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Representantes do Instituto e do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão discutiram a avaliação de políticas de Estado
Correspondentes estrangeiros conheceram em São Paulo os avanços brasileiros e projeções
Seminário sobre trabalho reúne especialistas no Ipea Palestrantes do Brasil, França e México discutirão em Brasília crise, organizações e oportunidades de trabalho   Dia 27 de outubro, das 8h30 às 17 horas, a Diretoria de Estudos, Cooperação Técnica e Políticas Internacionais (Dicod) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) promoverá o seminário Trabalho em Debate: Crise e Oportunidades, que reunirá especialistas do Brasil, França e México para debaterem organizações, democracia, desenvolvimento e equidade em torno do trabalho. O sociólogo francês Jean Louis Laville, conhecido como um dos responsáveis pela elaboração do conceito de economia solidária, será palestrante do tema “Organização do Trabalho e Democracia”, junto com o diretor de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, Jorge Abrahão, e Maurício Sardá de Faria, da Secretaria Nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego. Laville é professor do Conservatoire National des Arts et Métiers - CNAM, pesquisador junto ao Laboratório Interdisciplinar de Sociologia e Economia - LISE (CNRS-CNAM, Paris) e coordenador europeu do Instituto de Política Econômica Karl Polanyi. O três palestrantes irão debater o tema com o pesquisador do Ipea Luiz Eduardo Parreiras. Vincent De Gaulejac, um dos principais representantes do conhecimento de sociologia clínica da França, fará palestra sobre “Trabalho nas organizações”, junto com os professores da Universidade de Brasília (UnB) Ana Magnólia Bezerra Mendes, do Departamento de Psicologia, e Anália Loura Soriá Batista, do Departamento de Sociologia. De Gaulejac é reconhecido pela formulação de conceitos importantes para a compreensão do sujeito contemporâneo, tal como a “neurose de classe”, articulando a exigência da reflexão entre os conflitos sociais e os conflitos psíquicos. É autor, entre outras publicações, de Gestão Como Doença Social e As Origens da Vergonha. Os palestrantes debaterão do tema com Christiane Girard, coordenadora do Centro de Formação e Capacitação do Ipea. O tema “Desenvolvimento e equidade” terá três palestrantes de diferentes nacionalidades: o francês François Xavier Merrien, o mexicano Carlos Salas, e o brasileiro Niemeyer de Almeida Filho. Sociólogo, Merrien é professor da Faculdade de Ciências Sociais e Políticas de Lausanne, Suíça. Suas pesquisas estão voltadas para a proteção social e as políticas de desenvolvimento social numa perspectiva internacional comparada. É autor de várias publicações que tratam do Estado-providência e as políticas sociais, entre as quais L’État-providence e L'Etat social face à la globalisation: une perspective internationale comparée; Face à la Pauvreté e Les nouvelles politiques de la Banque Mondiale: le cas des pensions. O economista mexicano Carlos Salas é professor do Departamento de Desenvolvimento Regional do El Colegio de Tlaxcala, México. Tem escrito vários trabalhos sobre o Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (Nafta), defendendo que esse acordo seja revisado, pois no México ele tornou os empregos mais precários e também contribuiu para a má distribuição de renda. O diretor da Dicod, Mário Lisboa Theodoro, será o debatedor da última mesa. O seminário ocorre no auditório do 16º andar do Ipea em Brasília (SBS, Quadra 1, Ed. BNDES). As palestras terão tradução simultânea. As inscrições estão abertas ao público e podem ser feitas pelos emails isabel.pojo@ipea.gov.br ou rafael.chagas@ipea.gov.br. Mais informações pelo telefone (61) 3315-5164.
