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TD 0621 - Êxodo Rural, Envelhecimento e Masculinização no Brasil: Panorama dos Últimos 50 Anos Ana Amélia Camarano e Ricardo Abramovay / Rio de Janeiro, janeiro de 1999 O trabalho apresenta um conjunto de estimativas de saldos e taxas líquidas de migrações rural-urbanas por sexo e grupos qüinqüenais de idade para o Brasil como um todo e as cinco regiões para as décadas de 50, 60, 70, 80 e o primeiro qüinqüênio dos anos 90. Estas estimativas serviram de base para que fosse analisado o papel desempenhado pelas várias regiões brasileiras a cada décadano processo de desruralização da população brasileira. Os movimentos migratórios respondem pelo processo de esvaziamento da população rural. Em termosnacionais, a intensidade do movimento de desruralização parece não se ter atenuado muito nos últimos 50 anos. Entre 1950 e 1980, as áreas rurais das regiões Sudeste e Sul forneceram um volume expressivo de migrantes para as áreas urbanas. Nas duas últimas décadas, é do Nordeste que saem do campo os maiores contingentes populacionais.Também neste período, áreas de expansão de fronteira agrícola como as regiões Centro-Oeste e Norte constituíram-se em expulsoras de população rural. Entre 1950 e 1980, as áreas rurais das regiões Sudeste e Sul forneceram um volume expressivo de migrantes para as áreas urbanas. Nos fluxos de origem rural predominaram as mulheres, com exceção dos anos 60. A magnitude da sobremigração feminina foi diferenciada temporal e regionalmente. Uma conseqüência do fenômeno damigração diferencial por sexo é o aumento da razão de sexos rural e uma redução desta razão na sáreas urbanas, levando a uma crescente masculinização do meio rural brasileiro.
Surplus Labor and Industrialization
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