Facebook Facebook Twitter LinkedIn Youtube Flickr SoundCloud

Resultados 2361 - 2380 de 21966

EXAME.COM: Trabalhadores pobres continuam sendo os mais afetados por desemprego, diz Ipea A pobreza está cada vez mais relacionada ao desemprego e não à má remuneração, dizem pesquisadores A redução do nível de desemprego registrada nos últimos cinco anos e o aumento da taxa de ocupação, com uma sensível melhora na renda obtida pelos trabalhadores, não só não foi suficiente para eliminar as desigualdades sociais, como as ampliou entre os desempregados das seis principais regiões metropolitanas do país. Segundo técnicos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), enquanto nas regiões metropolitanas de Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Recife a taxa de desemprego geral caiu 31,4% de dezembro de 2005 ao mesmo mês de 2010, entre os 10% mais pobres o desemprego cresceu 44,2%. Além disso, cresceu também a desigualdade entre os 10% que ganham mais e os 10% que ganham menos. A partir dos dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os técnicos do Ipea constataram que a diferença nas taxas de desemprego dos dois grupos, que em 2005 era de 11 vezes, passou a ser de 37 vezes em 2010. Enquanto o percentual de desempregados entre os trabalhadores mais bem remunerados baixou de 2,1% para apenas 0,9% do total, entre os mais pobres o índice subiu de 23,1% para 33,3%, um resultado melhor do que o registrado entre os anos de 2007 e 2009, mas ainda muito aquém do verificado entre os do primeiro grupo. Como consequência deste quadro, a participação dos trabalhadores mais pobres no índice de desemprego cresceu de 37,4% para 45,2% no mesmo período. Já entre os 20% de maior rendimento, o total de pessoas sem trabalho baixou de 7,8%, em 2005, para 6% em 2010. A conclusão dos técnicos do Ipea é de que, apesar de importantes avanços socioeconômicos, os mais pobres continuam sendo os mais afetados pela falta de trabalho. Fato que, para os técnicos do instituto, pode ser consequência do incremento nos rendimentos dos que estão ocupados. Os responsáveis pelo estudo divulgado hoje (10), disseram que a pobreza está cada vez mais relacionada ao desemprego e não à má remuneração. Segundo o estudo, é necessário avançar em políticas públicas capazes de reduzir as desigualdades sociais produzidas pelas diferenças de rendimento. Por outro lado, quando desempregados, os trabalhadores com menor poder aquisitivo passaram a encontrar um novo serviço mais rapidamente que os mais bem remunerados. Em dezembro de 2010, o tempo médio de procura por trabalho para o desempregado entre os que ganham menos foi de 248,3 dias, enquanto em dezembro de 2005 era de 341,4 dias. Já entre os que ganham mais, o tempo de procura subiu de 277 para 320,6 dias, em média.    
EBAND: Desemprego aumenta entre os mais pobres, diz Ipea Agência Brasil A redução do nível de desemprego registrada nos últimos cinco anos e o aumento da taxa de ocupação, com uma sensível melhora na renda obtida pelos trabalhadores, não só não foi suficiente para eliminar as desigualdades sociais, como as ampliou entre os desempregados das seis principais regiões metropolitanas do país. Segundo técnicos do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), enquanto nas regiões metropolitanas de Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Recife a taxa de desemprego geral caiu 31,4% de dezembro de 2005 ao mesmo mês de 2010, entre os 10% mais pobres o desemprego cresceu 44,2%. Além disso, cresceu também a desigualdade entre os 10% que ganham mais e os 10% que ganham menos. A partir dos dados da PME (Pesquisa Mensal de Emprego) feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), os técnicos do Ipea constataram que a diferença nas taxas de desemprego dos dois grupos, que em 2005 era de 11 vezes, passou a ser de 37 vezes em 2010. Trabalhadores pobres Enquanto o percentual de desempregados entre os trabalhadores mais bem remunerados baixou de 2,1% para apenas 0,9% do total, entre os mais pobres o índice subiu de 23,1% para 33,3%, um resultado melhor do que o registrado entre os anos de 2007 e 2009, mas ainda muito aquém do verificado entre os do primeiro grupo. Como consequência deste quadro, a participação dos trabalhadores mais pobres no índice de desemprego cresceu de 37,4% para 45,2% no mesmo período. Já entre os 20% de maior rendimento, o total de pessoas sem trabalho baixou de 7,8%, em 2005, para 6% em 2010. A conclusão dos técnicos do Ipea é de que, apesar de importantes avanços socioeconômicos, os mais pobres continuam sendo os mais afetados pela falta de trabalho. Fato que, para os técnicos do instituto, pode ser consequência do incremento nos rendimentos dos que estão ocupados. Políticas públicas Os responsáveis pelo estudo divulgado nesta quinta-feira disseram que a pobreza está cada vez mais relacionada ao desemprego e não à má remuneração. Segundo o estudo, é necessário avançar em políticas públicas capazes de reduzir as desigualdades sociais produzidas pelas diferenças de rendimento. Por outro lado, quando desempregados, os trabalhadores com menor poder aquisitivo passaram a encontrar um novo serviço mais rapidamente que os mais bem remunerados. Em dezembro de 2010, o tempo médio de procura por trabalho para o desempregado entre os que ganham menos foi de 248,3 dias, enquanto em dezembro de 2005 era de 341,4 dias. Já entre os que ganham mais, o tempo de procura subiu de 277 para 320,6 dias, em média.    