Confira a íntegra do seminário que contou com a participação de representantes do GDF
Indicador calculado pelo Ipea atinge 26 pontos, com destaque para as previsões positivas sobre a produção industrial  
AGÊNCIA BRASIL: Sistema tributária tem peso excessivo sobre as camadas mais pobres, segundo pesquisa do Ipea Stênio Ribeiro O sistema tributário brasileiro exerce peso excessivo sobre as camadas sociais de menor poder aquisitivo, especialmente por causa dos impostos indiretos sobre o consumo, que equivalem a quase dois terços da carga tributária. Representam, portanto, o dobro dos impostos diretos e contribuições arrecadadas das classes sociais de melhor renda. A análise é do economista Fernando Gaiger Silveira, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que hoje (19) apresentou os resultados de uma pesquisa sobre Equidade Fiscal no Brasil: Impactos Distributivos da Tributação e do Gasto Social. O estudo foi feito com base na Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) e na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), ambas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com as pesquisas, feitas entre 2002 e 2009, o técnico do Ipea diz que no período analisado houve "queda expressiva da desigualdade de renda", decorrente da política fiscal que designou mais pregressividade nos gastos sociais (com educação, saúde, Bolsa Família e outros) além do aumento progressivo do salário mínimo, "sem que, para isso, tenha ocorrido uma expansão da carga tributária". Essa afirmação contradiz números do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) que apontam crescimento tributário de 5 pontos percentuais entre 2000 e 2010, equivalentes a R$ 1,85 trilhão. A carga tributária - relação entre a arrecadação e o Produto Interno Bruto (PIB) - aumentou de 30,03% para 35,04% na década passada. Período em que a arrecadação tributária cresceu 264,49%, enquanto o PIB aumentou 212,32%.  
MONITOR MERCANTIL  DIGITAL: Só 20% dos impostos vêm da renda Para aliviar ricos, taxação no Brasil se concentra no consumo e na produção A carga tributária brasileira é alta e o sistema fiscal do país pune o setor produtivo, ao tributar fortemente o valor adicionado. A afirmação é do secretário estadual da Fazenda do Estado de São Paulo, Andrea Calabi. Durante palestra no seminário "Reforma Tributária", ele explicou que, na maior parte dos países, em especial os desenvolvidos, a incidência de impostos sobre a renda é a mais representativa. Em alguns casos, chega a 50% da carga tributária. Já no Brasil, essa proporção é muito baixa, em torno de 20%, o que provoca efeito danoso sobre o setor produtivo. A prevalência dos impostos sobre o consumo pune também os mais pobres. No entanto, o Instituto de Política Econômica Aplicada (Ipea) divulgou estudo afirmando que a ação do Estado na arrecadação e no gasto social tem importante impacto distributivo, em que se destacam positivamente a Previdência Social do regime geral (INSS), a Educação e a Saúde públicas, além da assistência social. "Apesar da regressividade na arrecadação tributária, o Estado tem procurado compensar essa deficiência com a redistribuição de recursos públicos para as camadas da população que mais pagam impostos, especialmente nos últimos anos", diz o Ipea. O economista Paulo Passarinho, do Conselho Regional de Economia do Rio de Janeiro (Corecon-RJ), porém, observa que essas políticas não mudam a injusta estrutura dos impostos no Brasil. "O governo segue a recomendação do Banco Mundial para as políticas sociais: recursos dirigidos para grupos mais vulneráveis, em detrimento das políticas universais, e manutenção do pagamento da dívida." Para ele, o modelo aumenta a exclusão social. "Se 65% da população economicamente ativa ganham até um salário mínimo, onde está a classe média que o governo exalta? Pobre é quem tem renda média per capta em torno de R$ 550. Mas o governo diz que quem ganha R$ 200 per capta é classe média", ironiza
Relatório que analisa os resultados do processo seletivo de 80 servidores para o Instituto foi divulgado durante o 2º Encontros Ipea
Seminário comemorativo dos 45 anos do Instituto reúne a comunidade acadêmica e especialistas na Universidade de São Paulo
Em cooperação com a Sobeet, o Ipea promove um seminário sobre experiências na China, Espanha e Índia
UOL.COM.BR: Participação de pensões e aposentadorias na renda passou para 17,1%, diz Ipea A participação de aposentadorias e pensões na renda cresceu entre 2003 e 2009, segundo revelam dados divulgados nesta quinta-feira (19) pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). De acordo com o levantamento, no período, a participação das aposentadorias e pensões na renda passou de 12,8% para 17,1%, sendo que este aumento se deu nos estratos intermediários e superiores de renda. A explicação para tal fenômeno, diz o Ipea, é que a maioria dos beneficiados se encontra nestas faixas. "Há uma grande concentração do montante das aposentadorias nos extratos mais altos de renda, com os 10% e os 20% mais ricos apropriando-se, em 2009, de 44% e 61%, respectivamente". Auxílios trabalhistas Por outro lado, quando se trata da participação na renda dos auxílios trabalhistas e transferências de renda de caráter assistencial, como o Bolsa-Família, as pessoas de menor renda concentram a maior parte dos benefícios. De modo geral, estes benefícios respondem por 1,4% da renda, participação quase três vezes superior à apurada em 2003. Tributos O estudo do Ipea analisou ainda o impacto que o sistema tributário tem sobre a renda do trabalhador e concluiu que a carga tributária brasileira exerce peso excessivo sobre as camadas sociais de menor poder aquisitivo. Para o economista do Ipea, Fernando Gaiger Silveira, segundo publicado pela Agência Brasil, os impostos indiretos que incidem sobre os itens de consumo seriam os grandes responsáveis pelo fato, equivalendo a quase dois terços da carga tributária, ou seja, o dobro dos impostos diretos e contribuições arrecadadas das classes sociais de melhor renda.  
