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TD 1982 - Evolução da Formação de Engenheiros e Profissionais Técnico-Científicos no Brasil Entre 2000 e 2012 Divonzir Arthur Gusso e Paulo A. Meyer M.Nascimento / Rio de Janeiro, junho de 2014 Este artigo analisa a evolução da educação terciária no Brasil de 2000 a 2012, com foco particularmente nas grandes áreas de ciências, matemática e computação e de engenharia, produção e construção. Para tanto, utiliza dados do Censo da Educação Superior para construir indicadores de demanda por e de oferta de cursos, destacando número de cursos, de vagas, de matrículas e de conclusões. A evolução desses indicadores é apresentada em separado para os sistemas público e privado e para as universidades e demais instituições de ensino superior. As tendências são observadas, ainda, para as instituições classificadas por Steiner (2005, 2006) a partir do tipo de diploma de graduação, do número de mestres e doutores titulados e das áreas dos diplomas conferidos, como universidades de pesquisa e doutorado. Questões relativas à qualidade também são discutidas, partindo tanto do desempenho observado no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), quanto dos fluxos de egressos das universidades de pesquisa e doutorado de Steiner (2005, 2006) e das instituições de elite de Carnoy et al. (2013). Busca-se, com esses esforços, delinear o contexto, a dimensão e o padrão de qualidade nos quais os profissionais técnico-científicos são formados no Brasil. Os resultados sugerem que o fluxo de conclusões nessas áreas tem se expandido ano a ano. Porém, além de ainda ser baixa em comparação a outros países, a formação de pessoal técnico-científico de nível
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