CORREIO BRAZILIENSE (DF): Desemprego entre trabalhadores pobres cresce 28,5% em cinco anos Agência Brasil A redução do nível de desemprego registrada nos últimos cinco anos e o aumento da taxa de ocupação, com uma sensível melhora na renda obtida pelos trabalhadores, não só não foi suficiente para eliminar as desigualdades sociais, como as ampliou entre os desempregados das seis principais regiões metropolitanas do país, aponta estudo divulgado nesta quinta-feira (10/2)pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Houve aumento de 28,5% na taxa de desemprego dos trabalhadores pobres entre 2005 e 2010. Nas seis principais regiões metropolitanas do país (Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Recife) a taxa de desemprego dos trabalhadores não pobres foi de 2,8% em 2010, enquanto em 2005 era 4,5%, uma queda de 37,8% em cinco anos. Para os trabalhadores pobres, a taxa de desemprego passou de 14,4% para 18,5% no mesmo período de tempo. Resultado A conclusão dos técnicos do Ipea é de que, apesar de importantes avanços socioeconômicos, os mais pobres continuam sendo os mais afetados pela falta de trabalho. Fato que, para os técnicos do instituto, pode ser consequência do incremento nos rendimentos dos que estão ocupados. Segundo os responsáveis pelo estudo, a pobreza está cada vez mais relacionada ao desemprego e não à má remuneração. Para o Ipea, é necessário avançar em políticas públicas capazes de reduzir as desigualdades sociais produzidas pelas diferenças de rendimento. Por outro lado, quando desempregados, os trabalhadores com menor poder aquisitivo passaram a encontrar um novo serviço mais rapidamente que os mais bem remunerados. Procura Em dezembro de 2010, o tempo médio de procura por trabalho para o desempregado entre os que ganham menos foi de 248,3 dias, enquanto em dezembro de 2005 era de 341,4 dias. Já entre os que ganham mais, o tempo de procura subiu de 277 para 320,6 dias, em média.    
AGÊNCIA BRASIL: Pochmann defende políticas públicas específicas para combater desemprego entre os pobres Alex Rodrigues O Brasil ainda está longe de atingir uma situação de pleno emprego. A afirmação é do presidente do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann. Para ele, mesmo tendo criado cerca de 15 milhões de postos de trabalho entre os anos de 2003 e 2009 e atingido a menor taxa de desemprego (5,3%) desde março de 2002, o enorme contingente de pessoas sem trabalho entre a população mais pobre indica a necessidade de políticas públicas que permitam aos menos favorecidos se beneficiar do crescimento econômico. "Ao contrário do que muitos pregam, o país não vive uma situação de pleno emprego. Entre os trabalhadores mais pobres, cerca de 33% estão desempregados, o que inviabiliza que falemos em pleno emprego no país", disse Pochamann ao apresentar, hoje (10), em Brasília, um comunicado em que os técnicos do Ipea identificam que o desemprego entre os 20% mais pobres do país cresceu desde 2005. Perguntado se o resultado do levantamento indica a falta de políticas públicas de formação e capacitação para o mercado de trabalho voltadas para a parcela menos favorecida da população ou que elas simplesmente não existem, Pochmann afirmou que os governos municipais, estaduais e federais poderiam ter "ações mais objetivas". "É natural que quando a economia cresce, as oportunidades sejam mais rapidamente capturadas pelos que tem maior escolaridade e renda. Isso é do comportamento econômico, mas é também um espaço para a construção de políticas públicas. Porque o mercado sozinho não vai resolver isso", disse o presidente do Ipea, órgão de assessoramento governamental ligado à Secretaria de Assuntos Estratégicos. "É preciso haver uma adequação, uma homogeneização das ofertas de qualificação, ou seja, já que os empregos estão sendo gerados, oferecer oportunidades [de emprego] também para os mais pobres. Hoje, as oportunidades são aproveitadas por quem tem melhor formação, ainda que a educação, um requisito [para se obter um trabalho], não seja um passaporte para o emprego, que só é criado pelo crescimento econômico", explicou Pochmann.                