R7.COM: Governo faz reforma tributária com gastos sociais, diz Ipea Estudo mostra que, apesar de pagarem mais, pobres recebem mais benefícios Gustavo Gantois O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgou nesta quinta-feira (19) que a parcela mais pobre da população é a que proporcionalmente mais paga impostos no Brasil. O estudo conclui, no entanto, que o gasto maior é compensado pelas políticas de transferência de renda e pelos programas sociais. O documento afirma que as camadas mais pobres são atingidas principalmente pelos impostos indiretos, que incidem sobre o consumo, como o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). Como esses tributos são incorporados diretamente aos produtos, acabam sofrendo o chamado efeito cascata e recaindo diretamente no consumidor. Enquanto uma família mais pobre gasta certo valor para comprar um produto, uma família mais rica gasta exatamente a mesma quantia. O problema é que a família mais pobre recebe menos e, portanto, o produto acaba tendo um custo superior para ela. Segundo o Ipea, a carga tributária chega a 30% na camadas mais pobres e vai caindo progressivamente até chegar a 12% nos 10% mais ricos da população. E para tentar reverter esse quadro, o governo tem procurado compensar a deficiência tributária com a redistribuição de recursos públicos para as camadas da população que mais pagam impostos. O órgão afirma que "antes de alterar o regime de impostos, processo que demanda um esforço político concentrado e de médio prazo, a atuação da política social contornou o problema da injustiça tributária com a justiça social." O Bolsa Família, por exemplo, que atende quase 13 milhões de famílias, responde por um décimo da renda total dessas pessoas. E a renda total, segundo o Ipea, é a que já está descontada de todos os impostos. Na saúde,houve um crescimento real das despesas superior ao crescimento da renda e do consumo. De acordo com o estudo, ampliou-se o efeito distributivo do setor, ou seja, o governo teria passado a entregar mais do que cobra no setor. Na educação, porém, o problema tributário volta a aparecer. Em 2009, ano em que os dados mais recentes foram coletados, o valor médio do gasto na faixa dos 20% mais ricos era cerca de três vezes maior do que o das faixas que reúnem os 40% mais pobres. A diferença, no entanto, já foi maior. Em 2003, para efeito de comparação, essa diferença era de cinco vezes. No mesmo período, houve um crescimento de 80% nos gastos com os 40% mais pobres, bem superior ao registrado entre os 30% mais ricos, que foi de 50%. Segundo o Ipea, a disparidade reflete a maior presença de estudantes de família pobres no ensino fundamental e o de filhos de famílias de maior renda nas universidades públicas.  
Encontro, por ocasião do aniversário de 45 anos do Ipea, é promovido pelo Instituto em parceria com o Dieese, Diap e SEESP
CORREIO BRAZILIENSE (DF): Aeroapertos - Frei Betto* *Escritor, é autor de A arte de semear estrelas (Rocco), entre outros livros O Brasil se prepara para abrigar a Copa do Mundo de Futebol, em 2014 e, dois anos depois, os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos. São festas de arromba, como diria Roberto Carlos que, agora, completa 70 anos de idade, talento e simpatia. Getúlio Vargas, quando presidente, todos os anos transferia a capital da República, a 21 de abril, para Ouro Preto. De certa feita, uma família mineira decidiu recepcioná-lo com um faustoso banquete em Belo Horizonte. Todos se fartaram e poucos souberam que, recolhidos os pratos, a família faliu. Mas a festa saiu comme il faut! Não espero que o Brasil venha a falir ao recepcionar Copa e Olimpíadas, embora saiba que muitos, ao recolher de bolas e torneios, ficarão ainda mais ricos. Os Jogos Pan-Americanos de 2007 tinham orçamento de R$ 800 milhões e consumiram R$ 4 bilhões. Superfaturamento equivale a supercorrupção. Logo... A infraestrutura do Brasil não está, por enquanto, adequada aos dois eventos esportivos. As reformas de 12 estádios de futebol ainda não tiveram início; o do Corinthians, a ser construído em São Paulo, não poderá, segundo seu presidente, atender metade das exigências da Fifa; e nossos “aeroapertos” estão saturados. De 13 cidades-sede