 pessoas no Censo de 2000 para 3.932 este ano. A maior queda (19%) ocorreu na cidade de Flora Rica, que tinha 2.177 habitantes há dez anos e agora tem 1.752. Para a pesquisadora Ana Amélia Camarano, coordenadora de População e Cidadania do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o desmembramento de municípios também pode ter influenciado, além da migração. "Essa migração ocorre por uma questão econômica, a busca por melhores oportunidades. Muitas vezes, as pessoas estão mudando de bairro." Estados. Dados nacionais mostram que, entre os Estados, o maior crescimento foi registrado no Amapá (35,9%), e o menor, no Rio Grande do Sul (3,8%). Os municípios das Regiões Norte e Centro-Oeste tiveram, em média, aumento populacional nos últimos dez anos maior que a média nacional, de 20% e 17%, respectivamente. Já no Sudeste (7,2%), Sul (7,6%) e Nordeste (8,6%), o crescimento ficou abaixo da média nacional (9,3%). No caso do Amazonas, apesar do aumento da população, 11 dos 63 municípios apresentaram redução do número de habitantes - em Fonte Boa, a queda chegou a 29%. Segundo cálculos da Confederação Nacional de Municípios, será o Estado mais prejudicado na distribuição do Fundo de Participação dos Municípios. A partilha ocorre por faixas de população, mas nem sempre essa queda é suficiente para fazer o município mudar de faixa. No Estado do Rio, dos 92 municípios, 16 apresentaram queda - o mais afetado, caso o número seja mantido, será Nova Iguaçu, que tinha população de 920.599 em 2000, e agora ficou com 767.505, redução de 16,6%. Tramita no Senado projeto de Tião Viana (PT-AC), governador eleito do Acre, que altera a forma de distribuição do fundo. Atualmente há um salto no valor recebido por cada município com o acréscimo ou redução de alguns poucos habitantes. Pelo projeto do senador, as mudanças de faixas seriam mais suaves. "Assim, alguns poucos habitantes a mais ou a menos pouco afetariam as cotas-parte do FPM", defende o texto. O projeto está na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. O relator é Marconi Perillo (PMDB), eleito governador de Goiás. Até o dia 29, quando deverá ser divulgado o resultado final da contagem, após a fase de contestações, o IBGE informou que terá equipes nas ruas e trabalhando na supervisão e controle do material coletado. Uma das atividades consiste no retorno aos domicílios onde o recenseador encontrou evidência de morador, mas ninguém foi recenseado.      

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