MSN: Pochmann defende políticas públicas específicas para combater desemprego entre os pobres O Brasil ainda está longe de atingir uma situação de pleno emprego. A afirmação é do presidente do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann. Para ele, mesmo tendo criado cerca de 15 milhões de postos de trabalho entre os anos de 2003 e 2009 e atingido a menor taxa de desemprego (5,3%) desde março de 2002, o enorme contingente de pessoas sem trabalho entre a população mais pobre indica a necessidade de políticas públicas que permitam aos menos favorecidos se beneficiar do crescimento econômico. "Ao contrário do que muitos pregam, o país não vive uma situação de pleno emprego. Entre os trabalhadores mais pobres, cerca de 33% estão desempregados, o que inviabiliza que falemos em pleno emprego no país", disse Pochamann ao apresentar, hoje (10), em Brasília, um comunicado em que os técnicos do Ipea identificam que o desemprego entre os 20% mais pobres do país cresceu desde 2005. Perguntado se o resultado do levantamento indica a falta de políticas públicas de formação e capacitação para o mercado de trabalho voltadas para a parcela menos favorecida da população ou que elas simplesmente não existem, Pochmann afirmou que os governos municipais, estaduais e federais poderiam ter "ações mais objetivas". "É natural que quando a economia cresce, as oportunidades sejam mais rapidamente capturadas pelos que tem maior escolaridade e renda. Isso é do comportamento econômico, mas é também um espaço para a construção de políticas públicas. Porque o mercado sozinho não vai resolver isso", disse o presidente do Ipea, órgão de assessoramento governamental ligado à Secretaria de Assuntos Estratégicos. "É preciso haver uma adequação, uma homogeneização das ofertas de qualificação, ou seja, já que os empregos estão sendo gerados, oferecer oportunidades [de emprego] também para os mais pobres. Hoje, as oportunidades são aproveitadas por quem tem melhor formação, ainda que a educação, um requisito [para se obter um trabalho], não seja um passaporte para o emprego, que só é criado pelo crescimento econômico", explicou Pochmann.    
MIDIA ONLINE: Acidentes custam por ano cerca de R$ 14 mi Os dados foram divulgados, ontem, no 1º Fórum de Educação para o Trânsito no Amazonas. O evento faz parte da programação do governo do Estado. Manaus - Dados do Departamento Estadual de Trânsito do Amazonas (Detran/AM) apontam que, no ano passado, os acidentes de trânsito com vítimas feridas ou mortas  custaram cerca de R$ 14 milhões para os cofres públicos. Por ano, segundo o órgão, os acidentes matam, em média, 300 pessoas no Amazonas. Os dados foram divulgados, ontem, no 1º Fórum de Educação para o Trânsito no Amazonas. O evento faz parte da programação do governo do Estado para a Década Mundial de Ações de Segurança no Trânsito, instituída pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e Organização das Nações Unidas (ONU), que tem como meta reduzir pela metade o número de mortes em decorrência de acidentes no trânsito. De acordo com o Detran, a estimativa é baseada em um estudo desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que indicou que o custo médio por acidente no trânsito brasileiro chegue a R$ 467 mil. Os custos médios relativos às pessoas incluem custos de perda de produção, cuidados com a saúde (pré-hospitalar, hospitalar e pós-hospitalar) e remoção/ translado. “Grande parte dos acidentes, das mortes no trânsito, ainda se refere à falha humana, negligência e imprudência. Precisamos reverter e reescrever essa história tendo a educação como principal instrumento. Nosso principal objetivo não é multar, mas sim ter motoristas que respeitem as leis do trânsito e dirijam pensando na sua segurança e na dos outros”, enfatizou a diretora-presidente do Detran/AM, Mônica Melo. Para o presidente da Federação Nacional de Auto Escolas, Magnelson Carlos de Souza, que falou no fórum sobre o sistema de formação de condutores no Brasil e nos países Ibero-Americanos, só é possível reduzir acidentes de trânsito no Brasil investindo em uma formação mais rigorosa dos motoristas brasileiros, com ênfase na realidade do trânsito conturbado das grandes cidades. Ações Entre as medidas previstas para o Amazonas dentro da Década Mundial de Ações de Segurança no Trânsito estão o aumento da fiscalização, o combate aos crimes no trânsito com campanhas educativas, mudanças na engenharia de trânsito da capital Manaus e a realização de cursos para motoristas.  
CORREIO DO BRASIL ONLINE: Ipea lança boletim sobre tecnologia, produção e comércio exterior Da Agência Brasil O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apresenta hoje (10), às 10h, a 13ª edição do boletim Radar: Tecnologia, Produção e Comércio Exterior. Produzida pela Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais, de Inovação, Regulação e Infraestrutura (Diset), a publicação traz quatro artigos e será divulgada na sede do Ipea, em Brasília. No primeiro artigo, o tema abordado é a pauta brasileira de exportações e o ciclo atual de valorização das commodities. O segundo trabalho, intitulado Um perfil do Uso da Educação Online no Brasil, discute questões relacionadas ao uso da banda larga, ou seja, serviços, aplicativos e conteúdo. Com base em dados das pesquisas sobre uso das tecnologias da informação e comunicação no Brasil, conduzidas pelo Comitê Gestor de Internet (CGI), os autores analisam os fatores que explicam a participação ou não em cursos online. O terceiro artigo debate os paradoxos das políticas de inovação no Brasil, que carecem de estrutura institucional adequada à sua implementação. O último trabalho analisa os principais pontos incorporados à proposta de aperfeiçoamento da legislação brasileira de defesa da concorrência e sistematiza argumentos contrários a algumas das emendas apresentadas aos projetos de lei que tratam do tema no Senado.  