da Copa, nove aeroportos estão com obras atrasadas. Em 2010, brasileiros utilizaram mais aviões que ônibus para viagens interestaduais. Ano passado, o movimento de passageiros em Guarulhos (SP) foi de 26,7 milhões; em Congonhas (SP), de 15,4 milhões; em Brasília, de 14,1 milhões; no Tom Jobim (RJ), de 12,2 milhões; e nas demais capitais, entre 5 e 7 milhões. Isso se deve à melhoria das condições de vida da população, graças aos mecanismos de distribuição de renda adotados pelo governo Lula, e ao aumento do número de empresas aéreas, o que acirrou a concorrência. Nossos aeroportos foram construídos para suportar um volume bem menor de voos e, hoje, são verdadeiros “aeroapertos”. Em Congonhas, Santos Dumont, Confins e outros, os banheiros são insuficientes. No desembarque doméstico de Confins existe um único banheiro masculino com quatro privadas, três mictórios e três pias. No desembarque de Congonhas também só existe um banheiro masculino, que conta com três ou quatro privadas e meia dúzia de mictórios. Num voo doméstico, que comporta cerca de 200 passageiros, se uns poucos precisarem desafogar a bexiga, haja fila... e aperto! As mulheres, então, suportam maiores dificuldades. Nos bares e cafés, há um mínimo de atendentes para o máximo de consumidores. Onde deveriam estar três ou quatro funcionários, vê-se um. Mesas e balcões estão quase sempre sujos, pois a rotatividade e a falta de faxineiras impedem a limpeza adequada. No desembarque, filas intermináveis para os táxis. Em Guarulhos, uma única empresa, sob o comando de um vereador da cidade, mantém o monopólio de quem sai do aeroporto de Cumbica. E coitado do taxista que, ao deixar um passageiro, cometer o grave “crime” de apanhar outro. Corre o risco de ser linchado pelos olheiros da cooperativa monopolista, como aconteceu há tempos no Galeão com um taxista que não era da tchurma. Há, sim, melhoras: as empresas aéreas têm mais atendentes no balcão; há sistemas de autoatendimento; o balcão de prioridades é eficiente. Mas o ar refrigerado não funciona; quase não há poltronas disponíveis nos saguões e, quando há, são desconfortáveis. Quem dera tivéssemos, no Brasil, uma sala de espera da qualidade do aeroporto do Panamá! A quem reclamar? À Anac, à Infraero, à nova Secretaria de Aviação Civil, com status de ministério? Há dias, fui ao balcão da Infraero, no Aeroporto Santos Dumont, queixar-me de uma empresa que dispunha de um único funcionário para atender extensa fila. Deram-me um formulário. Tratei de preenchê-lo. Supus ser o bastante. Que nada! Poucos dias depois recebi correspondência solicitando que eu formalizasse a denúncia em novo formulário. Os aeroportos receberam do governo R$ 5,8 bilhões para reformas. O cronograma de obras está atrasado. Segundo o Ipea, no atual ritmo de licitações, as obras demorarão mais de seis anos para serem concluídas... Agora o governo federal pretende alterar as regras de licitações e, vejam só, premiar as empresas que trabalharem mais rápido! Imaginem a qualidade! Em país sério faz-se o contrário: multa-se quem não cumpre prazos ou falha em qualidade. Prevê-se que cada turista, nos dois eventos esportivos, fará de seis a 14 viagens aéreas, devido às distâncias no interior do Brasil. Pelo andar de nossas aerocarruagens, só nos resta suplicar a São Cristóvão, padroeiro dos viajantes, que ilumine governo e empreiteiras para que nos ofereçam boas obras. E queime as mãos dos corruptos que embolsarem dinheiro público.  
Seminário é desdobramento de pesquisa feita por instituições estaduais e coordenada pelo Ipea
Jornalistas e pesquisadores se reuniram na capital pernambucana e debateram propostas para a 1ª Confecom    
Comunicado da Presidência nº 36, sobre Juventude e Desigualdade Racial, foi divulgado nesta quinta-feira por técnicos da Disoc
Quedas nas taxas de desemprego e informalidade são os destaques do Boletim de Mercado de Trabalho do Ipea
Tendência de diminuir produção prejudicou catadores no Brasil, mostra Boletim de Mercado de Trabalho: Conjuntura e Análise
Comunicado da Presidência nº 38 mostra que políticas redistributivas e maior coordenação entre esferas de governo são necessárias

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