EXAME.COM: Nova pesquisa é mau presságio para Dilma Publicada no último dia 5, a pesquisa do Ipea indicando uma queda do otimismo entre os brasileiros mais pobres em relação à economia deve repercutir negativamente na popularidade da presidente Dilma Rousseff. A conclusão é do analista Christopher Garman, da consultoria americana Eurasia. “Os resultados são importantes porque servem como um indicador determinante para a direção das pesquisas [de opinião] da própria Rousseff, que a Eurasia espera que venham a declinar vagarosamente ao longo de 2011”, diz Garman numa recente nota. “Embora 46% e 56% dos pesquisados tenham avaliado o desempenho de Rousseff como ‘bom’ ou ‘ótimo’ em pequisas publicadas em março pelo Datafolha e CNI/Ibope, a combinação da inflação em alta com um crescimento econômico menor em relação a 2010 criaram o cenário para um declínio.” A pesquisa do IPEA mostra uma queda do otimismo sobre a economia de 65,3% em março para 63,8% em abril. O analista acrescenta que o otimismo tem caído na maioria das faixas sócioeconômicas, mas que a queda mais acentuada ocorre entre os que ganham até um salário mínimo. Garman também observa que os mais pessimistas sobre os rumos da economia nos próximos doze meses também são os brasileiros mais pobres. Para ele, uma vez que a queda na popularidade de Dilma tende a ser gradual, a reação de seu governo à alta da inflação também deve evitar um receituário draconiano em 2011. Trocando em miúdos, devemos continuar a assistir a uma lenta subida dos juros, o que já vem acontecendo desde o começo do ano.  
DIÁRIO DO NORDESTE (ONLINE): Olhar diferenciado para o Nordeste Estabelecer um plano nacional de desenvolvimento, com olhar diferenciado para as regiões mais pobres do Brasil, sobretudo a nordestina, é o próximo passo que precisa ser dado pelo governo federal para que haja redução das desigualdades regionais. Esse é um dos principais desafios a serem enfrentados pelo País nos próximos anos na opinião do presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann, que proferiu palestra, ontem à noite, no Conselho Regional de Contabilidade (CRC- CE), em Fortaleza. Segundo o presidente do Ipea, por muitos se acreditou no modelo paulista de desenvolvimento, porém, na visão dele, esse parâmetro apresentou falhas, especialmente, no que diz respeito aos custos advindos com a intensa aglomeração em São Paulo. "Por muito tempo se acreditou que a saída seria copiar a trajetória paulista. Podemos pegar essa experiência para fazer uma análise dos erros e não repetir os insucessos dela, mas o plano nacional de desenvolvimento precisa de um olhar mais adequado às especificidades de cada região", afirmou Márcio Pochmann. Migração inversa Ele disse, ainda, que, nesta última década, em virtude de políticas como o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), por exemplo, o Ipea observou, em seus diversos estudos, uma migração inversa das famílias nordestinas instaladas no eixo Sul/ Sudeste no retorno para a sua região de origem. Segundo Pochmann, esse fenômeno foi possível graças às diferentes condições do Nordeste quando comparadas com outros tempos. Para isso continuar, contou ele, é preciso investir em tecnologia, com a instalação de universidades e escolas técnicas no interior. "O Brasil fez as bases para combater as desigualdades regionais. Isso permitiu que a partir de agora o País tenha melhores condições de enfrentar esse problema", avaliou Pochmann, ressaltando que a importância da região nordestina. "O Nordeste não é só pobreza, ela também é riqueza. Há um grande potencial de expansão. O Brasil não será um país desenvolvido se o Nordeste também não for", pontuou.  
O Estado de S. Paulo (SP): O SUS, na visão de seus usuários Editorial Divulgada nesta quarta-feira, a nova edição do Sistema de Indicadores de Percepção Social (Sips) mostra que os brasileiros estão divididos com relação ao Sistema Único de Saúde (SUS). Em média, o SUS atende entre 120 milhões e 130 milhões de pessoas por ano. Elaborada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que entrevistou 2.773 pessoas nas duas primeiras semanas de novembro de 2010, em todas as regiões do País, a pesquisa mostra que 28,5% dos brasileiros avaliam os serviços do SUS como ruins e muito ruins e que 28,9% os consideram bons e muito bons - os 42,6% restantes os classificam como regulares. As pesquisas de percepção social ou satisfação do Ipea, em matéria de saúde, não são levantamentos técnicos dos problemas da administração pública. O objetivo é apenas ouvir a opinião dos entrevistados acerca da qualidade do atendimento dos centros e postos de saúde, das unidades de pronto atendimento e das internações nos hospitais vinculados ao SUS. As informações são utilizadas pelas autoridades de saúde para estudar as respostas que precisam ser dadas às principais queixas e aspirações da população, subsidiar as políticas do setor e ajudar na elaboração de novos programas. Segundo o estudo, os postos de saúde e o atendimento de emergência receberam as avaliações mais negativas dos entrevistados. Entre as principais reclamações destacam-se a extensão das filas tanto nos centros de saúde quanto nos hospitais públicos, o tempo de espera para marcação e realização de exames clínicos, a demora entre o agendamento e a realização das consultas, a demora para uma consulta com especialistas e a carência de médicos especializados. Já os serviços prestados pelas Equipes de Saúde da Família foram considerados bons ou muito bons por 80,7% dos entrevistados e o programa de distribuição gratuita de medicamentos de uso contínuo foi avaliado positivamente por 69,6%. A pesquisa do Ipea também mostra que quase metade dos entrevistados destacou como positiva a ausência de discriminações ou preconceitos de qualquer natureza por parte de médicos e enfermeiros nos atendimentos realizados em unidades do SUS. Segundo o estudo, a demora no atendimento nos postos de saúde e nos hospitais é o motivo que levou metade dos entrevistados a contratar planos de saúde. A rapidez para a realização de consultas ou exames foi apontada por 40% dos entrevistados como decisiva para aderir à chamada saúde complementar. O segundo motivo mais apontado para se ter um plano de saúde privado é o fornecimento gratuito do benefício pelo empregador (29,9%). E entre os problemas relacionados a esses planos, as maiores reclamações são relativas ao preço das mensalidades e à falta de cobertura para algumas doenças e determinados procedimentos médicos. Cerca de um quinto dos entrevistados reclamou que os planos também não pagam tratamentos recomendados pelos médicos. Para os especialistas, a opinião que a população tem dos serviços oferecidos pelo SUS reflete problemas sobejamente conhecidos, que há muito tempo deveriam ter sido tratados como prioritários pelo governo. Um desses problemas é a falta de ações de prevenção e promoção da saúde, para evitar que as pessoas cheguem a estágios avançados de doenças ou tenham de procurar diretamente os hospitais. "A atenção primária é ineficiente em relação ao aumento da população registrado nos últimos anos. Ela não se ampliou conforme a necessidade. Além de não ser suficiente, tem uma infraestrutura precária", diz a professora Helena Eri Shimizu, do Departamento de Saúde Coletiva da Universidade de Brasília. Outro problema, segundo o Conselho Federal de Medicina, é a falta de médicos das unidades do SUS nas regiões mais pobres - cerca de 50% dos profissionais da rede trabalham no Sudeste e apenas 7%, no Norte e no Nordeste. Como se vê, o que a pesquisa do Ipea revela é que as autoridades do setor de saúde não têm tido a competência ou o empenho necessários para tomar as medidas há muito reclamadas pela população.
Todo Dia: Morte em estrada causa prejuízo de R$ 74,3 mi na RMC Cada óbito registrado nas rodovias acarreta uma despesa de R$ 151,7 mil, aponta estudo do Ipea e Denatran A RMC (Região Metropolitana de Campinas) teve um gasto de R$ 74,3 milhões com mortes nas estradas no ano passado. A despesa é maior que o orçamento de Holambra para 2011, estimado em R$ 58,5 mi. Segundo cálculo atualizado do Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas), em parceria com o Denatran (Departamentro Nacional de Trânsito), em média, cada morte registrada nas rodovias está orçada em R$ 151,7 mil. No ano passado, ocorreram 490 óbitos no trânsito da região, segundo levantamento do Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados). Para cálculo do valor, é considerada a perda de produção da vítima, que precisa parar de trabalhar permanentemente ou por um tempo determinado, assim como os custos previdenciários. Também são fatores contabilizados o atendimento da Polícia Rodoviária, danos à propriedade pública, despesas médico-hospitalares (desde o resgate até a reabilitação), pensão para a família e outros gastos referentes ao óbito (como a realização de perícia, quando necessário, e a remoção do corpo). Segundo Carlos Alberto Bandeira Guimarães, professor da Unicamp e especialista em engenharia de transportes, um dos fatores que mais alavanca os custos são as vítimas com renda alta. "Gastos de seguradora e convênio médico também são significativos", afirmou. Para Guimarães, falta investimento nos três setores essenciais para diminuição de acidentes: engenharia das estradas, educação no trânsito e fiscalização. A fiscalização, segundo ele, gera mais resultados. "Há estudos que apontam que as implantações de radares coíbem o abuso da velocidade", afirmou Guimarães, que também disse acreditar não haver investimentos no processo de formação do condutor. IMPRUDÊNCIA A morte do ajudante geral Juracy Aparecido Putinatti, em outubro do ano passado, mostra como as mortes nas estradas podem causar prejuízos. Morador de Paulínia, ele foi a um bar, em Americana, com dois amigos. Na volta, o motorista, que estaria embriagado, invadiu a pista contrária e bateu de frente com outro carro, na estrada vicinal que liga as duas cidades. O ajudante, que não usava cinto, morreu no local. Maria Regina Pereira Pontes, 41, mulher de Juracy, disse que ficou sem renda após o acidente e passou a receber uma pensão vitalícia da empresa do marido. "Ficamos numa situação difícil. Mas hoje nos viramos com o dinheiro da pensão." Pesquisador faz auditoria em estradas O engenheiro civil e especialista em segurança viária José Luiz Fuzaro Rodrigues adaptou para 11 trechos de rodovias da região de Campinas a técnica chamada Auditoria de Segurança Viária. A técnica, utilizada na Europa e nos Estados Unidos, é a mais eficaz para encontrar, quantificar e corrigir problemas potenciais, de acordo com o especialista. "No trabalho verifiquei que as rodovias sob concessão tem melhores condições de segurança do que as que são mantidas pelo Estado", afirmou. De acordo com eles os projetos e as rodovias mais recentes apresentam avanços em relação à segurança. No trabalho, o engenheiro verificou por exemplo, a existência de declives, onde o carro pode cair. Por conta da queda as gravidades dos ferimentos podem ser potencializadas. "Nesse ponto há a necessidade de uma proteção lateral", explicou.      
EBAND:  Um em cada quatro brasileiros descarta utilizar transporte público De cada quatro brasileiros, um afirma que não deixaria de usar o carro como principal meio de locomoção nos seus deslocamentos diários, mesmo que o transporte público fosse eficiente. O dado consta na pesquisa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), que ouviu 2,7 mil pessoas em todo o país. Com a frota nacional de carros chegando perto dos 40 milhões, isso significa que pelo menos 9 milhões de motoristas não estariam dispostos a deixar o carro na garagem em hipótese nenhuma. Entre as razões apontadas pelos brasileiros que não trocariam o transporte individual pelo coletivo de maneira alguma estão a comodidade, a rapidez e o conforto de poder escolher os horários para ir e voltar do trabalho. Além disso, o transporte coletivo é muito mal avaliado. Apesar de 44% dos entrevistados afirmarem usar o transporte coletivo como principal meio de locomoção, 39% acham que ele é ruim ou muito ruim. Outros 31% avaliam que o serviço é regular. Entre as principais reclamações estão a falta de rapidez, comodidade e conforto, além do preço alto. O transporte individual (carro ou moto) é o principal meio de locomoção de 36% dos brasileiros no levantamento do Ipea. Outros 19% usam bicicleta ou vão a pé. Diretor de estilo de uma agência de moda, Diogo Brasiliano é um exemplo do grupo que não aceita migrar para os ônibus ou metrô. "Comprei o carro há três anos, quando tive uma filha, e nunca mais andei de ônibus ou metrô. Era muito estressante." Agora, em veículo próprio, Brasiliano enfrenta a lentidão no trânsito. Segundo ele, o trajeto entre a Mooca, onde mora, e o trabalho, em São Caetano, demora até 50 minutos. "Minha vida melhorou 90% com o carro, mas ainda perco muito tempo em congestionamentos", diz. O estudo do Ipea mostra que, como Brasiliano, 36% dos brasileiros enfrentam congestionamentos pelo menos uma vez ao dia. Para Marcos Bicalho, superintendente da ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos), o preço e a má qualidade dos transportes públicos afastam as pessoas. De acordo com ele, "seria desejável que existissem políticas que incentivassem as pessoas a usarem meios de transporte coletivo, já que hoje as políticas são sempre a favor do automovel".      
CORREIO DO POVO (RS): Ação no STF irrita Sindimoto/RS O Sindicato dos Motociclistas Profissionais do Estado (Sindimoto/RS) reagiu à ação ajuizada pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que quer impedir a regulamentação da profissão. "Causa estranheza a atitude do procurador. Ele deveria ter ingressado com a ação em 2009, quando o presidente Lula sancionou a lei", disse o presidente da entidade, Valter Ferreira. A Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) está no Supremo Tribunal de Justiça (STF) e contesta trechos da lei federal de 2009 que regulamenta o serviço de mototáxi. O procurador considera que a regulamentação do transporte de passageiros em motocicletas representa graves prejuízos para a saúde pública. Gurgel citou estudo do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) segundo o qual as internações de acidentados com motos custam em média R$ 92.314,00 aos hospitais, mais R$ 56 mil nos 18 meses após o atendimento hospitalar. O presidente do sindicato contrapõe, citando pesquisa do Hospital de Clínicas de São Paulo, segundo a qual 64% das vítimas de acidentes com moto não usam o veículo como ferramenta de trabalho, mas como meio de transporte. Na avaliação de Ferreira, a medida é inoportuna "e prejudica a categoria que busca regulamentação".    
CORREIO DO POVO (RS): Votação será teste de popularidade O valor do novo salário mínimo, que começa a ser apreciado pelo Congresso nesta semana, não afetará apenas o equilíbrio das contas públicas e o poder de consumo dos mais pobres. Pode atingir também a taxa de popularidade da presidente Dilma Rousseff nas primeiras pesquisas de opinião após sua posse. O histórico das pesquisas nos últimos 16 anos indica que a política salarial teve impacto negativo na taxa de aprovação ao governo Fernando Henrique Cardoso. Em sete de seus oito anos de mandato, FHC enfrentou queda ou oscilação negativa na popularidade na primeira pesquisa após o reajuste do mínimo. Em 1997 e em 2001, as quedas foram significativas, de 21 e 12 pontos percentuais, respectivamente. Esse padrão não se repetiu no governo Luiz Inácio Lula da Silva, que concedeu reajustes maiores em termos reais. O petista ganhou pontos ou oscilou positivamente em quatro anos, perdeu em três e ficou na mesma em 2010, quando já tinha a taxa recorde de 83% de aprovação. Segundo levantamento, no acumulado dos oito anos de FHC, o salário mínimo teve um aumento real - acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) - de cerca de 30%. Na administração de Lula, o avanço foi maior, próximo a 58%, de acordo com o Ipeadata, banco de dados mantido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).          
ESTADÃO.COM.BR (SP): Inflação bate ganho de mais pobres com mínimo Índices do Norte e Nordeste no último trimestre de 2010, acima da média nacional, superam correção defendida pelo Planalto, diz economista lém do impacto nas contas públicas, a discussão sobre o reajuste do valor do salário mínimo tem um novo ingrediente: a escalada da inflação, que tem pesado bem mais no bolso da camada mais pobre do Brasil. Pior: a inflação está mais alta também nas regiões mais pobres, do Norte e o Nordeste. O economista Mansueto Almeida, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), reconhece que um reajuste menor, num contexto de inflação em alta, pode gerar uma perda de renda para o trabalhador. Mas é preciso considerar, alerta, que a política defendida pelo governo garantirá no ano que vem um reajuste bem acima da inflação. Na semana passada, o Banco Central apresentou em Salvador (BA) dados mostrando que, no último trimestre de 2010, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a medida oficial de inflação, ficou acima da média nacional no Norte e Nordeste, as áreas mais pobres do País e onde o governo garantiu a eleição de Dilma Rousseff. Segundo o BC, nessas duas regiões a inflação subiu 2,78% e 2,49% de outubro a dezembro, contra a média nacional de 2,23%. Esse movimento decorre da alta nos preços dos alimentos, que nessas regiões tem peso maior na cesta de consumo em comparação com o resto do País. Outro dado que evidencia a perda maior do poder de compra pelos mais pobres é o aumento da cesta básica, que subiu 15,8% de janeiro a janeiro. Dessa forma, a reposição apenas pela inflação cheia representa perda real de renda para parte significativa da população. Apesar disso, Dilma demonstra firme disposição de gastar parte de sua popularidade para aprovar só o valor de R$ 545, parte da estratégia de repor as contas públicas em ordem. Uma fonte da área econômica argumenta que essa perda de renda real de quem ganha um salário mínimo ocorre no curto prazo, já que no médio prazo a atual política garante que essa parcela se aproprie do crescimento da renda nacional. A fonte lembra que em 2012 o mínimo terá aumento real de 8%. Para o economista, o aquecimento do mercado de trabalho é outro fator que precisa fazer parte da discussão. "Numa conjuntura como a atual, com o mercado de trabalho aquecido, o impacto do salário mínimo é menor. O trabalhador tem melhores condições de arrumar um emprego." Escalada 2,23% É o IPCA nacional medido no último trimestre de 2010 2,49% É o IPCA da região Nordeste, também no último trimestre 2,78% É o índice da região Norte medido no mesmo período      
DCI: Correios seleciona para Banco Postal O Correios informou na sexta-feira que já foi iniciado o processo de licitação para a escolha da instituição financeira que firmará parceria com a estatal na prestação dos serviços do Banco Postal a partir de 2012. Os bancos interessados já podem estudar as regras da licitação, pois minuta do edital foi publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União (DOU). O contrato vigente foi firmado com o Bradesco. A parceria teve início em agosto de 2001 e está prevista para terminar em dezembro deste ano. Em nota, o Correios informou que o Banco Postal se caracteriza pela utilização da rede de atendimento para a prestação de serviços bancários básicos em todo o território nacional, funcionando como correspondente de instituições bancárias. Este princípio está definido em resolução do Conselho Monetário Nacional de 2003. Será realizada, no próximo dia 25, a audiência pública para esclarecer as dúvidas e colher sugestões sobre as regras previstas na minuta do edital de licitação. O Correios utiliza o levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que mostra que 39,5% dos brasileiros ainda não têm conta bancária.    
R7: Dilma arrisca popularidade com impasse sobre mínimo Pesquisa mostra que reajuste teve impacto negativo sem sete dois oito anos de FHC O valor do salário mínimo, que começa a ser discutido pelo Congresso nesta semana, não afetará apenas o equilíbrio das contas públicas e o poder de consumo dos mais pobres, mas também a taxa de popularidade de Dilma Rousseff nas primeiras pesquisas de opinião após a posse na Presidência da República. O histórico das pesquisas nos últimos 16 anos indica que a política salarial teve impacto negativo na taxa de aprovação ao governo Fernando Henrique Cardoso. Em sete de seus oito anos de mandato, FHC enfrentou queda ou oscilação negativa na popularidade na primeira pesquisa após o reajuste do mínimo. Duas dessas quedas, em 1997 e em 2001, foram significativas, de 21 e 12 pontos percentuais, respectivamente. Esse padrão não se repetiu no governo Luiz Inácio Lula da Silva, que concedeu reajustes maiores em termos reais. O petista ganhou pontos ou oscilou positivamente em quatro anos, perdeu em três e ficou na mesma em 2010, quando já tinha a taxa recorde de 83% de aprovação. No acumulado dos oito anos de FHC, o mínimo teve aumento real - acima da inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) - de cerca de 30%. Na gestão de Lula, o avanço foi maior, próximo a 58%, segundo o Ipeadata, banco de dados mantido pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Para Márcia Cavallari, diretora executiva do Ibope, existe a possibilidade de que um reajuste "apertado" do mínimo esfrie a empolgação dos brasileiros em relação ao governo Dilma logo em seu início. Isso ocorreu em 1995, nos primeiros meses da gestão FHC, quando o então presidente tucano se envolveu em uma polêmica com o Congresso na tentativa de evitar que o piso salarial fosse reajustado de R$ 70 para R$ 100.          
ESTADÃO.COM.BR (SP): Dilma arrisca popularidade com impasse sobre mínimo O valor do salário mínimo, que começa a ser apreciado pelo Congresso nesta semana, não afetará apenas o equilíbrio das contas públicas e o poder de consumo dos mais pobres, mas também a taxa de popularidade de Dilma Rousseff nas primeiras pesquisas de opinião após a posse na Presidência da República. O histórico das pesquisas nos últimos 16 anos indica que a política salarial teve impacto negativo na taxa de aprovação ao governo Fernando Henrique Cardoso. Em sete de seus oito anos de mandato, FHC enfrentou queda ou oscilação negativa na popularidade na primeira pesquisa após o reajuste do mínimo. Duas dessas quedas, em 1997 e em 2001, foram significativas, de 21 e 12 pontos porcentuais, respectivamente. Esse padrão não se repetiu no governo Luiz Inácio Lula da Silva, que concedeu reajustes maiores em termos reais. O petista ganhou pontos ou oscilou positivamente em quatro anos, perdeu em três e ficou na mesma em 2010, quando já tinha a taxa recorde de 83% de aprovação. No acumulado dos oito anos de FHC, o mínimo teve aumento real - acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) - de cerca de 30%. Na gestão de Lula, o avanço foi maior, próximo a 58%, segundo o Ipeadata, banco de dados mantido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Para Márcia Cavallari, diretora executiva do Ibope, existe a possibilidade de que um reajuste "apertado" do mínimo esfrie a empolgação dos brasileiros em relação ao governo Dilma logo em seu início. Isso ocorreu em 1995, nos primeiros meses da gestão FHC, quando o então presidente tucano se envolveu em uma polêmica com o Congresso na tentativa de evitar que o piso salarial fosse reajustado de R$ 70 para R$ 100.    
ISTOÉ DINHEIRO: Dilma arrisca popularidade com impasse sobre mínimo O valor do salário mínimo, que começa a ser apreciado pelo Congresso nesta semana, não afetará apenas o equilíbrio das contas públicas e o poder de consumo dos mais pobres, mas também a taxa de popularidade de Dilma Rousseff nas primeiras pesquisas de opinião após a posse na Presidência da República. O histórico das pesquisas nos últimos 16 anos indica que a política salarial teve impacto negativo na taxa de aprovação ao governo Fernando Henrique Cardoso. Em sete de seus oito anos de mandato, FHC enfrentou queda ou oscilação negativa na popularidade na primeira pesquisa após o reajuste do mínimo. Duas dessas quedas, em 1997 e em 2001, foram significativas, de 21 e 12 pontos porcentuais, respectivamente. Esse padrão não se repetiu no governo Luiz Inácio Lula da Silva, que concedeu reajustes maiores em termos reais. O petista ganhou pontos ou oscilou positivamente em quatro anos, perdeu em três e ficou na mesma em 2010, quando já tinha a taxa recorde de 83% de aprovação. No acumulado dos oito anos de FHC, o mínimo teve aumento real - acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) - de cerca de 30%. Na gestão de Lula, o avanço foi maior, próximo a 58%, segundo o Ipeadata, banco de dados mantido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Para Márcia Cavallari, diretora executiva do Ibope, existe a possibilidade de que um reajuste "apertado" do mínimo esfrie a empolgação dos brasileiros em relação ao governo Dilma logo em seu início. Isso ocorreu em 1995, nos primeiros meses da gestão FHC, quando o então presidente tucano se envolveu em uma polêmica com o Congresso na tentativa de evitar que o piso salarial fosse reajustado de R$ 70 para R$ 100. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.    
YAHOO!: Dilma arrisca popularidade com impasse sobre mínimo O valor do salário mínimo, que começa a ser apreciado pelo Congresso nesta semana, não afetará apenas o equilíbrio das contas públicas e o poder de consumo dos mais pobres, mas também a taxa de popularidade de Dilma Rousseff nas primeiras pesquisas de opinião após a posse na Presidência da República. O histórico das pesquisas nos últimos 16 anos indica que a política salarial teve impacto negativo na taxa de aprovação ao governo Fernando Henrique Cardoso. Em sete de seus oito anos de mandato, FHC enfrentou queda ou oscilação negativa na popularidade na primeira pesquisa após o reajuste do mínimo. Duas dessas quedas, em 1997 e em 2001, foram significativas, de 21 e 12 pontos porcentuais, respectivamente. Esse padrão não se repetiu no governo Luiz Inácio Lula da Silva, que concedeu reajustes maiores em termos reais. O petista ganhou pontos ou oscilou positivamente em quatro anos, perdeu em três e ficou na mesma em 2010, quando já tinha a taxa recorde de 83% de aprovação. No acumulado dos oito anos de FHC, o mínimo teve aumento real - acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) - de cerca de 30%. Na gestão de Lula, o avanço foi maior, próximo a 58%, segundo o Ipeadata, banco de dados mantido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Para Márcia Cavallari, diretora executiva do Ibope, existe a possibilidade de que um reajuste "apertado" do mínimo esfrie a empolgação dos brasileiros em relação ao governo Dilma logo em seu início. Isso ocorreu em 1995, nos primeiros meses da gestão FHC, quando o então presidente tucano se envolveu em uma polêmica com o Congresso na tentativa de evitar que o piso salarial fosse reajustado de R$ 70 para R$ 100.      

<< Início < Anterior 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 Próximo > Fim >>
Página 119 de 1099

 
 
 
 

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 2.5 Brasil.
Ipea - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada


Política de Privacidade
Expediente – Assessoria de Imprensa e Comunicação